31-03-2012, 01:54 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 31-03-2012, 01:56 AM por Smith.)
Vou relatar a minha experiência nesse tópico. Njord, espero que você e os outros confrades leiam.
É o seguinte. Antes de eu morar sozinho, eu morava numa outra cidade, bem pequena, passei minha vida toda lá. Conhecia todo mundo e todo mundo me conhecia, porém eu não conversava muito (sou assim até hoje, é questão de personalidade).
O problema é que eu não tinha oportunidades para conversar. Como era uma cidade tranquila, e eu era sutentado pelos meus pais, eu não precisava ir em lojas, fazer ligações (nem celular tinha na época) para as pessoas, conversar com atendentes dos estabelecimentos, não precisava perguntar a localidade de nada pois já sabia onde ir, etc.
Resumindo, eu "não precisava" conversar com ninguém. Quando saía com algumas garotas não sabia o que falar, e quando conseguia a coisa descambava pro miguxismo.
Só tive sucesso com mulheres que já estavam a fim de mim antes mesmo de eu chegar nelas. Até porque tem aquilo: mulher quando está a fim do cara, ele pode ser mudo que ela ainda vai dar pra ele. E eu comprovo isso, pois perdi a virgindade assim, sem saber conversar com uma garota que já era a fim de mim.
Enfim, voltando ao assunto, depois que eu me mudei pra onde moro atualmente, como agora moro sozinho, sou eu quem tem que se virar pra conseguir as coisas. Como não conhecia ninguém e a cidade aqui é muitíssimo maior que a outra, é impossível que eu conheça todas as pessoas e vice versa.
E nisso, eu ganho uma vantagem: eu posso praticar com vários desconhecidos.
Pra ir nos lugares, eu perguntava pra várias pessoas onde ficava tal lugar, etc. Nisso eu aproveitava pra treinar a falar com desconhecidos. E até mesmo porque eu NECESSITAVA saber onde era o lugar pois se não chegaria atrasado.
Pra pagar as coisas, comprar as coisas, resolver as coisas, eu tinha que ir nos estabelecimentos (banco, supermercado, lojas, etc) e por isso eu não podia ficar com esse cabacismo de ficar com medo de conversar.
A vida na cidade grande é muito intensa, é impossível que você seja tímido, ainda mais quando tem que se virar. Ainda mais quando você passa o dia quase todo fora de casa.
O único lugar que eu não gosto muito de conversar com as pessoas é na academia. No máximo bato um papo rápido com os instrutores mas só fica nisso. Acho ridículo tentar fazer social em academia, mas é apenas opinião/gosto pessoal. Óbvio que se quiserem conversar comigo, eu vou responder numa boa, mas é só isso.
Em meu trabalho, eu preciso conversar com clientes. Eu preciso fazer vários telefonemas para pessoas que eu sequer imagino como é a fisionomia.
Você já imaginou isso, meu amigo? Ligar para um lugar e não ter noção de quem vai te atender e de como vai atender? Eu tinha essa ansiedade antigamente, hoje nem tanto, devido ao exercício diário.
Obs: acabei de ter que ligar pra mais um cliente NESSE EXATO MOMENTO enquanto redijo esse relato. E olha o horário, 00h58min, imagina se o cliente me xinga todo por eu estar ligando pra ele nesse horário? Mas eu já me acostumei a lidar com isso.
Continuando o relato sem pausas para fazer telefonemas, uma vez, passei por uma situação complicada aqui onde moro mas soube contornar. Eu tenho uma prima que corta cabelo, então eu fui lá dar um trato no visual. Chegando lá, fazia tempo que eu não a via, e como não tenho muito costume com ela fiquei meio nervoso. Mas relaxei e a coisa foi prosseguindo. Aí quando ela terminou de cortar meu cabelo ela me chamou pra entrar em casa pra ir ver uns outros primos meus que estavam lá. O problema é que eu nunca tive convívio com esses primos, eles eram apenas "conhecidos" pra mim, mas nunca tive de fato uma conversa com eles. Mas ali eu estava sozinho e não podia sair fora, pois seria constrangedor eu dizer que não quero "ver um parente meu que não vejo há tempos". Ainda por cima, eles também não estavam lembrando de mim, rs. Então quando nos vimos, nos cumprimentamos, e então eles me chamaram até a cozinha pra tomar um café. Eu não tinha a mínima ideia do que conversar e nem como iria sair dali. A única coisa que me ligava com aquele pessoal era o parentesco familiar. Oras, então é isso, caralho! Falar coisas sobre a família!
