05-09-2014, 10:41 PM
Texto retirado de : http://lucianoayan.com/2014/09/05/a-jove...-rousseff/
Nos dias recentes, é difícil imaginar uma vítima maior da ausência deliberada de senso de proporções do que a torcedora Patrícia Moreira, do Grêmio, que há oito dias atrás gritou “macaco” em um estádio para se referir ao goleiro Aranha, do Santos.
Como as notícias recentes nos mostraram, sua vida foi definitivamente destruída a partir daí. De origem humilde, ela perdeu o emprego. Sua família teve que se mudar. Ela não conseguirá emprego tão cedo. O mesmo deve ocorrer com seus pais.
Mas isso ainda não é nem o começo. Ameaçada de morte e estupro aos quatro cantos, ainda teve que se humilhar em público, pedindo desculpas ao goleiro: “Boa tarde. Eu queria muito pedir desculpas ao goleiro Aranha. Desculpas mesmo [...]Perdão, de coração. Eu não sou racista. Perdão, perdão.”
Patrícia pediu encontro para ver se tinha chances de pedir desculpas pessoalmente, o que foi rejeitado por Aranha, que não admite conversar. A ideia é que ela seja punida o máximo que for possível. Contra Patrícia, não há mais limites do que pode ser feito. Sempre foi assim quando as massas são levadas a uma mistura de ódio e histeria, por que agora seria diferente?
Concordo que a prática de racismo é abominável e deve ser punida. Porém, o que estão fazendo com essa garota é absolutamente fora de qualquer proporção. Em relação ao caso, a opinião pública transita entre psicose e psicopatia com muita facilidade.
Nada justifica destruir a vida de alguém por tão pouco. Enquanto isso, a médica urologista que decepou o pênis do namorado voltou a clinicar em Minas Gerais. E quase ninguém falou disso.
Ok, tudo bem, creio que já fechei minha opinião quanto a isso. Mesmo que tudo que esteja acontecendo com Patricia seja injusto e desproporcional, ela ainda será enquadrada no crime de racismo.
Claro que racismo é algo extremamente grave. É correto existirem leis para puni-lo. Porém, somos logicamente obrigados a entender a natureza desta criminalização: é abominável punirmos alguém por uma característica inerente que não prejudique sua vida social. Por isso, é imoral punir ou destratar alguém por ser negro, branco, amarelo ou vermelho.
O duro é quando o movimento LGBT tenta subverter a lógica e equiparar a homossexualidade ao racismo, o que é terminantemente injustificável: a homossexualidade, assim como a heterossexualidade, é um comportamento, e não uma característica inerente.
Mas é exatamente isso o que o movimento LGBT quer, apoiado por políticos de extrema-esquerda como Luciana Genro e Dilma Rousseff. Tudo bem que Dilma fez um acordo com evangélicos há alguns anos para barrar o PL 122, mas a roda girou: recentemente, quando Marina Silva declarou suas opções evangélicas, e contra o projeto que criminaliza a opinião contrária ao comportamento homossexual (chamada de forma deturpada pelo movimento LGBT de “homofobia”), voltou a colocar a defesa dos truques LGBT em sua agenda. Com isso, igualou-se a Luciana Genro nesta questão.
Muito cuidado nessa hora. Enquanto raça não é um comportamento, o homossexualismo é. E o truque aqui, agora apoiado por Dilma, é colocar a crítica ao comportamento homossexual no mesmo patamar que a crítica a alguém por sua cor. Uma desonestidade intelectual sem limites, além de um truque sujíssimo.
Qual o resultado desta ação deliberada da extrema-esquerda? Todos aqueles que manifestarem predileção pelo comportamento heterossexual a ponto de defendê-lo, considerando-o como desejável e preferível, estará submetido ao mesmo risco que se materializou sobre Patrícia.
Assim como Patrícia foi punido por chamar alguém de “macaco” no estádio, o mesmo pode ocorrer quando alguém chamar um são-paulino de “bambi”.
Essa é a consequência inexorável da equiparação do racismo com a crítica ao comportamento homossexual. Pense nisso no momento de votar nas próximas eleições, tirando do páreo partidos que defendem as bandeiras da extrema-esquerda (PT, PCdoB e PSOL).
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Meus comentários.
