04-05-2012, 01:11 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 04-05-2012, 01:13 AM por Navarre.)
Knight,
Não tem fórmula mágica. Eu colocava minha cara a tapa (quase literalmente).
Você quer um modus operandi para seguir que seja tiro e queda. Isso não existe. Cada cenário exige uma atuação diferente. O que precisa ser sempre a mesma é a atitude.
Vou dar um exemplo meu para expressar o que falo.
Eu chegava em uma garota americana falando português. A mulher olhava para mim com a maior cara de bunda sem entender nada. Eu então dizia que havia me enganando e achado que ela era brasileira (mentira muito óbvia). Se ela achava graça e sorria, eu iniciava um papo furado tipo "você sabe como as brasileiras são lindas, então foi um comprimento". Se ela continuasse a me olhar com cara séria tipo "o que esse cara faz aqui", eu me mandava.
Em caso positivo, ela vinha com aquela pergunta óbvia "você é brasileiro?" e procurava saber mais sobre mim. Eu dava uma de turista que tinha acabado de chegar e estava curtindo a vida noturna local.
Então eu procurava demonstrar interesse em saber quem era ela fazendo perguntas sobre de onde ela era ou o que fazia da vida, e completava que achava as garotas locais muito atraentes embora as conhecesse muito pouco.
Em seguida começava uma conversa sobre culturas diferentes e como os brasileiros lidavam diferente com relações. Eu explicava que ao se conhecerem, um homem e uma mulher geralmente se beijavam no rosto. Pergunto se ela sabia disso. Se ela achasse graça e demonstrasse interesse, eu descaradamente lhe beijava o rosto e me introduzia novamente sorrindo.
E assim ia.
As vezes eu falava que os brasileiros eram um povo que gostava muito de contato corporal e segurava a mão ou a tocava, mas sempre vazia isso se ela antes confirmasse gostar da idéia com um sorriso.
Depois de um tempo eu já tinha aprendido a diferenciar o silêncio da reação de vergonha do silêncio de reprovação.
Eu nunca pedia desculpas.
Sempre deixava claro que eu era a peça exótica em questão, e mantinha aquele ar seguro, confiante e cafageste que estava invadindo gentilmente o espaço dela sem pedir licensa.
Várias vezes fui cortado, e o mundo não acabou. Algumas vezes reverti o momento desconfortável me fazendo de sonso dizendo sorrindo que esse era o jeito que eu estava acostumado, e que era para ela não se assustar. Mas absolutamente não pedia desculpas.
Uma das coisas que eu fazia era olhar para o relógio e dizer que tinha que achar o meu amigo. Saia dizendo "talvez eu volte". Isso era para dar um tempo para ela sentir a minha falta e de pensar na idéia do "se" (se ele voltar, se eu ficar com ele). Eu ficava de longe olhando a garota conversando com as amigas e prestava atenção se ela ficava me procurando. Alguns minutos depois eu voltava e dizia "tudo bem, meus amigos vão levá-lo para casa porque ele está bêbado como um gambá, mas eu resolvi ficar" (eu havia saído sozinho), completava "você vai ter que cuidar de mim agora, eu sou novo por aqui".
Se ela tivesse gostado de mim, me apresentaria a todo mundo. Se ela fugisse por não querer passar o resto da noite comigo, eu partia para a próxima e começava tudo de novo.
A chave é sair da zona de conforto e não ter medo de mulher. Se ela te dá uma cortada, não feche a cara nem mostre que isso te atingiu. Sorria galantemente e mostre que o problema é ela que está com medo. Diga para ela que não precisa ficar desconfiada, que está tudo bem. Seja ainda mais impertinente.
Não deu certo? "Vou ali e já volto"
Ela não é a única mulher na noite. Bote na sua cabeça que o problema é ela que é antipática e mal amada e não você. Não se ache um coitado e que o mundo vai acabar só porque aquela vadia de merda não te quiz.
Procure algo melhor. Olhe a sua volta e veja quanta gente legal se divertindo. Alguma garota deve estar afim de se divertir essa noite.
As mulheres esperam esse tipo de comportamento de um turista que está alí apenas para curtir a noite local. Mostre descompromisso. Seja audacioso porque você não tem absolutamente nada a perder.
...ou você pode chegar com aquela conversa chata e previsível de que você é um cara legal procurando uma garota legal para ser o amor da sua vida.
