10-12-2014, 10:55 PM
Nossa senhora, nos tempos de Matrix e inexperiência era cada festival de merda...
Quase casei; investi rios de dinheiro em um relacionamento que mesmo na Matrix eu já tinha as suspeitas de que não iria vingar; deixei de viver a minha própria vida para canalizar esforços em relacionamentos fracassados; terminar o relacionamento e logo em seguida ir atrás chorando pra pedir desculpas; acreditar cegamente em tudo que me falavam; e jogar no lixo amizades, com anos de duração, de pessoas que queriam o meu bem, só porque ela "não ia com a cara deles".
Também tive mais de uma BM e também passei pela artimanha da falsa gravidez.
No meu caso, não era pra assumir filho de outro, mas ela inventando que estava grávida de mim logo após o término.
É um recurso utilizado para tentar nos manter na coleira, igual aquelas simulações de suicídio usadas para desviar o foco quando são pegas com a boca na botija, ou quando a casa cai de vez.
Quase casei; investi rios de dinheiro em um relacionamento que mesmo na Matrix eu já tinha as suspeitas de que não iria vingar; deixei de viver a minha própria vida para canalizar esforços em relacionamentos fracassados; terminar o relacionamento e logo em seguida ir atrás chorando pra pedir desculpas; acreditar cegamente em tudo que me falavam; e jogar no lixo amizades, com anos de duração, de pessoas que queriam o meu bem, só porque ela "não ia com a cara deles".
(10-12-2014, 10:06 PM)Apollo Creed Escreveu: Quase ter assumido um filho de outro macho SABENDO que não era meu :rage pois a minha primeira BM, (nem sei se vale mais de uma BM enfim...) disse suspeitar estar grávida do ex-noivo logo quando iniciamos a nossa bela e breve estória de amor. Só não cometi esse crime pois não existia boneco nenhum, ela supostamente se enganou, hoje acredito que ela tenha inventado só para testar meu grau de babaquice.
Também tive mais de uma BM e também passei pela artimanha da falsa gravidez.

No meu caso, não era pra assumir filho de outro, mas ela inventando que estava grávida de mim logo após o término.
É um recurso utilizado para tentar nos manter na coleira, igual aquelas simulações de suicídio usadas para desviar o foco quando são pegas com a boca na botija, ou quando a casa cai de vez.


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