09-04-2015, 09:44 AM
(09-04-2015, 08:44 AM)Gekko Escreveu:(05-04-2015, 04:53 PM)Don Welzo Escreveu:(29-03-2015, 06:00 AM)cabraman Escreveu:Spoiler:
Tudo isso seria verdade se as mulheres nessa posição não se vissem como princesas aprisionadas, as poucas que conheço que fazem isso, o fazem com muito ressentimento e cobrando altas taxas emocionais de seus companheiros, sempre com ataques, greves, brigas, sem sentido, 7 de cada dez sujeitos nessa condição passaram achar uma tortura ir pras suas casas.
O ego das princesas descalças inviabiliza a estabilidade da família e provavelmente vai estragar mais duas ou três gerações.
Não é o caso de analisar o histórico de vida da moça?
Afinal, é muito mais fácil arranjar um mulher já formada no sentido proposto por Daniel, do que esperar que uma mordenete se comporte e se reinvente como o tal.
O que haverá mesmo é um jogo de conveniência por parte delas para enganar trouxas dizendo-se caseiras.
Já vi um texto de Roberto no MR a falar que mulher caseira e tem essa boa formação até aos 18 anos. Passou dessa idade sem ter essa formação, ai seria o caso de ter sérios motivos para desconfiar de que, com mais idade, ela achou sua boa formação .
Logicamente que pode existir mulheres acima dessa idade 18 anos, mas que tenham tido uma boa formação familiar no início e permanecido com ela na medida em que fora envelhecendo.
Nesse sentido, um dos grandes problemas é a cultura do carpe diem, segundo a qual se você não aproveita cada segundo de sua vida para ter o prazer mais intenso que puder, significa que você não está vivendo e sim vegetando. As pessoas de um modo geral já não enxergam mais a felicidade nas coisas simples do dia a dia, como o convívio familiar, algum hobby, etc. Tem que ser viagens para lugares pitorescos, baladas sem fim, orgias, etc.
Criadas nessa cultura, acontece o que o Cabraman falou: as mulheres se sentem princesas aprisionadas em um casamento tradicional. E o resultado nós já sabemos.
Sobre os relatos do João Andante e do Gary Holt, são mais exemplos para ilustrar o que eu disse inicialmente neste tópico. E quem não conhece um caso assim?
Acrescente a mãe, a vó, a tia, a vizinha, zamigas, todas incentivando o carp diem e o ressentimento.
nenhum relacionamento honesto sobrevive nos dias de hoje.

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