Começamos a falar essas coisas triviais de família aí do tipo "aah, como está seu pai? Você está trabalhando onde? Há como era bom aquele tempo em que seu pai fazia isso, etc"
Pelo menos nisso, o ser humano tem que ter CÉREBRO pra saber conversar, mesmo que não tenha muita intimidade com os parentes. Então, como eu não sabia me despedir (defeito que ainda tenho, mas estou corrigindo com a prática) dei sorte que meu celular tocou e eu disse que tinha compromisso e que precisava ir. Me despedi deles, todo sorridente, com aquele perfil de quem estava felizão por ter visto a família e tal (esqueci de falar no relato, mas você precisa saber desenvolver suas expressões físicas também, afinal, 90% da linguagem do ser humano é corporal e apenas 10% verbal), tudo na maior atuação.
NO TRABALHO & COM MULHERES
Quando cheguei aqui no meu primeiro dia de emprego, como um próprio colega de empresa meu disse, faltava só eu me esconder debaixo da mesa do refeitório, de tão tímido que eu estava na época. Tinha medo até de ser demitido por causa disso. Com o dia a dia e convívio com o pessoal da empresa eu passei naturalmente a me acostumar com eles e hoje converso naturalmente sem travações, etc, como se fossem "irmãos" mesmo, já que convivo com eles todos os dias praticamente, há quase 8 meses.
Eu cagava de medo do meu chefe, e hoje eu nem ligo mais pra ele, de vez em quando até faço umas zoações. Enfim, a diferença é gritante entre desde o dia que entrei aqui e até hoje.
Na execução de meu serviço, eu fico numa sala isolada, e fica só eu e mais uma ou duas pessoas que trabalham aqui comigo no mesmo período. Com isso, eu passo 8 horas de serviço num mesmo lugar com algumas pessoas. Por isso, é natural que eu converse com elas, até mesmo pra passar o tempo.
E sim, há mulheres aqui trabalhando comigo. E eu já passei quase oito horas SEGUIDAS conversando com elas.
Eu mesmo já percebi, dentre as conversas, que só estávamos conversando pra passar o tempo, ou pra não ficar sem assunto, etc. Quando um ficava sem assunto o outro começava outro e por aí vai.
Uma vez eu até consegui meter a real (mas da maneira correta) aqui em uma guria e um cara que trabalham comigo.
Estávamos falando sobre ser bonzinho e cafajeste, relacionamentos, etc, essas coisas ae. Aproveitei pra meter umas reais de leve e pronto: passei a ser mais respeitado e admirado pela guria, ela até pediu meu telefone depois, rs
(Só explicando, eu nunca tive e não tenho interesse sexual nenhum nas mulheres com quem trabalho, o que está relatado é apenas pra exemplificar a conversação com elas)
O que eu posso tirar de tudo isso cara, é o seguinte: A lida com o ser humano, é algo que, assim como todas as outras, exige PRÁTICA CONSTANTE.
Você só vai conseguir conversar com naturalidade, sem forçações, com o tempo que for se acostumando e convivendo com as pessoas.
No início, quando você conhecer alguém, seja homem ou mulher, SEMPRE será conversas apenas pra manter assunto, apenas pra "conhecer" a outra pessoa, ainda mais se vocês estiverem em um lugar fechado do qual não possam sair, como o trabalho.
Pra tu ter uma ideia, VÁRIAS pessoas com quem eu fiz amizade já foram dispensadas da empresa e contrataram outras pra colocar no lugar. Ou seja, eu SEMPRE estou tendo que construir um vínculo social novo, SEMPRE estou tendo que conhecer e conviver com alguém novo, e SEMPRE estou tendo que me entrosar com pessoas novas, até porque fica chato você passar o tempo todo no serviço com outra pessoa sem ter nenhum tipo de interação com ela.
E eu vou te falar uma coisa: eu não me tornei nenhum extrovertido, palhação, Sílvio Santos por causa disso. Como eu disse, eu sou introvertido, falar pouco faz parte da minha personalidade e isso é algo que não pode ser mudado (até porque eu nem quero mesmo).
