06-06-2014, 06:21 PM
Vou falar sobre esse assunto. A questão é simples, porém complexa! rs
Como o Sorine falou, e foi uma das coisas mais impactantes que minha pessoa passou a refletir depois de um tempo, e que [b]toda estabilidade é um falsa estabilidade.[b/]
Ninguém é estável, isso é um falácia.
Vejam o caso da crise grega, que em grande parte foi ocasionada pelos altos salários dos funcionários públicos daquele País.
Quando a "coisa aperta", gastos são cortados, funcionários demitidos, ou salários suprimidos, entre outras medidas.
Posso investir no tesouro, é um ótimo investimento, mas nem por isso é isento de risco, é o risco país, mais difícil, porém, existente.
A mesma coisas os funcionários públicos, dependem, como todos, que o governo vá bem, e mais, dependem de um falsa sensação de estabilidade, pois de tempos em tempos, a máquina pública muda, são criadas, novas leis, trocados projetos, etc.
Até mesmo a constituição federal, já tivemos inúmeras, e ela é uma lei suprema, quantas constituições já tivemos neste século? Algumas.
O partidarismo político aqui é muito forte. Isso significa que se um projeto era de um determinado partido, corre grande risco de não ser bem recebido por outro partido.
Bom, com relação a concursos, eu acho uma boa opção, até então. Digo isso porque analisem, estamos em ano eleitoral. Se o PT continuar, continua como está.
Eu, como ser humano, dotado de dicernimento e alguma racionalidade, vi nos concursos minha chance de melhorar de vida.
Poderia ser um empregado e sangrar nobremente por uma corporação empresarial, poderia ser um empresário, começar de baixo, etc.
São opções.
A minha opção foi o serviço público, até então.
E se amanhã tudo mudar?
O sucesso (nesse caso, o sucesso no aspecto profissional / financeiro) depende de um referencial.
Veja, estou vendendo guarda chuvas, o tempo está nublado, vendo muitos. Se aparecer um sol tremendo, der uma reviravolta, vou continuar a vender guarda chuvas? Por óbvio que não, posso vender guardal sol, posso sentar e reclamar, posso até permanecer vendendo os guarda chuvas... mas isso não seria sensato de minha parte.
Essa metáfora exposta acima representa o contexto tão importante nessa escolha.
Ser servidor público ainda hoje é vantagem, mas digo que dentro de pouco tempo, pode não ser tão mais vantajoso, ou pode até continuar sendo, tudo dependerá da própria política, ou seja, dos rumos que o governantes pretendem tomar.
Assim como o House, pra mim, a máquina pública é um meio, para um fim.
Eu desejo independência, mas necessito de capital alto para investir num negócio próprio, que me de rendimentos suficientes para tocar minha vida com tranquilidade.
Depois disso, a depender cogitar a saída do País.
Mas dificilmente o País se tornará comunista, isso leva tempo pra ocorrer, tem todo um cenário, não é do dia pra noite, nem sei se o Brasil está preparado para uma mudança tão radical assim.
Como o Sorine falou, e foi uma das coisas mais impactantes que minha pessoa passou a refletir depois de um tempo, e que [b]toda estabilidade é um falsa estabilidade.[b/]
Ninguém é estável, isso é um falácia.
Vejam o caso da crise grega, que em grande parte foi ocasionada pelos altos salários dos funcionários públicos daquele País.
Quando a "coisa aperta", gastos são cortados, funcionários demitidos, ou salários suprimidos, entre outras medidas.
Posso investir no tesouro, é um ótimo investimento, mas nem por isso é isento de risco, é o risco país, mais difícil, porém, existente.
A mesma coisas os funcionários públicos, dependem, como todos, que o governo vá bem, e mais, dependem de um falsa sensação de estabilidade, pois de tempos em tempos, a máquina pública muda, são criadas, novas leis, trocados projetos, etc.
Até mesmo a constituição federal, já tivemos inúmeras, e ela é uma lei suprema, quantas constituições já tivemos neste século? Algumas.
O partidarismo político aqui é muito forte. Isso significa que se um projeto era de um determinado partido, corre grande risco de não ser bem recebido por outro partido.
Bom, com relação a concursos, eu acho uma boa opção, até então. Digo isso porque analisem, estamos em ano eleitoral. Se o PT continuar, continua como está.
Eu, como ser humano, dotado de dicernimento e alguma racionalidade, vi nos concursos minha chance de melhorar de vida.
Poderia ser um empregado e sangrar nobremente por uma corporação empresarial, poderia ser um empresário, começar de baixo, etc.
São opções.
A minha opção foi o serviço público, até então.
E se amanhã tudo mudar?
O sucesso (nesse caso, o sucesso no aspecto profissional / financeiro) depende de um referencial.
Veja, estou vendendo guarda chuvas, o tempo está nublado, vendo muitos. Se aparecer um sol tremendo, der uma reviravolta, vou continuar a vender guarda chuvas? Por óbvio que não, posso vender guardal sol, posso sentar e reclamar, posso até permanecer vendendo os guarda chuvas... mas isso não seria sensato de minha parte.
Essa metáfora exposta acima representa o contexto tão importante nessa escolha.
Ser servidor público ainda hoje é vantagem, mas digo que dentro de pouco tempo, pode não ser tão mais vantajoso, ou pode até continuar sendo, tudo dependerá da própria política, ou seja, dos rumos que o governantes pretendem tomar.
Assim como o House, pra mim, a máquina pública é um meio, para um fim.
Eu desejo independência, mas necessito de capital alto para investir num negócio próprio, que me de rendimentos suficientes para tocar minha vida com tranquilidade.
Depois disso, a depender cogitar a saída do País.
Mas dificilmente o País se tornará comunista, isso leva tempo pra ocorrer, tem todo um cenário, não é do dia pra noite, nem sei se o Brasil está preparado para uma mudança tão radical assim.

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

