10-10-2011, 09:30 PM
Não me recordo se fiz esse comentário aqui ou no fórum antigo, mas enfim...
Li em algum lugar que, com a tecnologia atual, já é possÃvel criar imensos bancos de sêmen e simplesmente "descartar" 99% dos homens. Lembrem-se: em última instância, quem mantém a espécie é, basicamente, a fêmea, não o macho. São os úteros, não os "pênises" que procriam...
Contudo, pela natureza ter dado à fêmea tal papel primordial e aos machos um simples papel secundário, surgiu uma pressão evolutiva pelo equilÃbrio das partes e pela manutenção da reprodução sexuada e da variabilidade genética. Isso tornou os machos mais fortes pra sustentar/prover/proteger a fêmea e esta ficou mais frágil e dependente, para poder dedicar-se à gravidez mais longa e à cria dos filhotes.
Porque estou falando essas coisas?
Por uma única razão: Retirada artificialmente a pressão evolutiva por machos mais fortes, estes tornam-se praticamente obsoletos!
Os humanos (os homens, na verdade) se sobrepõem à natureza e muda os rumos da genética na marra, por causa da TECNOLOGIA. Tecnologia que, como disse, já existe.
Esse futuro hipotético e assombroso, onde só aqueles machos alfa geneticamente superiores, iriam procriar TODAS as mulheres da Terra. Mas eles seriam tão escravos quanto os outros burros de carga que sobrariam pra manter a tecnologia funcionando e pros trabalhos mais perigosos. Todos eles seriam, obviamente, amordaçados e monitorados a todo custo.
Parece aterrador, não? Vale lembrar de 2 coisas:
1- mulheres só dependem dos homens até certa medida. Mulheres até podem ser intelectualmente inferiores mas são instintivas e o conhecimento acumulado pelos homens é muito grande. Não havendo violência masculina, não haveria razão do uso de força (ou força bélica). Sendo possÃvel o controle extremo de homens para trabalhos perigosos e/ou intelectuais, não haveria razão para não usar estes homens de maneira descartável.
2- os homens são apenas vistos por elas em contextos utilitaristas, por suas próprias guerrinhas pessoais de ego, pra se sentirem as mais gostosas e desejadas. Porém, não havendo essa disputa ególatra pelos machos, estes tornariam-se inúteis e essas disputas só aconteceria entre elas. Ou ninguém aqui nunca viu aquelas rodinhas de mulheres, onde não se fala absolutamente nada sobre os homens (a não ser ridicularizá-lo)? Para reforçar este segundo ponto, cito Esther Villar:
Como se chega a esse estado de coisas? Simples, meus caros: com a força do ESTADO.
O Estado, fisicamente, não existe. Nos moldes que o conhecemos hoje, só passou a existir no inÃcio do séc XIX.
Ele não é uma pessoa nem um lugar. à apenas uma entidade abstrata, uma construção social formada de pessoas, mas que tem poder e força (masculina, aliás) pra fazer as coisas acontecerem.
Basta que as leis e a polÃtica se dirijam a tais fins, pra que, devagar mas inexoravelmente, estejamos amordaçados por nós mesmos, em nome de "polÃticas públicas de defesa das mulheres" ou de "igualdade de gêneros".
Por agora acho que escrevi demais, e espero crÃticas e refutações fervorosas aos meus argumentos! hahaha
Em outro post eu comento sobre uma teoria fractal que venho matutando nos últimos tempos...
Li em algum lugar que, com a tecnologia atual, já é possÃvel criar imensos bancos de sêmen e simplesmente "descartar" 99% dos homens. Lembrem-se: em última instância, quem mantém a espécie é, basicamente, a fêmea, não o macho. São os úteros, não os "pênises" que procriam...
Contudo, pela natureza ter dado à fêmea tal papel primordial e aos machos um simples papel secundário, surgiu uma pressão evolutiva pelo equilÃbrio das partes e pela manutenção da reprodução sexuada e da variabilidade genética. Isso tornou os machos mais fortes pra sustentar/prover/proteger a fêmea e esta ficou mais frágil e dependente, para poder dedicar-se à gravidez mais longa e à cria dos filhotes.
Porque estou falando essas coisas?
Por uma única razão: Retirada artificialmente a pressão evolutiva por machos mais fortes, estes tornam-se praticamente obsoletos!
Os humanos (os homens, na verdade) se sobrepõem à natureza e muda os rumos da genética na marra, por causa da TECNOLOGIA. Tecnologia que, como disse, já existe.
Esse futuro hipotético e assombroso, onde só aqueles machos alfa geneticamente superiores, iriam procriar TODAS as mulheres da Terra. Mas eles seriam tão escravos quanto os outros burros de carga que sobrariam pra manter a tecnologia funcionando e pros trabalhos mais perigosos. Todos eles seriam, obviamente, amordaçados e monitorados a todo custo.
Parece aterrador, não? Vale lembrar de 2 coisas:
1- mulheres só dependem dos homens até certa medida. Mulheres até podem ser intelectualmente inferiores mas são instintivas e o conhecimento acumulado pelos homens é muito grande. Não havendo violência masculina, não haveria razão do uso de força (ou força bélica). Sendo possÃvel o controle extremo de homens para trabalhos perigosos e/ou intelectuais, não haveria razão para não usar estes homens de maneira descartável.
2- os homens são apenas vistos por elas em contextos utilitaristas, por suas próprias guerrinhas pessoais de ego, pra se sentirem as mais gostosas e desejadas. Porém, não havendo essa disputa ególatra pelos machos, estes tornariam-se inúteis e essas disputas só aconteceria entre elas. Ou ninguém aqui nunca viu aquelas rodinhas de mulheres, onde não se fala absolutamente nada sobre os homens (a não ser ridicularizá-lo)? Para reforçar este segundo ponto, cito Esther Villar:
Citar:Portanto, que outra coisa senão o dinheiro manteria as mulheres junto dos homens? Elas próprias teriam entre se muito de comum, pois o intelecto feminino e a vida emocional feminina estacionaram a um nÃvel
primitivo, ou seja, geral, e não existem, praticamente, mulheres com inclinações individualistas ou aberrantes.
Podermos imaginar facilmente que vida animada elas levariam, umas com as outras, â uma vida paradisÃaca talvez, se bem a um nÃvel horrivelmente baixo. Mas quem se incomoda com isso?
Como se chega a esse estado de coisas? Simples, meus caros: com a força do ESTADO.
O Estado, fisicamente, não existe. Nos moldes que o conhecemos hoje, só passou a existir no inÃcio do séc XIX.
Ele não é uma pessoa nem um lugar. à apenas uma entidade abstrata, uma construção social formada de pessoas, mas que tem poder e força (masculina, aliás) pra fazer as coisas acontecerem.
Basta que as leis e a polÃtica se dirijam a tais fins, pra que, devagar mas inexoravelmente, estejamos amordaçados por nós mesmos, em nome de "polÃticas públicas de defesa das mulheres" ou de "igualdade de gêneros".
Por agora acho que escrevi demais, e espero crÃticas e refutações fervorosas aos meus argumentos! hahaha
Em outro post eu comento sobre uma teoria fractal que venho matutando nos últimos tempos...

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