06-09-2014, 11:46 AM
Esse é um assunto muito, mas muito polêmico, e poderá dar muito pano pra manga, em vários extremos...
Existem "racialistas" que defendem a tese de que negros são, de fato, mais masculinizados do que os brancos, possuindo pênis maior, voz mais grave, silhueta mais "corneta" e braços e pernas mais compridos. Sabemos que as mulheres possuem voz mais aguda, silhueta em forma de "pêra" e braços e pernas mais curtos em relação ao tronco. Subentende-se, dessa forma, que os negros seriam geneticamente mais masculinos do que os europeus e ainda mais masculinos que os asiáticos. Há autores que vivem suas vidas defendendo a tese de padrões genéticos-comportamentais entre negros, brancos e mongóis.
Seguindo essa sugestão racialista (ou racista), ficaria fácil sugerir que há um padrão de papéis predominantes entre os principais grupos étnicos. Os negros seriam os alphas primitivos, os europeus seriam os betas trabalhadores e os asiáticos os nerds anti-sociais de pinto pequeno.
Embora a sociedade, aos olhos da mídia e das outras pessoas, neguem acreditar que haja diferenciação genética nesses "fatores", é público e notório que os negros, a cada dia, são mais conhecidos por serem selvagens e pegadores. Os japoneses sempre tiveram a fama de "pinto pequeno" e serem poucos viris. Os europeus sempre estiveram no "meio-termo", mas a tendência é reforçar os esteriótipos de "negros para sexo casual" e "brancos para namoro e casamento".
Todo mundo nega esse racialismo, mas a pregação persistente desses "padrões" (de forma indireta pela mídia e cultura) acaba por influenciar o sub-consciente das pessoas. E claro, a própria "vitimização" do negro acaba por dar o respaldo moral que faltava ao fetiche da superioridade sexual negra como um "pretexto racional" de dar preferência aos negros como "punição pela opressão do homem branco".
Esse tipo de prática chamada "cuckold" é antiga, remonta os anos 80 nos EUA. Porém, nessa época não havia tanta participação da mídia ao vangloriar o "sexo livre" e muito menos esse maior vislumbre sexual pela cultura afro nos dias de hoje, como é no Brasil. Nos anos 80, as meninas americanas gostavam mesmo é dos rockeiros, e não como acontece de forma crescente no Brasil de hoje com o funk, rap e pagode.
E o que dizer do "sertanojo" universitário? São músicas de corno, cantadas por branquelos "bochechudos", meigos e pouco viris que ficam chorando por amores mal resolvidos... Ou estou exagerando???
A imagem cada vez mais carimbada é a de que o negro é mais viril, garanhão, malandrão e bom de cama, ao passo que o branco é o romântico, apaixonado, "fofo", mas sem pegada.
Existem "racialistas" que defendem a tese de que negros são, de fato, mais masculinizados do que os brancos, possuindo pênis maior, voz mais grave, silhueta mais "corneta" e braços e pernas mais compridos. Sabemos que as mulheres possuem voz mais aguda, silhueta em forma de "pêra" e braços e pernas mais curtos em relação ao tronco. Subentende-se, dessa forma, que os negros seriam geneticamente mais masculinos do que os europeus e ainda mais masculinos que os asiáticos. Há autores que vivem suas vidas defendendo a tese de padrões genéticos-comportamentais entre negros, brancos e mongóis.
Seguindo essa sugestão racialista (ou racista), ficaria fácil sugerir que há um padrão de papéis predominantes entre os principais grupos étnicos. Os negros seriam os alphas primitivos, os europeus seriam os betas trabalhadores e os asiáticos os nerds anti-sociais de pinto pequeno.
Embora a sociedade, aos olhos da mídia e das outras pessoas, neguem acreditar que haja diferenciação genética nesses "fatores", é público e notório que os negros, a cada dia, são mais conhecidos por serem selvagens e pegadores. Os japoneses sempre tiveram a fama de "pinto pequeno" e serem poucos viris. Os europeus sempre estiveram no "meio-termo", mas a tendência é reforçar os esteriótipos de "negros para sexo casual" e "brancos para namoro e casamento".
Todo mundo nega esse racialismo, mas a pregação persistente desses "padrões" (de forma indireta pela mídia e cultura) acaba por influenciar o sub-consciente das pessoas. E claro, a própria "vitimização" do negro acaba por dar o respaldo moral que faltava ao fetiche da superioridade sexual negra como um "pretexto racional" de dar preferência aos negros como "punição pela opressão do homem branco".
Esse tipo de prática chamada "cuckold" é antiga, remonta os anos 80 nos EUA. Porém, nessa época não havia tanta participação da mídia ao vangloriar o "sexo livre" e muito menos esse maior vislumbre sexual pela cultura afro nos dias de hoje, como é no Brasil. Nos anos 80, as meninas americanas gostavam mesmo é dos rockeiros, e não como acontece de forma crescente no Brasil de hoje com o funk, rap e pagode.
E o que dizer do "sertanojo" universitário? São músicas de corno, cantadas por branquelos "bochechudos", meigos e pouco viris que ficam chorando por amores mal resolvidos... Ou estou exagerando???
A imagem cada vez mais carimbada é a de que o negro é mais viril, garanhão, malandrão e bom de cama, ao passo que o branco é o romântico, apaixonado, "fofo", mas sem pegada.

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