16-12-2014, 04:24 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 16-12-2014, 04:27 PM por André Almeida.)
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/20...legio.html
De acordo com o que a defesa havia informado antes da decisão judicial, mesmo consultas médicas feitas com pediatras particulares contratados pelos pais das supostas vítimas, e que integram o processo, que corre sob sigilo judicial, atestam que não há como concluir que houve abuso. "O certo é que abrisse uma nova instrução", criticou a defensora de Antônio.
"Ele é inocente. Não há nada que ligue o réu ao local dos fatos. Uma condenação absurda baseada na declaração de crianças, sem qualquer prova técnica. Isso assusta", tinha falado a advogada. "As crianças podem ser usadas como arma, por isso eu coloco sob suspeita essa decisão, pela forma que ela está sendo conduzida".
Laudos
As meninas contaram que o ‘tio malvado’, como Antônio ficou conhecido no colégio após ter feito o personagem numa peça teatral, as despiu e colocou as mãos em suas partes íntimas. A violência sexual teria ocorrido durante as aulas de educação física.
A advogada alegou, porém, que as imagens do colégio que gravam a movimentação dos funcionários não foi anexada ao processo. Elas não teriam registrado Antônio com as meninas.
Além disso, laudos periciais juntados recentes ao processo informam que não há nenhum elemento que comprove a ocorrência de abuso sexual nas três crianças. Um exame feito no computador do acusado também foi inconclusivo quanto a possíveis imagens de pedofilia. Os peritos informaram que não encontraram referência a isso.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os laudos sexológicos e do computador não eram fundamentais para comprovar a principal tese da investigação, a de que as crianças teriam sofrido abusos sexuais.
No fim de novembro, pais de alunos fizeram uma manifestação em frente ao colégio pedindo a soltura de Antônio. Mais de 60 pais fizeram um abaixo-assinado dizendo que o ex-monitor é inocente.
Comentário: Óbvio que eu não boto minha mão no fogo, não dá pra saber se o cara é inocente ou não. A investigação não pareceu conclusiva e mesmo assim o cara foi condenado. Só tenho certeza de uma coisa: se fosse uma mulher que tivesse feito a mesma cosia não dava nada.
De acordo com o que a defesa havia informado antes da decisão judicial, mesmo consultas médicas feitas com pediatras particulares contratados pelos pais das supostas vítimas, e que integram o processo, que corre sob sigilo judicial, atestam que não há como concluir que houve abuso. "O certo é que abrisse uma nova instrução", criticou a defensora de Antônio.
"Ele é inocente. Não há nada que ligue o réu ao local dos fatos. Uma condenação absurda baseada na declaração de crianças, sem qualquer prova técnica. Isso assusta", tinha falado a advogada. "As crianças podem ser usadas como arma, por isso eu coloco sob suspeita essa decisão, pela forma que ela está sendo conduzida".
Laudos
As meninas contaram que o ‘tio malvado’, como Antônio ficou conhecido no colégio após ter feito o personagem numa peça teatral, as despiu e colocou as mãos em suas partes íntimas. A violência sexual teria ocorrido durante as aulas de educação física.
A advogada alegou, porém, que as imagens do colégio que gravam a movimentação dos funcionários não foi anexada ao processo. Elas não teriam registrado Antônio com as meninas.
Além disso, laudos periciais juntados recentes ao processo informam que não há nenhum elemento que comprove a ocorrência de abuso sexual nas três crianças. Um exame feito no computador do acusado também foi inconclusivo quanto a possíveis imagens de pedofilia. Os peritos informaram que não encontraram referência a isso.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os laudos sexológicos e do computador não eram fundamentais para comprovar a principal tese da investigação, a de que as crianças teriam sofrido abusos sexuais.
No fim de novembro, pais de alunos fizeram uma manifestação em frente ao colégio pedindo a soltura de Antônio. Mais de 60 pais fizeram um abaixo-assinado dizendo que o ex-monitor é inocente.
Comentário: Óbvio que eu não boto minha mão no fogo, não dá pra saber se o cara é inocente ou não. A investigação não pareceu conclusiva e mesmo assim o cara foi condenado. Só tenho certeza de uma coisa: se fosse uma mulher que tivesse feito a mesma cosia não dava nada.

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