Isso em pleno Sábado a noite em Miami não rola!
Não tem fórmula mágica. Eu colocava minha cara a tapa (quase literalmente).
Você quer um modus operandi para seguir que seja tiro e queda. Isso não existe. Cada cenário exige uma atuação diferente. O que precisa ser sempre a mesma é a atitude.
Vou dar um exemplo meu para expressar o que falo.
Eu chegava em uma garota americana falando português. A mulher olhava para mim com a maior cara de bunda sem entender nada. Eu então dizia que havia me enganando e achado que ela era brasileira (mentira muito óbvia). Se ela achava graça e sorria, eu iniciava um papo furado tipo "você sabe como as brasileiras são lindas, então foi um comprimento". Se ela continuasse a me olhar com cara séria tipo "o que esse cara faz aqui", eu me mandava.
Em caso positivo, ela vinha com aquela pergunta óbvia "você é brasileiro?" e procurava saber mais sobre mim. Eu dava uma de turista que tinha acabado de chegar e estava curtindo a vida noturna local.
Então eu procurava demonstrar interesse em saber quem era ela fazendo perguntas sobre de onde ela era ou o que fazia da vida, e completava que achava as garotas locais muito atraentes embora as conhecesse muito pouco.
Em seguida começava uma conversa sobre culturas diferentes e como os brasileiros lidavam diferente com relações. Eu explicava que ao se conhecerem, um homem e uma mulher geralmente se beijavam no rosto. Pergunto se ela sabia disso. Se ela achasse graça e demonstrasse interesse, eu descaradamente lhe beijava o rosto e me introduzia novamente sorrindo.
E assim ia.
As vezes eu falava que os brasileiros eram um povo que gostava muito de contato corporal e segurava a mão ou a tocava, mas sempre vazia isso se ela antes confirmasse gostar da idéia com um sorriso.
Depois de um tempo eu já tinha aprendido a diferenciar o silêncio da reação de vergonha do silêncio de reprovação.
Eu nunca pedia desculpas.
Sempre deixava claro que eu era a peça exótica em questão, e mantinha aquele ar seguro, confiante e cafageste que estava invadindo gentilmente o espaço dela sem pedir licensa.
Várias vezes fui cortado, e o mundo não acabou. Algumas vezes reverti o momento desconfortável me fazendo de sonso dizendo sorrindo que esse era o jeito que eu estava acostumado, e que era para ela não se assustar. Mas absolutamente não pedia desculpas.
Uma das coisas que eu fazia era olhar para o relógio e dizer que tinha que achar o meu amigo. Saia dizendo "talvez eu volte". Isso era para dar um tempo para ela sentir a minha falta e de pensar na idéia do "se" (se ele voltar, se eu ficar com ele). Eu ficava de longe olhando a garota conversando com as amigas e prestava atenção se ela ficava me procurando. Alguns minutos depois eu voltava e dizia "tudo bem, meus amigos vão levá-lo para casa porque ele está bêbado como um gambá, mas eu resolvi ficar" (eu havia saído sozinho), completava "você vai ter que cuidar de mim agora, eu sou novo por aqui".
Se ela tivesse gostado de mim, me apresentaria a todo mundo. Se ela fugisse por não querer passar o resto da noite comigo, eu partia para a próxima e começava tudo de novo.
A chave é sair da zona de conforto e não ter medo de mulher. Se ela te dá uma cortada, não feche a cara nem mostre que isso te atingiu. Sorria galantemente e mostre que o problema é ela que está com medo. Diga para ela que não precisa ficar desconfiada, que está tudo bem. Seja ainda mais impertinente.
Não deu certo? "Vou ali e já volto"
Ela não é a única mulher na noite. Bote na sua cabeça que o problema é ela que é antipática e mal amada e não você. Não se ache um coitado e que o mundo vai acabar só porque aquela vadia de merda não te quiz.
Procure algo melhor. Olhe a sua volta e veja quanta gente legal se divertindo. Alguma garota deve estar afim de se divertir essa noite.
As mulheres esperam esse tipo de comportamento de um turista que está alí apenas para curtir a noite local. Mostre descompromisso. Seja audacioso porque você não tem absolutamente nada a perder.
...ou você pode chegar com aquela conversa chata e previsível de que você é um cara legal procurando uma garota legal para ser o amor da sua vida.

Isso em pleno Sábado a noite em Miami não rola!

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