Mas o que acontece é que eu aprendi a separar a introversão da cabacice. Aprendi a ser sociável na medida do possível. Eu ainda tenho algumas dificuldades? Tenho, claro. Mas evolui imensamente em relação a como eu era antes.
E em relação à lida sexual com mulheres, é como eu já disse: se a mulher der brecha, você pode ser mudo que tu ainda a comerá. Se ela não tem interesse em manter o assunto, pode ser por 2 motivos:
1- Ela pode ter as mesmas difuculdades que você (tímida, introvertida, etc) para conversar com alguém desconhecido.
a) Mulheres, assim como homens, perdem a timidez quando estão com pessoas mais íntimas, então veja se é possível introduzir alguma mulher que você seja interessado em seu "círculo de convívio". Assim, vocês vão pegando mais intimidade e se soltando mais com o tempo.
b) Ao seguir os conselhos do ítem "a", tome cuidado para não virar miguxo. Mostre sempre que você é um homem sexual. Mostre que você é um macho reprodutor. Como? É só falar, de forma natural, sem parecer exibicionismo, sobre suas cafajestagens com outras mulheres, sobre você ter ficado com fulana, sobre bertana ser a fim de você, enfim, aprenda a desenvolver esses tipos de caôs cafajestes aí.
Caso você não saiba, as mulheres se interessam mais por caras que mantém esse tipo de conversa, pois dá um certo ar de emoção.
Afinal, homens conversam pra trocar informações, mulheres conversam para ter emoções. Internalize isso e já elvis, meu filho.
c) Siga os ensinamentos do livro Como Lidar com Mulheres, do Nessahan Alita
2- Ela pode não estar interessada em você (analise a linguagem corporal dela. Como eu já falei, isso é de extrema importância, apesar de alguns fecharem o CU dizendo que isso não existe). Nesse caso, o negócio é CAIR FORA e tentar com outra.
Caralho bicho, acho que já falei tudo que tinha pra falar, se eu conseguir lembrar de mais alguma coisa, eu posto por aqui.
Mas grave isso: PRATIQUE, PRATIQUE, PRATIQUE, PRATIQUE ATÉ SE TORNAR ALGO NATURAL!
É COM A PRÁTICA QUE SE ALCANÇA A PERFEIÇÃO!
Abraço man, qualquer coisa tamos ae pra ajudar.
É o seguinte. Antes de eu morar sozinho, eu morava numa outra cidade, bem pequena, passei minha vida toda lá. Conhecia todo mundo e todo mundo me conhecia, porém eu não conversava muito (sou assim até hoje, é questão de personalidade).
O problema é que eu não tinha oportunidades para conversar. Como era uma cidade tranquila, e eu era sutentado pelos meus pais, eu não precisava ir em lojas, fazer ligações (nem celular tinha na época) para as pessoas, conversar com atendentes dos estabelecimentos, não precisava perguntar a localidade de nada pois já sabia onde ir, etc.
Resumindo, eu "não precisava" conversar com ninguém. Quando saía com algumas garotas não sabia o que falar, e quando conseguia a coisa descambava pro miguxismo.
Só tive sucesso com mulheres que já estavam a fim de mim antes mesmo de eu chegar nelas. Até porque tem aquilo: mulher quando está a fim do cara, ele pode ser mudo que ela ainda vai dar pra ele. E eu comprovo isso, pois perdi a virgindade assim, sem saber conversar com uma garota que já era a fim de mim.
Enfim, voltando ao assunto, depois que eu me mudei pra onde moro atualmente, como agora moro sozinho, sou eu quem tem que se virar pra conseguir as coisas. Como não conhecia ninguém e a cidade aqui é muitíssimo maior que a outra, é impossível que eu conheça todas as pessoas e vice versa.
E nisso, eu ganho uma vantagem: eu posso praticar com vários desconhecidos.
Pra ir nos lugares, eu perguntava pra várias pessoas onde ficava tal lugar, etc. Nisso eu aproveitava pra treinar a falar com desconhecidos. E até mesmo porque eu NECESSITAVA saber onde era o lugar pois se não chegaria atrasado.
Pra pagar as coisas, comprar as coisas, resolver as coisas, eu tinha que ir nos estabelecimentos (banco, supermercado, lojas, etc) e por isso eu não podia ficar com esse cabacismo de ficar com medo de conversar.
