22-01-2015, 02:13 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 22-01-2015, 04:52 AM por Remy LeBeau.)
Na fase da Matrix, os erros no relacionamento são o de praxe: apego, sentimentalismo exacerbado, romantismo, descuido, falta de culhões, desatenção e etc... A soma destes erros levam o homem a sucumbir e as consequências disso já são sabidas.
Perceba que a revolta inicial seguida de uma promiscuidade (como o confrade mesmo disse), nada mais é do que uma armadilha de um ego machucado mas ainda vivo, que no fim leva apenas a uma gradual destruição do corpo e da mente (bebida, tabaco, sexo desenfreado, perda patrimonial e etc), no fim o vazio existencial só cresce. Fazendo uma rápida analogia, se na fase da Matrix existia um "vício" e a BM apenas o adestrou, na fase da promiscuidade, os "vícios" se diversificaram e potencializaram para consequências nefastas. Assim sendo, se o primeiro contato com a Real te empurra para frente, a revolta apenas o faz andar em círculos, travando o seu próprio desenvolvimento.
É por isso que você vê por aí muita gente que tem contato com a Real, mas que passa o resto da vida travado na fase da revolta, sem avançar, sem conseguir superá-la. No fundo, estas pessoas acabam odiando mais a realidade do que a Matrix, são pessoas que nunca estiveram preparadas para descobrir o que estava por trás da "cortina", e que lamentavelmente precisam da Matrix para continuar vivendo. Paciência.
Agora, com a cabeça no lugar, é o momento de canalizar os esforços para si. Atentando-se a manter o foco em benefício próprio, o tal desenvolvimento pessoal, mas não "corrompê-lo" como na fase da promiscuidade, mas sim em atender as reais e importantes necessidades.
Quanto as dicas, o confrade Conrad já postou um excelente texto que aplica a Real aos relacionamentos, e aqui mesmo no fórum existem inúmeras discussões a respeito e relatos para serem estudados.
Sucesso!
Perceba que a revolta inicial seguida de uma promiscuidade (como o confrade mesmo disse), nada mais é do que uma armadilha de um ego machucado mas ainda vivo, que no fim leva apenas a uma gradual destruição do corpo e da mente (bebida, tabaco, sexo desenfreado, perda patrimonial e etc), no fim o vazio existencial só cresce. Fazendo uma rápida analogia, se na fase da Matrix existia um "vício" e a BM apenas o adestrou, na fase da promiscuidade, os "vícios" se diversificaram e potencializaram para consequências nefastas. Assim sendo, se o primeiro contato com a Real te empurra para frente, a revolta apenas o faz andar em círculos, travando o seu próprio desenvolvimento.
É por isso que você vê por aí muita gente que tem contato com a Real, mas que passa o resto da vida travado na fase da revolta, sem avançar, sem conseguir superá-la. No fundo, estas pessoas acabam odiando mais a realidade do que a Matrix, são pessoas que nunca estiveram preparadas para descobrir o que estava por trás da "cortina", e que lamentavelmente precisam da Matrix para continuar vivendo. Paciência.
Agora, com a cabeça no lugar, é o momento de canalizar os esforços para si. Atentando-se a manter o foco em benefício próprio, o tal desenvolvimento pessoal, mas não "corrompê-lo" como na fase da promiscuidade, mas sim em atender as reais e importantes necessidades.
Quanto as dicas, o confrade Conrad já postou um excelente texto que aplica a Real aos relacionamentos, e aqui mesmo no fórum existem inúmeras discussões a respeito e relatos para serem estudados.
Sucesso!


![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

