30-04-2012, 11:40 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 30-04-2012, 11:45 PM por Rider.)
Outro excerto, pags 174-176:
Kevin: Vc entrevistou mais alguém q está passando pela mesma situação?
Autora: Sim, eu entrevistei dois homens que se comportaram de forma muito diferente que a maioria. O primeiro tomou a iniciativa e decidiu-se pelo divórcio depois q sua mulher falou várias vezes estar infeliz e preferir a separação. Antes que o processo do divórcio terminasse, sua esposa estava tentando se reconciliar, mas ele decidiu que não, devido ao seu desinteresse em trabalhar no casamento antes do divórcio.
O outro homem tratou do problema de forma similar, mas ele tinha uma vantagem. Ele experimentou um problema similar com sua primeira esposa. Ele viveu por três anos [com a primeira esposa] no "limbo", tentando remediar a situação. Apesar dele duvidar que pudesse suportar o trauma de uma segunda separação, ele tomou controle e impediu qq período de "limbo".
Limbo é como a autora chama o período no qual a mulher enrola o marido, e ele tenta fazer de tudo para manter o casamento - normalmente devido aos filhos ou apego à mulher.
Ele percebeu as similaridades entre o comportamento da primeira e da segunda esposa e viu logo q a segunda mulher deveria estar saindo com outra pessoa. Ele falou para ela que, se ela parasse com o caso ele lutaria para manter o casamento; mas ele não aceitaria nada menos que um esforço total dela. ... Ele escreveu uma carta e listou as mudanças que deveriam ocorrer para que o casamento fosse mantido. Eu vou ler uma parte dela:
'Ficar reclamando não é mais aceitável. Se você quiser que eu faça, ou pare d fazer, alguma coisa, VOCÊ TERÁ QUE ME FALAR. EU NÃO ESPERO QUE VOCÊ LEIA MINHA MENTE E NÃO TENTAREI MAIS LER A SUA. Se você quer um relacionamento maduro, você terá 100% de esforço da minha parte; porém, EU NÃO DEIXAREI MEU ESPÍRITO SER DETERIORADO PELA SUA INDECISÃO.'
(...)
Kevin: O que aconteceu com o cara que você falou antes - o que escreveu uma carta para sua mulher?
Autora: A esposa se afastou por 3 semanas. Durante esse tempo, ele agiu como se ela não fosse mais voltar [DESAPEGOU TOTAL]. Ele não falou com ela de forma alguma nesse tempo. No lugar disso, ele se preparou para seguir em frente. Em outras palavras, ele não se permitiu ser tragado pelo joguinho da esposa. Ele também não ficou nervoso nem amargurado, somente consciente [da situação].
Sua esposa terminou voltando pra casa, mas ele tb teria ficado bem se ela não voltasse. (...) Ele comentou comigo que as mulheres de hoje são descuidadas e imprudentes - como um adolescente qdo ganha seu CNH.
Nos EUA vc pode tirar a CNH com 16 anos.
Veja que a autora e o esposo tropeçaram, sem querer, em alguns ensinamentos do N.A.: DESAPEGO e ULTIMATO PARA A ESPERTINHA. O cara aplicou uma REAL na segunda esposa baseado somente em seus instintos.
Se até nos EUA os homens estão descobrindo sozinhos a Real, existe esperança para todos nós.
Kevin: Vc entrevistou mais alguém q está passando pela mesma situação?
Autora: Sim, eu entrevistei dois homens que se comportaram de forma muito diferente que a maioria. O primeiro tomou a iniciativa e decidiu-se pelo divórcio depois q sua mulher falou várias vezes estar infeliz e preferir a separação. Antes que o processo do divórcio terminasse, sua esposa estava tentando se reconciliar, mas ele decidiu que não, devido ao seu desinteresse em trabalhar no casamento antes do divórcio.
O outro homem tratou do problema de forma similar, mas ele tinha uma vantagem. Ele experimentou um problema similar com sua primeira esposa. Ele viveu por três anos [com a primeira esposa] no "limbo", tentando remediar a situação. Apesar dele duvidar que pudesse suportar o trauma de uma segunda separação, ele tomou controle e impediu qq período de "limbo".
Limbo é como a autora chama o período no qual a mulher enrola o marido, e ele tenta fazer de tudo para manter o casamento - normalmente devido aos filhos ou apego à mulher.
Ele percebeu as similaridades entre o comportamento da primeira e da segunda esposa e viu logo q a segunda mulher deveria estar saindo com outra pessoa. Ele falou para ela que, se ela parasse com o caso ele lutaria para manter o casamento; mas ele não aceitaria nada menos que um esforço total dela. ... Ele escreveu uma carta e listou as mudanças que deveriam ocorrer para que o casamento fosse mantido. Eu vou ler uma parte dela:
'Ficar reclamando não é mais aceitável. Se você quiser que eu faça, ou pare d fazer, alguma coisa, VOCÊ TERÁ QUE ME FALAR. EU NÃO ESPERO QUE VOCÊ LEIA MINHA MENTE E NÃO TENTAREI MAIS LER A SUA. Se você quer um relacionamento maduro, você terá 100% de esforço da minha parte; porém, EU NÃO DEIXAREI MEU ESPÍRITO SER DETERIORADO PELA SUA INDECISÃO.'
(...)
Kevin: O que aconteceu com o cara que você falou antes - o que escreveu uma carta para sua mulher?
Autora: A esposa se afastou por 3 semanas. Durante esse tempo, ele agiu como se ela não fosse mais voltar [DESAPEGOU TOTAL]. Ele não falou com ela de forma alguma nesse tempo. No lugar disso, ele se preparou para seguir em frente. Em outras palavras, ele não se permitiu ser tragado pelo joguinho da esposa. Ele também não ficou nervoso nem amargurado, somente consciente [da situação].
Sua esposa terminou voltando pra casa, mas ele tb teria ficado bem se ela não voltasse. (...) Ele comentou comigo que as mulheres de hoje são descuidadas e imprudentes - como um adolescente qdo ganha seu CNH.
Nos EUA vc pode tirar a CNH com 16 anos.
Veja que a autora e o esposo tropeçaram, sem querer, em alguns ensinamentos do N.A.: DESAPEGO e ULTIMATO PARA A ESPERTINHA. O cara aplicou uma REAL na segunda esposa baseado somente em seus instintos.
Se até nos EUA os homens estão descobrindo sozinhos a Real, existe esperança para todos nós.

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