20-04-2015, 01:23 AM
Mudanças e tomadas de decisão são processos extremamente dolorosos, mas necessários na vida de qualquer ser humano. Quanto menos prática e experiência, mais doloroso se torna aquele pequeno momento da vida em que é necessário arregaçar as mangas e tomar uma atitude, ou fazer algo acontecer em benefício próprio.
Uma coisa é fato: Ninguém fará isso por você. Ninguém irá decidir algo por você. Ninguém vai vestir a camisa por ti, e desenvolver todo o serviço.
Quer algo? Precisa findar um dissídio e se posicionar? Faça. Sente, reflita, tire um tempo para si e se dedique para este fim, sem frescuras, sem medo e sem enganar a si próprio.
Não existe uma fórmula mágica ou droga que resolva tudo. Pessoas que acreditam nisso são derrotadas, pois sucumbiram, ou simplesmente não chegaram a lutar por si próprias e fogem da realidade, terceirizando a sua própria salvação. Vivem em uma realidade paralela e querem tragar a todos que estão em sua volta, e que ainda possuem um mínimo de disposição.
Acho que o teu questionamento traduz um medo.
Medo do árduo trabalho que é a luta diária com a Matrix. Medo de ter que levantar do chão, após uma porrada do seu inimigo. Medo de que ter levantar da trincheira e correr atrás do seu adversário. Medo do embate diário que todos nós estamos sujeitos.
Ou o confrade vence o medo, ou ele vai te inutilizar. E esta luta é só sua.
A confraria não é responsável pela sua vida íntima.
Trocamos experiências, histórias, apoio e conhecimento, mas o que cada um faz lá fora com o que adquire aqui é de responsabilidade de si próprio. Ou seja, vamos te ajudar, mas o processo de sair do tablado e levantar é com você, ninguém pode ou irá fazer isso por ti. Se você não se decidir, ou tentar algo, continuará caído.
Não quero parecer chato, arrogante ou ofensivo. Caso esteja transparecendo isto, peço desculpas. Estou sendo apenas cético, afinal, hoje, a depressão (algo sério) é banalizada, e o vitimismo se tornou a regra.
Entretanto, não vamos colocar homens de verdade neste planeta se ficarmos alisando as costas uns dos outros, pois quando chegamos aqui, e optamos pela pílula vermelha, já sabíamos todo o árduo caminho que teríamos que percorrer, inclusive as dificuldades do mesmo. Logo, quando um confrade cair, não vamos levantá-lo do chão, mas sim estender a mão para ajudá-lo a se levantar.
Quanto ao seu questionamento.
Sinceramente, acho que você está sendo muito radical. Não entendo o medo da necessária tomada de decisão quanto ao que "ouvir" e "praticar".
A posição do profissional e a Real, não necessariamente excluem uma da outra. Pese as duas, reflita, faça um exercício cognitivo e veja o que lhe convém. Saiba extrair o que existe de positivo e negativo das informações diárias que recebemos. Se ter sido muito apegado, transparente e presente no passado não lhe ajudou nestes relacionamentos, inverta a lógica e tente, agora, ser mais desapegado, rígido e afastado.
Não tenha medo de jogar. Não tenha medo do oponente. Não tenha medo das regras. Apenas jogue, e use o que lhe for possível a seu favor. Se não for o confrade para lutar por ti, ninguém mais lutará.
Quanto a isso, pare de ter medo do mundo. Pare de fugir para as sombras, buscando justificativas para atitudes que você ainda não foi capaz de tomar. Pare de criar desculpas para os momentos em que é necessário dar a cara a tapa.
Almeja descobrir como lidar com um relacionamento, mas não esta em um? E ainda é incapaz de interagir socialmente? Ótimo, descobriu uma falha, a qual precisa seri dirimida e solucionada, é hora de trabalhar!
Terapia e o material realístico são basilares para qualquer um, porém se não sair da prancheta e começar a levantar a parede e cimentar, vai continuar no mesmo status quo. E eu não vou fazer isso por você, ninguém aqui vai fazer isso por ti.
Teorizar é muito importante, mas se não agir, não confiar nos seus instintos e não for a luta, jamais vai saber qual é o gosto da vitória.
Esse medo do sexo feminino e medo de relacionamento esta deteriorando a sua mente. Parece o Cebolinha, que fica um gibi inteiro traçando um "plano infalível" e no final toma no cu. Mas ao contrário do confrade, ele não fica "imaginando" o que é melhor, ou o que fazer. Vai lá, tenta, dá a cara, se fode, aprende e de vez em quando até ganha.
A vida não é dura só contigo. A realidade não é só sacana com o confrade. Ademais, as safadezas e derrotas não acontecem apenas com você. Diariamente, bilhões de seres humanos passam por inúmeras adversidades, e decidem por continuar caído ou levantar de uma vez. O confrade é mais um nesse bolo.
Já pensou que merda acabar em uma cama imaginando o que você poderia ter sido na vida? Ao contrário de poder ter aquela sensação de tê-la aproveitado, e desfrutado da melhor forma possível?
É foda, né?
Por fim, eu diria que o confrade tem três opções:
1) Ir a luta, apanhar, cair, levantar, surrar e vencer;
2) Apanhar, cair e ficar no chão se fingindo de morto, aguardando o seu destino final (e ele virá!);
3) Fugir, se esconder nas sombras e ficar lá, agravando a sua própria situação, igual a um cadáver adiado.
Assim como foi necessário escolher qual pílula o confrade gostaria de tomar, chegou a hora de decidir o seu próprio destino. Mas só conseguirá arrumar a sua própria vida, se optar por resolver a sua situação pessoal.
