16-05-2014, 10:23 AM
É impensável [...], mas todos nós somos mais possuídos pelo espirito deste mundo do que desejamos admitir; e, para nós, parece que a existência fica sem graça sem que nos entreguemos a tal espirito e suas buscas de felicidade [...] como obtenção ou ostentação.
Jesus, no entanto, nunca propôs um caminho de alienação; visto que orou ao Pai: “Não te peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal”.[/align]
Desse modo, é no mundo que tenho de viver, ao invés de me alienar dele; porém, existe uma vida que atravessa o mundo sem que dependa dos mecanismos e dinâmicas de valores e significados que o impulsionam, bem como animam aos seus alienados seguidores; sim; dos seguidores do curso deste mundo...
Ora, tal vida no mundo, porém sem que se o siga, é aquela única vida que vemos em Jesus e no Seu caminhar humano!
Jesus é Aquele que viveu no mundo, sem anticépticos, mas que, ao mesmo tempo, passou por ele livre do mal; deixando-nos o exemplo de como tal caminhar se torna em vereda de vida para nós.
Paulo disse que uma das realidades que nos caracterizariam como gente no mundo, mas livres deles, seria a capacidade de vivermos em estado diário de desapego.
Desapego! Sim; a afirmação de importância capital feita por Paulo é esta: “Que os casados sejam como se não o fossem; que os que se alegram como se não se alegrassem; que os que choram sejam como se não chorassem; os compram, como se nada possuíssem; os que se utilizam deste mundo, como se dele não se utilizassem” [citação livre].
Desapego; posto que a aparência deste mundo passa... [...]; e tudo o que nele se vende não perdura; posto que seja feito para iludir e não satisfazer jamais...
Além disso, este mundo é afirmado no Evangelho como sendo um cemitério de diversões e de ilusões; daí se afirmar que ele jaz [...]; ou seja: que ele está morto no jazigo do engano das aparências...
Tudo passa; tudo se esvai; tudo logo perde seu brilho; tudo perde sua importância; tudo vira história, conto...[...]; e isto na melhor das hipóteses; sim; posto que tudo seja miragem; tudo seja vaidade e correr atrás do vento em plena alegria de insanidade...
Ora, é apenas quando essa compreensão espiritual nos controla a mente e as interpretações da existência que se começa a colocar o pé no caminho, na vereda, no chão do desapego.
“Pois tudo passa rapidamente e nós voamos” — diz o Salmo!
No fim, o que faz diferença não é ter conhecido a Terra toda, mas seu próprio coração até onde seja possível!
Sim; no fim o que importa não são os muitos conhecimentos, mas os verdadeiros vínculos de amor fiel e leal.
No entanto, para muitos que me leem, viciados que estão nas drogas existenciais do espirito deste mundo, dependentes que se tornaram nos alteradores de consciência do Grande Traficante, tais palavras parecem com os dizeres de um moribundo e desenganado.
Fonte
Jesus, no entanto, nunca propôs um caminho de alienação; visto que orou ao Pai: “Não te peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal”.[/align]
Desse modo, é no mundo que tenho de viver, ao invés de me alienar dele; porém, existe uma vida que atravessa o mundo sem que dependa dos mecanismos e dinâmicas de valores e significados que o impulsionam, bem como animam aos seus alienados seguidores; sim; dos seguidores do curso deste mundo...
Ora, tal vida no mundo, porém sem que se o siga, é aquela única vida que vemos em Jesus e no Seu caminhar humano!
Jesus é Aquele que viveu no mundo, sem anticépticos, mas que, ao mesmo tempo, passou por ele livre do mal; deixando-nos o exemplo de como tal caminhar se torna em vereda de vida para nós.
Paulo disse que uma das realidades que nos caracterizariam como gente no mundo, mas livres deles, seria a capacidade de vivermos em estado diário de desapego.
Desapego! Sim; a afirmação de importância capital feita por Paulo é esta: “Que os casados sejam como se não o fossem; que os que se alegram como se não se alegrassem; que os que choram sejam como se não chorassem; os compram, como se nada possuíssem; os que se utilizam deste mundo, como se dele não se utilizassem” [citação livre].
Desapego; posto que a aparência deste mundo passa... [...]; e tudo o que nele se vende não perdura; posto que seja feito para iludir e não satisfazer jamais...
Além disso, este mundo é afirmado no Evangelho como sendo um cemitério de diversões e de ilusões; daí se afirmar que ele jaz [...]; ou seja: que ele está morto no jazigo do engano das aparências...
Tudo passa; tudo se esvai; tudo logo perde seu brilho; tudo perde sua importância; tudo vira história, conto...[...]; e isto na melhor das hipóteses; sim; posto que tudo seja miragem; tudo seja vaidade e correr atrás do vento em plena alegria de insanidade...
Ora, é apenas quando essa compreensão espiritual nos controla a mente e as interpretações da existência que se começa a colocar o pé no caminho, na vereda, no chão do desapego.
“Pois tudo passa rapidamente e nós voamos” — diz o Salmo!
No fim, o que faz diferença não é ter conhecido a Terra toda, mas seu próprio coração até onde seja possível!
Sim; no fim o que importa não são os muitos conhecimentos, mas os verdadeiros vínculos de amor fiel e leal.
No entanto, para muitos que me leem, viciados que estão nas drogas existenciais do espirito deste mundo, dependentes que se tornaram nos alteradores de consciência do Grande Traficante, tais palavras parecem com os dizeres de um moribundo e desenganado.
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