06-09-2014, 12:00 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 06-09-2014, 12:02 PM por DonSegreto.)
(06-09-2014, 11:53 AM)FernandoNoNamed Escreveu:E esse molde é muito detalhado!(06-09-2014, 11:46 AM)DonSegreto Escreveu: (...)E o que dizer do "sertanojo" universitário? São músicas de corno, cantadas por branquelos "bochechudos", meigos e pouco viris que ficam chorando por amores mal resolvidos... Ou estou exagerando???
A imagem cada vez mais carimbada é a de que o negro é mais viril, garanhão, malandrão e bom de cama, ao passo que o branco é o romântico, apaixonado, "fofo", mas sem pegada.
Exatamente. A sociedade esta sendo "moldada" para ver os brancos como provedores e os negros como alphas... Pessoalmente acho isto um absurdo. Deveríamos acabar com os esteriótipos raciais, não reforça-los...
A própria forma como os rappers e funkeiros se expressam demonstram "familiaridade" e "auto confiança" com a sua sexualidade masculina. Já os sertanejos fazem uma interpretação romântica, com apenas alguns toques sutis de malandragem, mas mesmo assim predominantemente MANGINA!
Alexandre Pires ainda é um dos poucos negros famosos na música que interpretava canções românticas, ao estilo do corno mal amado e sofredor. Claro que tem outros sambistas também, mas o samba sempre nos remete a malandragem, que é um atributo de valor sexual no homem.
O rock está decadente, restando um bando de cabeludos gordos ou magrelos, branquelos e espinhentos dando gritinhos e batendo o pé!
Enquanto isso o rap e o funk (de predominância negra) explora a revolta, a violência e a ginga. O R&B (também de predominância negra e parda) a sensualidade máscula e auto-confiante... Já o sertanejo, rock, e pop é cheio de branquelinhos corno, espinhento e viadinho respectivamente.

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