Se o confrade precisa de um estímulo, basta ler os inúmeros relatos de superação já postados por aqui. Garanto que edificam e formam caráter de qualquer um, além, é claro, das valiosas lições.
Boa sorte!
Uma coisa é fato: Ninguém fará isso por você. Ninguém irá decidir algo por você. Ninguém vai vestir a camisa por ti, e desenvolver todo o serviço.
Quer algo? Precisa findar um dissídio e se posicionar? Faça. Sente, reflita, tire um tempo para si e se dedique para este fim, sem frescuras, sem medo e sem enganar a si próprio.
Não existe uma fórmula mágica ou droga que resolva tudo. Pessoas que acreditam nisso são derrotadas, pois sucumbiram, ou simplesmente não chegaram a lutar por si próprias e fogem da realidade, terceirizando a sua própria salvação. Vivem em uma realidade paralela e querem tragar a todos que estão em sua volta, e que ainda possuem um mínimo de disposição.
Acho que o teu questionamento traduz um medo.
Medo do árduo trabalho que é a luta diária com a Matrix. Medo de ter que levantar do chão, após uma porrada do seu inimigo. Medo de que ter levantar da trincheira e correr atrás do seu adversário. Medo do embate diário que todos nós estamos sujeitos.
Ou o confrade vence o medo, ou ele vai te inutilizar. E esta luta é só sua.
A confraria não é responsável pela sua vida íntima.
Trocamos experiências, histórias, apoio e conhecimento, mas o que cada um faz lá fora com o que adquire aqui é de responsabilidade de si próprio. Ou seja, vamos te ajudar, mas o processo de sair do tablado e levantar é com você, ninguém pode ou irá fazer isso por ti. Se você não se decidir, ou tentar algo, continuará caído.
Não quero parecer chato, arrogante ou ofensivo. Caso esteja transparecendo isto, peço desculpas. Estou sendo apenas cético, afinal, hoje, a depressão (algo sério) é banalizada, e o vitimismo se tornou a regra.
Entretanto, não vamos colocar homens de verdade neste planeta se ficarmos alisando as costas uns dos outros, pois quando chegamos aqui, e optamos pela pílula vermelha, já sabíamos todo o árduo caminho que teríamos que percorrer, inclusive as dificuldades do mesmo. Logo, quando um confrade cair, não vamos levantá-lo do chão, mas sim estender a mão para ajudá-lo a se levantar.
Quanto ao seu questionamento.
Sinceramente, acho que você está sendo muito radical. Não entendo o medo da necessária tomada de decisão quanto ao que "ouvir" e "praticar".
A posição do profissional e a Real, não necessariamente excluem uma da outra. Pese as duas, reflita, faça um exercício cognitivo e veja o que lhe convém. Saiba extrair o que existe de positivo e negativo das informações diárias que recebemos. Se ter sido muito apegado, transparente e presente no passado não lhe ajudou nestes relacionamentos, inverta a lógica e tente, agora, ser mais desapegado, rígido e afastado.
Não tenha medo de jogar. Não tenha medo do oponente. Não tenha medo das regras. Apenas jogue, e use o que lhe for possível a seu favor. Se não for o confrade para lutar por ti, ninguém mais lutará.
Quanto a isso, pare de ter medo do mundo. Pare de fugir para as sombras, buscando justificativas para atitudes que você ainda não foi capaz de tomar. Pare de criar desculpas para os momentos em que é necessário dar a cara a tapa.
Almeja descobrir como lidar com um relacionamento, mas não esta em um? E ainda é incapaz de interagir socialmente? Ótimo, descobriu uma falha, a qual precisa seri dirimida e solucionada, é hora de trabalhar!
Terapia e o material realístico são basilares para qualquer um, porém se não sair da prancheta e começar a levantar a parede e cimentar, vai continuar no mesmo status quo. E eu não vou fazer isso por você, ninguém aqui vai fazer isso por ti.
Teorizar é muito importante, mas se não agir, não confiar nos seus instintos e não for a luta, jamais vai saber qual é o gosto da vitória.
Esse medo do sexo feminino e medo de relacionamento esta deteriorando a sua mente. Parece o Cebolinha, que fica um gibi inteiro traçando um "plano infalível" e no final toma no cu. Mas ao contrário do confrade, ele não fica "imaginando" o que é melhor, ou o que fazer. Vai lá, tenta, dá a cara, se fode, aprende e de vez em quando até ganha.
A vida não é dura só contigo. A realidade não é só sacana com o confrade. Ademais, as safadezas e derrotas não acontecem apenas com você. Diariamente, bilhões de seres humanos passam por inúmeras adversidades, e decidem por continuar caído ou levantar de uma vez. O confrade é mais um nesse bolo.
Já pensou que merda acabar em uma cama imaginando o que você poderia ter sido na vida? Ao contrário de poder ter aquela sensação de tê-la aproveitado, e desfrutado da melhor forma possível?
É foda, né?
Por fim, eu diria que o confrade tem três opções:
1) Ir a luta, apanhar, cair, levantar, surrar e vencer;
2) Apanhar, cair e ficar no chão se fingindo de morto, aguardando o seu destino final (e ele virá!);
3) Fugir, se esconder nas sombras e ficar lá, agravando a sua própria situação, igual a um cadáver adiado.
Assim como foi necessário escolher qual pílula o confrade gostaria de tomar, chegou a hora de decidir o seu próprio destino. Mas só conseguirá arrumar a sua própria vida, se optar por resolver a sua situação pessoal.
Se o confrade precisa de um estímulo, basta ler os inúmeros relatos de superação já postados por aqui. Garanto que edificam e formam caráter de qualquer um, além, é claro, das valiosas lições.
Boa sorte!


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