15-04-2012, 09:08 AM
Desculpem ter postado o tópico e meio que o abandonado mas estou voltando agora pra dar uma clareada no assunto.
O foco do post não era a questão da liberação do aborto de fetos anencéfalos, e sim a prontidão que o Conselho Federal de Medicina demonstrou ao formar uma comissão para redefinir o que é anencefalia imediatamente após a liberação.
Acho que a discussão em torno do aborto do anencéfalo não é bem o ponto central, apesar de ter sido o estopim, mas sim até que ponto eles vão afrouxar a definição de anencefalia, considerando que seu objetivo é permitir o aborto o mais rápido possível para "evitar o sofrimento" da mãe, dando o diagnóstico que possibilita o aborto sem maiores exames.
Lembrando também que até o site já posta na matéria que a anencefalia incluiria quem possui ausência PARCIAL do encéfalo, o que não era afirmado anteriormente. Isso já é uma estratégia para aliviar o impacto das mudanças que serão feitas, pondo como se já fosse considerada a mera ausência parcial (no máximo era ausência quase total como patamar) uma definição para anencefalia, a mesma poderia ser estendida a qualquer malformação do encéfalo, até mesmo aquelas que nem de longe impossibilitam a vida extrauterina.
O aborto determinado por motivos eugênicos já está quase terminando de parasitar nosso sistema legal. Digo isso porque o CFM uma autoridade gigantesca em qualquer assunto relativo a legislação que afeta a medicina (obviamente). Como exemplo eu dou a portaria que rege a reprodução assistida no país (inseminação artificial e similares), eles simplesmente têm o poder de determinar absolutamente todas as variáveis, condições e punições para todos os atos que tratam disso, sem consultar ninguem, tampouco buscar limites lógicos, tendo reeditado uma portaria de 92 no ano passado, mudando pouca coisa, enquanto um projeto de lei até sensato está desde 2003 paralizado, afinal fica mais difícil para os infelizes alterar uma lei que simplesmente influenciar alguns indivíduos, que podem brincar de massa de modelar com as normas.
Então é isso,peço desculpas se não deixei claro o suficiente o que queria dizer mas tinha que alertar pra o conteúdo total do post.
O foco do post não era a questão da liberação do aborto de fetos anencéfalos, e sim a prontidão que o Conselho Federal de Medicina demonstrou ao formar uma comissão para redefinir o que é anencefalia imediatamente após a liberação.
Acho que a discussão em torno do aborto do anencéfalo não é bem o ponto central, apesar de ter sido o estopim, mas sim até que ponto eles vão afrouxar a definição de anencefalia, considerando que seu objetivo é permitir o aborto o mais rápido possível para "evitar o sofrimento" da mãe, dando o diagnóstico que possibilita o aborto sem maiores exames.
Lembrando também que até o site já posta na matéria que a anencefalia incluiria quem possui ausência PARCIAL do encéfalo, o que não era afirmado anteriormente. Isso já é uma estratégia para aliviar o impacto das mudanças que serão feitas, pondo como se já fosse considerada a mera ausência parcial (no máximo era ausência quase total como patamar) uma definição para anencefalia, a mesma poderia ser estendida a qualquer malformação do encéfalo, até mesmo aquelas que nem de longe impossibilitam a vida extrauterina.
O aborto determinado por motivos eugênicos já está quase terminando de parasitar nosso sistema legal. Digo isso porque o CFM uma autoridade gigantesca em qualquer assunto relativo a legislação que afeta a medicina (obviamente). Como exemplo eu dou a portaria que rege a reprodução assistida no país (inseminação artificial e similares), eles simplesmente têm o poder de determinar absolutamente todas as variáveis, condições e punições para todos os atos que tratam disso, sem consultar ninguem, tampouco buscar limites lógicos, tendo reeditado uma portaria de 92 no ano passado, mudando pouca coisa, enquanto um projeto de lei até sensato está desde 2003 paralizado, afinal fica mais difícil para os infelizes alterar uma lei que simplesmente influenciar alguns indivíduos, que podem brincar de massa de modelar com as normas.
Então é isso,peço desculpas se não deixei claro o suficiente o que queria dizer mas tinha que alertar pra o conteúdo total do post.

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