05-09-2015, 03:31 AM
Um tópico excelente, esclarecedor e oportuno!
Não me lembro se já disse aqui no fórum, mas considerando a lista dos níveis de consciência de David Hawkins e observando o perfil daqueles se tornam adeptos da filosofia realista, cheguei a conclusão de que a maioria dos realistas se enquadram em dois níveis: ódio/raiva e orgulho/arrogância.
Obviamente o nível do ódio corresponde a fase da revolta e o nível do orgulho a fase em que o realista busca o desenvolvimento pessoal para ficar "rico e bombado aos 30 anos". Uma parcela menor de realistas chega ao nível da Coragem, que é onde finalmente alcançam aquilo que almejavam. Porém em todos esses níveis de consciência há um detalhe que não pode passar batido: Todos são níveis de consciência do ego.
Dessa forma, é impossível não se frustrar a longo prazo com o tipo de vida que se alcança vivendo nesses níveis, pois uma vez que o ego está a dominar a constante insatisfação sempre estará presente, sem contar que por vezes haverá um tempo e esforço enormes gastos em alcançar coisas que não precisamos e nem queremos.
Por isso, para finalmente se desconectar da matrix, transcender o ego precisa ser um objetivo, isso envolve combatê-lo em nossas ações, desejos, para conseguir conhecer nosso verdadeiro objetivo, e assim, finalmente alcançarmos a realização pessoal.
Não me lembro se já disse aqui no fórum, mas considerando a lista dos níveis de consciência de David Hawkins e observando o perfil daqueles se tornam adeptos da filosofia realista, cheguei a conclusão de que a maioria dos realistas se enquadram em dois níveis: ódio/raiva e orgulho/arrogância.
Obviamente o nível do ódio corresponde a fase da revolta e o nível do orgulho a fase em que o realista busca o desenvolvimento pessoal para ficar "rico e bombado aos 30 anos". Uma parcela menor de realistas chega ao nível da Coragem, que é onde finalmente alcançam aquilo que almejavam. Porém em todos esses níveis de consciência há um detalhe que não pode passar batido: Todos são níveis de consciência do ego.
Dessa forma, é impossível não se frustrar a longo prazo com o tipo de vida que se alcança vivendo nesses níveis, pois uma vez que o ego está a dominar a constante insatisfação sempre estará presente, sem contar que por vezes haverá um tempo e esforço enormes gastos em alcançar coisas que não precisamos e nem queremos.
Por isso, para finalmente se desconectar da matrix, transcender o ego precisa ser um objetivo, isso envolve combatê-lo em nossas ações, desejos, para conseguir conhecer nosso verdadeiro objetivo, e assim, finalmente alcançarmos a realização pessoal.
Spoiler:
E sete mulheres naquele dia lançarão mão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos do que é nosso; tão-somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio. - Isaías 4:1

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

