13-05-2012, 06:16 PM
(09-05-2012, 05:11 AM)Vasiliy Zaytsev Escreveu:ME mudei para um a nova cidade faz pouco tempo. Uma cidade rica, desenvolvida. E o mais incrível é, o impressionante número de manginas, capachos, assumidamente submissos as mulheres. O fato da maioria das mulheres trabalharem aqui faz com que os manginas fiquei a mercÊ de um feministo descontrolado, onde, por incrivel que pareça, todos os casos que eu constatei, a mulher manda na relação. Outro detalhe é o impressionante número de mulheres casadas abrindo a relação naturalmente e ainda falando mal do cara que tras comida pra dentro de casa e paga as contas delas. Já que, o dinheiro que elas ganham trabalhando fica apenas para besteiras, como de costume. Desde que vim pra cá, a real está batendo mais e mais forte na minha cara e quando eu falo que não quero casar, o pessoal se espanta, mas diante do que vejo, seria uma situação muita sacrificante e pouca recompensadora.(08-05-2012, 10:30 PM)Kreiss Escreveu:(08-05-2012, 10:25 PM)Kierkegaard Escreveu: Cara, bom texto. Muito bom mesmo.
Eu tenho umas ideias e alguns objetivos que não são "compatíveis" com o modo de pensar da maioria.
Numa conversa descontraída com um colega de trabalho de 24 anos que tem como plano casar, falei em tom de brincadeira sobre algumas partes desse plano e sabem qual a resposta que eu ouvi? "Nunca ouvi tanta besteira".
É amigos, essa é a sociedade.
Quando eu ouço "queria trocar de carro mas MINHA ESPOSA NÃO DEIXOU..." eu sinto que fico prestes à vomitar.
É muita falta de amor próprio.
O popular "patroa" é um negócio que faz-me pensar quantos homens realmente possuem fetiches masoquistas e/ou homossexuais. O cara simplesmente assume que a relação é de empregado-empregador. Lamentável. E não me venham dizer que é coloquialismo, pois para uma gíria espalhar-se, é preciso da egrégora, do ethos, do senso comum. Reparem que os que usam tal termo são bastante submissos.
"A patroa não deixou"
Citar:Postado por John Romano - Hoje 03:50 AM
Uma analogia meio forte, mas que acerta em determinados pontos.
Contudo, não é exatamente o tipo de texto que eu gostaria de ver sendo divulgado em nome do masculinismo, porque é um prato cheio pros nossos opositores...
Também achei uma analogia um tanto forte, passível de uso para mostrar que supostamente seríamos malucos. Mas o autor acerta no tônus do texto. Comentando mais especificamente sobre ele:
Pior do que os que dão agrados caros (esses ainda prendem de algum modo, alfas ricos usam isso também) são os que pagam FACULDADE, CURSINHO E CURSOS. Destes, tenho asco, nojo, ânsia de vômito. A mulher já possui tanta facilidade, tanta ausência de pressão pelo trabalho e ainda vêm esses manginas e fazem isso. Por isso vemos que no vestibular, olimpíadas de talentos, xadrez, os destaques são do sexo masculino. Mas nas primeiras colocações de concursos públicos de várias áreas e de juiz, elas tomaram a frente. Isso deixa uma conclusão óbvia: o homem tem o talento inato, mas elas privilegiam-se pelo establishment, que é todo favorável a elas. Mesmo sendo nitidamente inferiores no talento e potencial intelectual máximo.

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