21-01-2012, 05:30 PM
Meu parecer é o seguinte:
A obra escrita por N.A. realmente dá margem a interpretações obtusas, quando lida sem senso crítico. Por expor apenas pontos negativos (por questões de foco, como ele mesmo repete inúmeras vezes) do feminino, o leitor pode induzir-se a um pensamento puramente misógino e destrutivo. Por isso o alerta. Basta um pouco de bom-senso pra que isso não aconteça. O problema é que "bom-senso" é um um item de luxo no mundo de hoje...
Outro ponto é que o livro trata apenas de mulheres e do relacionamento com elas. A vida de um homem até pode, erradamente, girar em torno deste único ponto, mas há muitíssimas outras coisas a se fazer pra que o masculino se desenvolva a pleno potencial. Por isso usamos os textos dele como referência para a real, por assim dizer. Real no sentido de realidade do que acontece e no que realmente as move e motiva. A real é o oposto da fumaça, das evasivas e dos despistes que vemos em revistas populares que atrapalham mais do que ajudam, ao apontar este ou aquele comportamento feminino sem explicar seus porquês.
Por fim, ele não queria seguidores porque, a meu ver, na época o que havia disponível eram apenas PUAs e misóginos loucos esperando alguém que justificasse seus próprios fracassos e virgindade. O masculinismo não existia na época das versões iniciais do livro, nem como uma simples ideia, pois tal só nasceria poucos anos depois. Novamente, por isso o alerta.
O masculinismo não é apenas "a arte de lidar com as mulheres" mas um movimento de resgate dos valores tipicamente presentes no caráter de um verdadeiro homem de outrora: honra, respeito, virilidade e domínio sobre si mesmo.
Aquele que se focar exclusivamente nas obras de N.A. jamais poderá dizer-se masculinista porque está deixando de lado o desenvolvimento pessoal em diversos outros planos.
A obra escrita por N.A. realmente dá margem a interpretações obtusas, quando lida sem senso crítico. Por expor apenas pontos negativos (por questões de foco, como ele mesmo repete inúmeras vezes) do feminino, o leitor pode induzir-se a um pensamento puramente misógino e destrutivo. Por isso o alerta. Basta um pouco de bom-senso pra que isso não aconteça. O problema é que "bom-senso" é um um item de luxo no mundo de hoje...
Outro ponto é que o livro trata apenas de mulheres e do relacionamento com elas. A vida de um homem até pode, erradamente, girar em torno deste único ponto, mas há muitíssimas outras coisas a se fazer pra que o masculino se desenvolva a pleno potencial. Por isso usamos os textos dele como referência para a real, por assim dizer. Real no sentido de realidade do que acontece e no que realmente as move e motiva. A real é o oposto da fumaça, das evasivas e dos despistes que vemos em revistas populares que atrapalham mais do que ajudam, ao apontar este ou aquele comportamento feminino sem explicar seus porquês.
Por fim, ele não queria seguidores porque, a meu ver, na época o que havia disponível eram apenas PUAs e misóginos loucos esperando alguém que justificasse seus próprios fracassos e virgindade. O masculinismo não existia na época das versões iniciais do livro, nem como uma simples ideia, pois tal só nasceria poucos anos depois. Novamente, por isso o alerta.
O masculinismo não é apenas "a arte de lidar com as mulheres" mas um movimento de resgate dos valores tipicamente presentes no caráter de um verdadeiro homem de outrora: honra, respeito, virilidade e domínio sobre si mesmo.
Aquele que se focar exclusivamente nas obras de N.A. jamais poderá dizer-se masculinista porque está deixando de lado o desenvolvimento pessoal em diversos outros planos.

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