Se ela tivesse chamado um jogador "branco" de "leite azedo" ou outra coisa, teria a mesma repercussão?
Nos dias recentes, é difícil imaginar uma vítima maior da ausência deliberada de senso de proporções do que a torcedora Patrícia Moreira, do Grêmio, que há oito dias atrás gritou “macaco” em um estádio para se referir ao goleiro Aranha, do Santos.
Como as notícias recentes nos mostraram, sua vida foi definitivamente destruída a partir daí. De origem humilde, ela perdeu o emprego. Sua família teve que se mudar. Ela não conseguirá emprego tão cedo. O mesmo deve ocorrer com seus pais.
Mas isso ainda não é nem o começo. Ameaçada de morte e estupro aos quatro cantos, ainda teve que se humilhar em público, pedindo desculpas ao goleiro: “Boa tarde. Eu queria muito pedir desculpas ao goleiro Aranha. Desculpas mesmo [...]Perdão, de coração. Eu não sou racista. Perdão, perdão.”
Patrícia pediu encontro para ver se tinha chances de pedir desculpas pessoalmente, o que foi rejeitado por Aranha, que não admite conversar. A ideia é que ela seja punida o máximo que for possível. Contra Patrícia, não há mais limites do que pode ser feito. Sempre foi assim quando as massas são levadas a uma mistura de ódio e histeria, por que agora seria diferente?
Concordo que a prática de racismo é abominável e deve ser punida. Porém, o que estão fazendo com essa garota é absolutamente fora de qualquer proporção. Em relação ao caso, a opinião pública transita entre psicose e psicopatia com muita facilidade.
Nada justifica destruir a vida de alguém por tão pouco. Enquanto isso, a médica urologista que decepou o pênis do namorado voltou a clinicar em Minas Gerais. E quase ninguém falou disso.
Ok, tudo bem, creio que já fechei minha opinião quanto a isso. Mesmo que tudo que esteja acontecendo com Patricia seja injusto e desproporcional, ela ainda será enquadrada no crime de racismo.
Claro que racismo é algo extremamente grave. É correto existirem leis para puni-lo. Porém, somos logicamente obrigados a entender a natureza desta criminalização: é abominável punirmos alguém por uma característica inerente que não prejudique sua vida social. Por isso, é imoral punir ou destratar alguém por ser negro, branco, amarelo ou vermelho.
O duro é quando o movimento LGBT tenta subverter a lógica e equiparar a homossexualidade ao racismo, o que é terminantemente injustificável: a homossexualidade, assim como a heterossexualidade, é um comportamento, e não uma característica inerente.
Mas é exatamente isso o que o movimento LGBT quer, apoiado por políticos de extrema-esquerda como Luciana Genro e Dilma Rousseff. Tudo bem que Dilma fez um acordo com evangélicos há alguns anos para barrar o PL 122, mas a roda girou: recentemente, quando Marina Silva declarou suas opções evangélicas, e contra o projeto que criminaliza a opinião contrária ao comportamento homossexual (chamada de forma deturpada pelo movimento LGBT de “homofobia”), voltou a colocar a defesa dos truques LGBT em sua agenda. Com isso, igualou-se a Luciana Genro nesta questão.
Muito cuidado nessa hora. Enquanto raça não é um comportamento, o homossexualismo é. E o truque aqui, agora apoiado por Dilma, é colocar a crítica ao comportamento homossexual no mesmo patamar que a crítica a alguém por sua cor. Uma desonestidade intelectual sem limites, além de um truque sujíssimo.
Qual o resultado desta ação deliberada da extrema-esquerda? Todos aqueles que manifestarem predileção pelo comportamento heterossexual a ponto de defendê-lo, considerando-o como desejável e preferível, estará submetido ao mesmo risco que se materializou sobre Patrícia.
Assim como Patrícia foi punido por chamar alguém de “macaco” no estádio, o mesmo pode ocorrer quando alguém chamar um são-paulino de “bambi”.
Essa é a consequência inexorável da equiparação do racismo com a crítica ao comportamento homossexual. Pense nisso no momento de votar nas próximas eleições, tirando do páreo partidos que defendem as bandeiras da extrema-esquerda (PT, PCdoB e PSOL).
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Meus comentários.
Se ela tivesse chamado um jogador "branco" de "leite azedo" ou outra coisa, teria a mesma repercussão?

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