30-12-2014, 03:29 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 31-12-2014, 12:58 AM por Remy LeBeau.)
Segundo Gilberto Scofield Jr ("Um brasileiro na China", 2007), na China já existe um desequilíbrio de sexos, em que existem mais ou menos 20 milhões de homens a mais do que mulheres. Problema este que surgiu da política de filho único, em que as famílias valorizavam apenas os filhos.
Como é um número expressivo, invariavelmente os homens comuns começaram a disputar o sexo feminino, consequentemente o ego delas inflou e cada uma foi colocada em um pedestal, mesmo aqueles dragões chineses.
Isto se reflete na vida íntima dos homens de lá, já que segundo o autor, os chineses só começam a fazer sexo depois dos 23 anos, existe um comércio ilegal de cadáveres de mulheres para homens que morreram não serem enterrados "solteiros" (uma superstição de lá) e ainda existem as "moças de aluguel", basicamente mulheres que trabalham em agências de relacionamento cobrando 100 yuans (R$ 24)/hora apenas para conversar com homens.
Assim sendo, apesar de não conhecer nenhuma chinesa nativa, imagino que na China não existem motivos para qualquer obscuridade comportamental, sendo tudo explícito. Lá o ego delas já é inflado apenas por serem mulheres, fora que como são poucas, em comparação ao número de homens, os caras estão literalmente disputando elas. Além disso, mesmo o país não sendo um bastião feminazi, os rapazes de lá estão manginando endemicamente, conforme os exemplos do autor.
Assim sendo, qualquer destacado (leia-se: grana ou estrangeiro de um país bom) vai passar o rodo, superando os demais, ao natural.
Talvez pelos destacados locais já terem acesso as mulheres estrangeiras, ou já terem garimpado alguma nativa, elas poderiam estar de olho no Ocidente, e como existem grandes diferenças culturais, estariam observando as características que estão em falta nas mulheres ocidentais (contaminadas pelo feminazismo) e se atentando a elas. Afinal, como é um país cheio de desigualdades, qualquer um com um poder de compra acima da média é visto como um ótimo provedor.
Por fim, mulher é mulher em qualquer lugar do mundo, assim como o homem. E se com o idioma inglês você viaja para qualquer ponto do globo, com a Real você já tem ferramentas para lidar com qualquer mulher do planeta (quiçá do universo)
.
Como é um número expressivo, invariavelmente os homens comuns começaram a disputar o sexo feminino, consequentemente o ego delas inflou e cada uma foi colocada em um pedestal, mesmo aqueles dragões chineses.
Isto se reflete na vida íntima dos homens de lá, já que segundo o autor, os chineses só começam a fazer sexo depois dos 23 anos, existe um comércio ilegal de cadáveres de mulheres para homens que morreram não serem enterrados "solteiros" (uma superstição de lá) e ainda existem as "moças de aluguel", basicamente mulheres que trabalham em agências de relacionamento cobrando 100 yuans (R$ 24)/hora apenas para conversar com homens.
Assim sendo, apesar de não conhecer nenhuma chinesa nativa, imagino que na China não existem motivos para qualquer obscuridade comportamental, sendo tudo explícito. Lá o ego delas já é inflado apenas por serem mulheres, fora que como são poucas, em comparação ao número de homens, os caras estão literalmente disputando elas. Além disso, mesmo o país não sendo um bastião feminazi, os rapazes de lá estão manginando endemicamente, conforme os exemplos do autor.
Assim sendo, qualquer destacado (leia-se: grana ou estrangeiro de um país bom) vai passar o rodo, superando os demais, ao natural.
Talvez pelos destacados locais já terem acesso as mulheres estrangeiras, ou já terem garimpado alguma nativa, elas poderiam estar de olho no Ocidente, e como existem grandes diferenças culturais, estariam observando as características que estão em falta nas mulheres ocidentais (contaminadas pelo feminazismo) e se atentando a elas. Afinal, como é um país cheio de desigualdades, qualquer um com um poder de compra acima da média é visto como um ótimo provedor.
Por fim, mulher é mulher em qualquer lugar do mundo, assim como o homem. E se com o idioma inglês você viaja para qualquer ponto do globo, com a Real você já tem ferramentas para lidar com qualquer mulher do planeta (quiçá do universo)
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