A vida na cidade grande é muito intensa, é impossível que você seja tímido, ainda mais quando tem que se virar. Ainda mais quando você passa o dia quase todo fora de casa.
O único lugar que eu não gosto muito de conversar com as pessoas é na academia. No máximo bato um papo rápido com os instrutores mas só fica nisso. Acho ridículo tentar fazer social em academia, mas é apenas opinião/gosto pessoal. Óbvio que se quiserem conversar comigo, eu vou responder numa boa, mas é só isso.
Em meu trabalho, eu preciso conversar com clientes. Eu preciso fazer vários telefonemas para pessoas que eu sequer imagino como é a fisionomia.
Você já imaginou isso, meu amigo? Ligar para um lugar e não ter noção de quem vai te atender e de como vai atender? Eu tinha essa ansiedade antigamente, hoje nem tanto, devido ao exercício diário.
Obs: acabei de ter que ligar pra mais um cliente NESSE EXATO MOMENTO enquanto redijo esse relato. E olha o horário, 00h58min, imagina se o cliente me xinga todo por eu estar ligando pra ele nesse horário? Mas eu já me acostumei a lidar com isso.
Continuando o relato sem pausas para fazer telefonemas, uma vez, passei por uma situação complicada aqui onde moro mas soube contornar. Eu tenho uma prima que corta cabelo, então eu fui lá dar um trato no visual. Chegando lá, fazia tempo que eu não a via, e como não tenho muito costume com ela fiquei meio nervoso. Mas relaxei e a coisa foi prosseguindo. Aí quando ela terminou de cortar meu cabelo ela me chamou pra entrar em casa pra ir ver uns outros primos meus que estavam lá. O problema é que eu nunca tive convívio com esses primos, eles eram apenas "conhecidos" pra mim, mas nunca tive de fato uma conversa com eles. Mas ali eu estava sozinho e não podia sair fora, pois seria constrangedor eu dizer que não quero "ver um parente meu que não vejo há tempos". Ainda por cima, eles também não estavam lembrando de mim, rs. Então quando nos vimos, nos cumprimentamos, e então eles me chamaram até a cozinha pra tomar um café. Eu não tinha a mínima ideia do que conversar e nem como iria sair dali. A única coisa que me ligava com aquele pessoal era o parentesco familiar. Oras, então é isso, caralho! Falar coisas sobre a família!
Começamos a falar essas coisas triviais de família aí do tipo "aah, como está seu pai? Você está trabalhando onde? Há como era bom aquele tempo em que seu pai fazia isso, etc"
Pelo menos nisso, o ser humano tem que ter CÉREBRO pra saber conversar, mesmo que não tenha muita intimidade com os parentes. Então, como eu não sabia me despedir (defeito que ainda tenho, mas estou corrigindo com a prática) dei sorte que meu celular tocou e eu disse que tinha compromisso e que precisava ir. Me despedi deles, todo sorridente, com aquele perfil de quem estava felizão por ter visto a família e tal (esqueci de falar no relato, mas você precisa saber desenvolver suas expressões físicas também, afinal, 90% da linguagem do ser humano é corporal e apenas 10% verbal), tudo na maior atuação.
NO TRABALHO & COM MULHERES
Quando cheguei aqui no meu primeiro dia de emprego, como um próprio colega de empresa meu disse, faltava só eu me esconder debaixo da mesa do refeitório, de tão tímido que eu estava na época. Tinha medo até de ser demitido por causa disso. Com o dia a dia e convívio com o pessoal da empresa eu passei naturalmente a me acostumar com eles e hoje converso naturalmente sem travações, etc, como se fossem "irmãos" mesmo, já que convivo com eles todos os dias praticamente, há quase 8 meses.
Eu cagava de medo do meu chefe, e hoje eu nem ligo mais pra ele, de vez em quando até faço umas zoações. Enfim, a diferença é gritante entre desde o dia que entrei aqui e até hoje.
Na execução de meu serviço, eu fico numa sala isolada, e fica só eu e mais uma ou duas pessoas que trabalham aqui comigo no mesmo período. Com isso, eu passo 8 horas de serviço num mesmo lugar com algumas pessoas. Por isso, é natural que eu converse com elas, até mesmo pra passar o tempo.
E sim, há mulheres aqui trabalhando comigo. E eu já passei quase oito horas SEGUIDAS conversando com elas.
