26-03-2014, 10:39 AM
Então, essas figuras se casaram! Chegou o dia, e eu tinha até esquecido! Aqui vai a análise sobre o texto do casamento. Mesmo esquema, texto original em itálico, meus comentários logo em seguida. Grifos meus.
Babi e Lê – Simplicidade e emoção em casamento em Manaus
(Este texto foi escrito pela amiga da noiva, também blogueira dessa bagaça, pra dar uma visão “de fora” da coisa)
(…) O grande dia da minha amiga e companheira aqui do blog foi além. Como grande entusiasta e frequentadora assídua de casamentos, digo com plena convicção que este foi o melhor que já presenciei. Babi e Lê certamente encheram de alegria e emoção os corações de quem esteve em 12/10/2013 na Vivenda Verde, em Manaus - diferentemente do que acontece na maioria dos casamentos, não ouvi sequer um comentário negativo, juro!
- Claro, amiga não vai queimar a amiga... Mas alguém pode se lembrar que mulheres vivem se bicando, então como essa aí pode estar tão feliz com o casamento da amiga? Simples, ELA JÁ É CASADA, então não rolou inveja, até porque a autora do texto deve ter se casado de forma tradicional, numa igreja chiquetésima, enquanto esse aqui nem é propriamente um casamento, é uma celebração. No fundo, ela quis ver a amiga feliz, mas não mais feliz do que ela!
Anny e Skiter, respectivamente amigos da noiva e do noivo, contaram a história dos dois de forma que só um coração de pedra não se emocionaria. Segundo Anny, Babi já estava desiludida quando conheceu o Lê e sentiu algo diferente, calmo, tranquilo. Já Skiter falou do coração gigante e apaixonado do noivo e lembrou das viagens a trabalho em que, para ele, tudo fazia lembrar a Babi.
- Na fala da amiga, o desespero da noiva, ao pensar que poderia criar gatos eternamente, e aumentar o valor das ações das indústrias farmacêuticas. Na fala do amigo, a dependência emocional do noivo em relação à noiva, e em vez de falar sobre o que a noiva trouxe de bom pra ele, o discurso é todo voltado pra ela! Ou seja, manginismo até o talo! Só o que a noiva sente é o que vale, foda-se o que o noivo sente, ou acha!
Depois, vieram os votos. E, cá entre nós, votos feitos por jornalistas extremamente românticos e com brilho nos olhos deixam qualquer um morrendo de vontade de casar também – ou pelo menos de se apaixonar.
- Nessa hora, só consegui pensar em uma coisa: “Casa, casa que é gostoso!”
[o casamento teve] damonas – quatro super amigas da Babi (…)
- Além das madrinhas (o texto não fala, mas é quase certo que foram escolhidas pela noiva, assim como os padrinhos devem ter sido os pares dessas madrinhas), a noiva escolheu as damas de casamento também!
Link do original: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/dias-no...05160.html
De tempos em tempos vou dar uma olhada nesse blog, pra escrever a terceira parte da análise, a da separação...
Babi e Lê – Simplicidade e emoção em casamento em Manaus
(Este texto foi escrito pela amiga da noiva, também blogueira dessa bagaça, pra dar uma visão “de fora” da coisa)
(…) O grande dia da minha amiga e companheira aqui do blog foi além. Como grande entusiasta e frequentadora assídua de casamentos, digo com plena convicção que este foi o melhor que já presenciei. Babi e Lê certamente encheram de alegria e emoção os corações de quem esteve em 12/10/2013 na Vivenda Verde, em Manaus - diferentemente do que acontece na maioria dos casamentos, não ouvi sequer um comentário negativo, juro!
- Claro, amiga não vai queimar a amiga... Mas alguém pode se lembrar que mulheres vivem se bicando, então como essa aí pode estar tão feliz com o casamento da amiga? Simples, ELA JÁ É CASADA, então não rolou inveja, até porque a autora do texto deve ter se casado de forma tradicional, numa igreja chiquetésima, enquanto esse aqui nem é propriamente um casamento, é uma celebração. No fundo, ela quis ver a amiga feliz, mas não mais feliz do que ela!
Anny e Skiter, respectivamente amigos da noiva e do noivo, contaram a história dos dois de forma que só um coração de pedra não se emocionaria. Segundo Anny, Babi já estava desiludida quando conheceu o Lê e sentiu algo diferente, calmo, tranquilo. Já Skiter falou do coração gigante e apaixonado do noivo e lembrou das viagens a trabalho em que, para ele, tudo fazia lembrar a Babi.
- Na fala da amiga, o desespero da noiva, ao pensar que poderia criar gatos eternamente, e aumentar o valor das ações das indústrias farmacêuticas. Na fala do amigo, a dependência emocional do noivo em relação à noiva, e em vez de falar sobre o que a noiva trouxe de bom pra ele, o discurso é todo voltado pra ela! Ou seja, manginismo até o talo! Só o que a noiva sente é o que vale, foda-se o que o noivo sente, ou acha!
Depois, vieram os votos. E, cá entre nós, votos feitos por jornalistas extremamente românticos e com brilho nos olhos deixam qualquer um morrendo de vontade de casar também – ou pelo menos de se apaixonar.
- Nessa hora, só consegui pensar em uma coisa: “Casa, casa que é gostoso!”
[o casamento teve] damonas – quatro super amigas da Babi (…)
- Além das madrinhas (o texto não fala, mas é quase certo que foram escolhidas pela noiva, assim como os padrinhos devem ter sido os pares dessas madrinhas), a noiva escolheu as damas de casamento também!
Link do original: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/dias-no...05160.html
De tempos em tempos vou dar uma olhada nesse blog, pra escrever a terceira parte da análise, a da separação...

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