16-09-2014, 02:47 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 16-09-2014, 02:57 PM por Mandrake.)
Sendo ecológico em relação a percepção
Ao dar e receber feedback, que é uma habilidade interpessoal crítica no coaching, no treinamento, na terapia, na administração, nos cuidados paternos e nos relacionamentos amorosos, se é tudo projeção, então não tem nada que realmente possamos oferecer um ao outro como feedback correcional. Então, de fato, não haveria feedback. No entanto, se é parte projeção e parte detecção, então pode haver feedback - preciso, útil, baseado no sensorial e um feedback importante.
Se o feedback, como uma habilidade interpessoal de coaching e de gestão, é uma habilidade importante, então quanto mais clara for a nossa percepção, mais útil e valioso o nosso feedback. Isso significa que nós podemos realmente trabalhar em nossas percepções para aprender a perceber com mais precisão e com menor projeção. Isso é possível?
Maslow pensava assim. De fato, ele descreve isso como um dos sinais da pessoa auto-realizada saudável que funciona não de uma necessidade/deficiência, mas de uma necessidade/crescimento. Ele recomenda uma percepção que não seja baseada em uma necessidade/interesse, mas numa necessidade/desinteresse, uma percepção separada, uma percepção menos desejosa que estava pronta e capaz de ver coisas como elas eram sem precisar que fossem de uma maneira ou outra, uma percepção não julgadora.
Aí, ele descreve a pessoa auto-realizada como tendo uma “percepção superior da realidade”.
Se o feedback, como uma habilidade interpessoal de coaching e de gestão, é uma habilidade importante, então quanto mais clara for a nossa percepção, mais útil e valioso o nosso feedback. Isso significa que nós podemos realmente trabalhar em nossas percepções para aprender a perceber com mais precisão e com menor projeção. Isso é possível?
Maslow pensava assim. De fato, ele descreve isso como um dos sinais da pessoa auto-realizada saudável que funciona não de uma necessidade/deficiência, mas de uma necessidade/crescimento. Ele recomenda uma percepção que não seja baseada em uma necessidade/interesse, mas numa necessidade/desinteresse, uma percepção separada, uma percepção menos desejosa que estava pronta e capaz de ver coisas como elas eram sem precisar que fossem de uma maneira ou outra, uma percepção não julgadora.
Aí, ele descreve a pessoa auto-realizada como tendo uma “percepção superior da realidade”.
Citar:"A pessoa auto-realizada é mais capaz de perceber o mundo como se ele fosse independente, não apenas dela, mas também dos seres humanos em geral. Isso também tende a ser verdadeiro para o ser humano médio em seus momentos mais elevados, ou seja, em suas experiências de pico.
Ele pode, então, mais facilmente olhar para a natureza como se ela estivesse lá em si e para si, e não simplesmente como se fosse um playground humano ali colocado para fins humanos... Ter conhecimento sobre isso parece tornar a percepção mais rica." (pp. 76-77, Toward a Psychology of Being).
"A percepção deve ser suave, atenciosa, não intrometida, complacente, capaz de se ajustar passivamente à natureza das coisas..."
Se a percepção não é tudo projeção, mas em parte detecção, e se nós podemos "perder a nossa meta-mente" para que possamos vir cada vez mais para o momento, para a experiência, então nós podemos desenvolver a percepção mais limpa e mais clara do que ela é.
E isso nos oferece uma habilidade poderosa que propicia sucesso já que isso nos permite usar o feedback para um aperfeiçoamento, aprendizado e ajustes contínuos.
Portanto, a percepção não é apenas uma projeção, também é detecção. Super-simplificar a percepção como apenas projeção faz uma injustiça a nós, e no final pode nos levar à rejeição do feedback e da incapacidade de desenvolver um meta-estado sólido para receber feedback de forma eficaz.
Porque a percepção não é apenas uma projeção, nós podemos aprender a perder a nossa meta-mente de julgamentos, avaliações e critérios e estar mais no presente.
Podemos aprender a tornar a nossa percepção mais limpa e mais clara. Nós podemos aprender a dar feedback mais claros quando nós entramos mais frequentemente para o estado de saber/não saber e o estado de consciência não-julgadora.
Se a percepção não é tudo projeção, mas em parte detecção, e se nós podemos "perder a nossa meta-mente" para que possamos vir cada vez mais para o momento, para a experiência, então nós podemos desenvolver a percepção mais limpa e mais clara do que ela é.
E isso nos oferece uma habilidade poderosa que propicia sucesso já que isso nos permite usar o feedback para um aperfeiçoamento, aprendizado e ajustes contínuos.
Portanto, a percepção não é apenas uma projeção, também é detecção. Super-simplificar a percepção como apenas projeção faz uma injustiça a nós, e no final pode nos levar à rejeição do feedback e da incapacidade de desenvolver um meta-estado sólido para receber feedback de forma eficaz.
Porque a percepção não é apenas uma projeção, nós podemos aprender a perder a nossa meta-mente de julgamentos, avaliações e critérios e estar mais no presente.
Podemos aprender a tornar a nossa percepção mais limpa e mais clara. Nós podemos aprender a dar feedback mais claros quando nós entramos mais frequentemente para o estado de saber/não saber e o estado de consciência não-julgadora.
Spoiler:

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