Eu mesmo já percebi, dentre as conversas, que só estávamos conversando pra passar o tempo, ou pra não ficar sem assunto, etc. Quando um ficava sem assunto o outro começava outro e por aí vai.
Uma vez eu até consegui meter a real (mas da maneira correta) aqui em uma guria e um cara que trabalham comigo.
Estávamos falando sobre ser bonzinho e cafajeste, relacionamentos, etc, essas coisas ae. Aproveitei pra meter umas reais de leve e pronto: passei a ser mais respeitado e admirado pela guria, ela até pediu meu telefone depois, rs
(Só explicando, eu nunca tive e não tenho interesse sexual nenhum nas mulheres com quem trabalho, o que está relatado é apenas pra exemplificar a conversação com elas)
O que eu posso tirar de tudo isso cara, é o seguinte: A lida com o ser humano, é algo que, assim como todas as outras, exige PRÁTICA CONSTANTE.
Você só vai conseguir conversar com naturalidade, sem forçações, com o tempo que for se acostumando e convivendo com as pessoas.
No início, quando você conhecer alguém, seja homem ou mulher, SEMPRE será conversas apenas pra manter assunto, apenas pra "conhecer" a outra pessoa, ainda mais se vocês estiverem em um lugar fechado do qual não possam sair, como o trabalho.
Pra tu ter uma ideia, VÁRIAS pessoas com quem eu fiz amizade já foram dispensadas da empresa e contrataram outras pra colocar no lugar. Ou seja, eu SEMPRE estou tendo que construir um vínculo social novo, SEMPRE estou tendo que conhecer e conviver com alguém novo, e SEMPRE estou tendo que me entrosar com pessoas novas, até porque fica chato você passar o tempo todo no serviço com outra pessoa sem ter nenhum tipo de interação com ela.
E eu vou te falar uma coisa: eu não me tornei nenhum extrovertido, palhação, Sílvio Santos por causa disso. Como eu disse, eu sou introvertido, falar pouco faz parte da minha personalidade e isso é algo que não pode ser mudado (até porque eu nem quero mesmo).
Mas o que acontece é que eu aprendi a separar a introversão da cabacice. Aprendi a ser sociável na medida do possível. Eu ainda tenho algumas dificuldades? Tenho, claro. Mas evolui imensamente em relação a como eu era antes.
E em relação à lida sexual com mulheres, é como eu já disse: se a mulher der brecha, você pode ser mudo que tu ainda a comerá. Se ela não tem interesse em manter o assunto, pode ser por 2 motivos:
1- Ela pode ter as mesmas difuculdades que você (tímida, introvertida, etc) para conversar com alguém desconhecido.
a) Mulheres, assim como homens, perdem a timidez quando estão com pessoas mais íntimas, então veja se é possível introduzir alguma mulher que você seja interessado em seu "círculo de convívio". Assim, vocês vão pegando mais intimidade e se soltando mais com o tempo.
b) Ao seguir os conselhos do ítem "a", tome cuidado para não virar miguxo. Mostre sempre que você é um homem sexual. Mostre que você é um macho reprodutor. Como? É só falar, de forma natural, sem parecer exibicionismo, sobre suas cafajestagens com outras mulheres, sobre você ter ficado com fulana, sobre bertana ser a fim de você, enfim, aprenda a desenvolver esses tipos de caôs cafajestes aí.
Caso você não saiba, as mulheres se interessam mais por caras que mantém esse tipo de conversa, pois dá um certo ar de emoção.
Afinal, homens conversam pra trocar informações, mulheres conversam para ter emoções. Internalize isso e já elvis, meu filho.
c) Siga os ensinamentos do livro Como Lidar com Mulheres, do Nessahan Alita
2- Ela pode não estar interessada em você (analise a linguagem corporal dela. Como eu já falei, isso é de extrema importância, apesar de alguns fecharem o CU dizendo que isso não existe). Nesse caso, o negócio é CAIR FORA e tentar com outra.
Caralho bicho, acho que já falei tudo que tinha pra falar, se eu conseguir lembrar de mais alguma coisa, eu posto por aqui.
Mas grave isso: PRATIQUE, PRATIQUE, PRATIQUE, PRATIQUE ATÉ SE TORNAR ALGO NATURAL!
É COM A PRÁTICA QUE SE ALCANÇA A PERFEIÇÃO!
Abraço man, qualquer coisa tamos ae pra ajudar.

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