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Fórum do Búfalo Desenvolvimento Pessoal Outros Real, o verdadeiro Clube da Luta (Roberto)
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Real, o verdadeiro Clube da Luta (Roberto)
Offline cabraman
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Curtido: 36 vezes em 32 posts
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Registrado: Aug 2013
#16
20-06-2014, 07:17 PM
Garanto que a paciência para joguinhos diminuirá exponenciamente. A maioria dos homens que criticam a prostituição nunca usaram os serviços. Basta uma GP dar trato no “pau caseiro” que a mentalidade emasculadora em que ele vivia desce pelo ralo.

Tem também o segundo caso, onde o homem sente as consequências do apaixonamento. Acredito que esse tenha sido o caso da maioria dos membros das comunidades virtuais da real. Chega a um ponto em que a pilantragem passa tanto da linha de tolerância que a fera acorda e o homem procura a libertação. E aí sim, ele finalmente começa a devorar os livros de Nessahan, as postagens dos blogs e passa a ler e participar das comunidades e fóruns.

Prostituição é um serviço essencial para o bem estar do homem. O homem que se recusa a consumir a prostituição por sentir vergonha de recorrer a esse serviço não é diferente de uma pessoa se recusar a comer em um restaurante por ser muito orgulhoso para provar uma comida que não foi feita pela sua mamãezinha. Tem que ser muito imbecil para se recusar a sentir prazer por meio do melhor custo-benefício da atualidade.

A única ressalva que faço a respeito da prostituição é que ela não deve ser usada como escusa à falta de desenvolvimento pessoal. Não é saudável deixar de procurar a evolução ou a socialização só porque possui uma opção garantida de sexo. Relações sexuais com prostitutas profissionais não excluem relações sexuais com “prostitutas civis”. Ao invés de usar uma como desculpa para fugir da outra, por que não ter as duas? A prostituta civil / indireta / social está de greve e se recusa a fornecer sexo sem chantagens emocionais? A melhor solução é se afastar dela e usar a prostituta profissional para o serviço. Quando a civil sentir o desapego e oferecer sexo de conciliação, dê um tempo da profissional. Não existe nenhum motivo para o homem não buscar o equilíbrio entre prostituição civil e profissional. Afinal, o negócio é comer cu e buceta.

O artigo tocou num ponto muito interessante: as mulheres de hoje não tem nada de bom a oferecer além do sexo. E por isso, não passam de prostitutas amadoras. A ideia de ter a exclusividade de uma mulher, tanto do ponto de vista sexual quanto do afetivo, é correta, porém impraticável. Hoje não existe fidelidade e honestidade no mercado sexual. É ineficaz a atitude de procurar uma mulher que não tenha sido afetada pelas porcarias culturais que cercam o mundo atualmente. Primeiro é necessário limpar as porcarias culturais que cercam o mundo atualmente. Depois, substituir as porcarias por uma cultura de valores e respeito. E por fim, só então colher os resultados, que são mulheres próprias para se formar uma família.

Como fazer isso?

1. Não assumir compromisso com: carreiristas, feministas, garotas de programa, mulheres de origem questionável, pseudo-exceções, vadias de toda espécie, etc.
2. Desenvolver-se em todos os aspectos da vida (acadêmico, econômico-financeiro, emocional, espiritual, profissional, sexual, social, etc).
3. Estender a mão a quem honestamente procurar ajuda, compartilhando todos os conhecimentos que adquirir em sua jornada.
Por fim, e não menos importante: se o sexo não é gratuito, a mulher é um objeto. Quando a mulher exigir qualquer compensação por sua companhia, seu afeto ou sua atividade sexual, ela é uma prostituta. Quando a mulher consente que o homem arque inteiramente com as despesas de comida, bebida, combustível ou hospedagem, ela consentiu tacitamente em ser um objeto de consumo. Quando a mulher exige que o homem a conquiste com habilidades sociais como boa conversa, postura corporal, seriedade, serenidade, sutileza nas demonstrações de sexualidade, ela consentiu tacitamente em ser um objeto de consumo. Sexo de graça? Só quando a mulher consente a relação sexual por se sentir genuinamente interessada pela personalidade do homem, pelo que o homem é em si, e não pelo que ele tiver a oferecer.
Muitos pensarão: “mas Roberto, se for assim, toda mulher é um objeto então! É praticamente impossível uma mulher ser tão honesta e igualitária em um relacionamento!”

Resposta correta. Entendeu agora a importância de o homem lutar contra o apaixonamento?



fonte: http://mundorealista.com/forum/viewtopic...20#p146077
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Real, o verdadeiro Clube da Luta (Roberto) - por ohomemquecopia - 19-06-2014, 09:11 PM
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