20-01-2012, 01:04 AM
![[Imagem: monsterkill.jpg]](http://img690.imageshack.us/img690/5528/monsterkill.jpg)
MONSTER KILL dos dados & Argumentos!
http://noticias.terra.com.br/brasil/noti...em+MG.html
neste noticia le-se claramente
Citar:Segundo a chefe da Divisão de Polícia Especializada da Mulher, Idoso e Deficiente, Olívia de Fátima Braga Melo, já se tornou rotina naquela delegacia a busca por registro de ocorrências onde a mulher figura como agressora e o parceiro como vítima. Além disso, três entre dez mulheres que denunciam o marido ou namorado por agressão física terminam respondendo pelo mesmo delito. A Delegacia de Mulheres da capital atende, em média, 30 mulheres por dia.
\"Em 30% dos casos constatamos que a mulher também é agressora, isso quando não fica claro que é o companheiro quem sofre nas mãos dela\", diz a delegada. Neste caso são registrados dois termos circunstanciados de ocorrência e ambos são encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito.
A juíza coordenadora do Juizado Criminal, Maria Dolores Cordovil, revela que naquela instância são também corriqueiros julgamento de agressões recíprocas. São cerca de 5 mil processos de lesão corporal avaliados mensalmente, 5% dessa natureza. \"Na maior parte dos casos, explicamos que é preciso haver uma representação criminal (manifestar a intenção de que o outro seja processado) mas, na grande maioria das vezes há entendimento entre as partes\", diz.
http://revistaepoca.globo.com/vida/notic...anham.html
O maior levantamento sobre a violência amorosa entre os adolescentes brasileiros
revela que as meninas agridem mais que os meninos. Por que elas ficaram assim?
Citar:[...]As cenas violentas do namoro de L.M. se
repetem na vida de milhões de brasileiros. É o
que revela o mais completo levantamento
sobre agressões no namoro, realizado pelo
Centro Latino-Americano de Estudos de
Violência e Saúde Jorge Careli (Claves) da
Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.
Foram pesquisados 3.200 estudantes de 104
escolas públicas e privadas em dez Estados. A
conclusão é chocante. Nove em cada dez
adolescentes afirmaram praticar ou sofrer
violência no namoro. E quem mais bate são as
meninas. Quase 30% delas disseram agredir
fisicamente o parceiro. São tapas, puxões de
cabelo, empurrões, socos e chutes. Entre os
meninos, 17% se disseram agressores. Essa
violência não distingue situação social. Metade
da amostra é das classes A e B. “As meninas estão reproduzindo um padrão estereotipado do
comportamento masculino”, diz uma das coordenadoras da pesquisa, Kathie Njaine, professora do
Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina. O motivo das
agressões é quase sempre o ciúme e a vontade de manter o parceiro sob controle. O estudo está
no livro Amor e violência (Editora Fiocruz), lançado em agosto.
Número de mulheres presas por violência
contra homens sobe 169% no Reino Unido
http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/06/0...unido.jhtm
Citar:O número de mulheres presas por violência doméstica na Inglaterra e País de Gales mais--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
do que dobrou nos últimos cinco anos, de acordo com uma investigação feita pela BBC
Radio 5, uma emissora doméstica da Grã-Bretanha.
Dados fornecidos pelo Crown Prosecution Service (órgão britânico responsável por levar
crimes investigados pela polícia aos tribunais) mostram que quase 4 mil mulheres foram
presas por cometer violência doméstica no ano passado, em contraste com 1,5 mil em 2005
- um aumento de 169%.
Para alguns especialistas, os índices são um sinal preocupante de uma cultura cada vez
maior de violência por parte da mulher.
Outros dizem que quem mudou foram os homens, hoje mais dispostos a contar que foram
agredidos por esposas e namoradas.
A chefe de polícia Carmel Napier, especialista em violência doméstica de uma associação
de oficiais da polícia da Grã-Bretanha, disse que os números indicam uma maior tendência
por parte da população de denunciar incidentes.
\"Sabemos sobre mais casos agora porque há melhores respostas por parte da polícia,
agências e serviços voluntários e por causa de uma mudança na forma como a sociedade
vê o crime\", disse.[...]
Não está claro por que os índices de mulheres presas por cometer violência doméstica
estão aumentando. Há poucas organizações oferecendo suporte a homens que foram
vítima de violência feminina na Grã-Bretanha.
Uma entidade britânica que oferece o serviço, a Mankind Initiative, disse que em todo o país
existem apenas 70 leitos distribuídos entre 20 abrigos para vítimas homens, em
comparação com 7,5 mil leitos para mulheres que são alvo da violência masculina.
Segundo o presidente da Mankind Initiative, Mark Brooks, apesar do número de mulheres
condenadas, algumas organizações ainda se recusam a reconhecer que homens também
podem ser vítimas de violência doméstica.
\"Há vários serviços telefônicos locais e nacionais de ajuda. Há administrações regionais e
forças policiais que fazem um grande trabalho, incentivando e apoiando homens quando
fazem denúncias, mas são muito poucos\", disse Brooks.
Na opinião dele, os serviços que existem estão cerca de três décadas atrás dos que se
dedicam a vítimas mulheres.
economia
economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,cai-intencao-de-compra-para-2-tri-em-sp-diz-pesquisa,62455,0.htm
onde le-se
Citar:SÃO PAULO - O índice de consumidores da cidade de São Paulo que pretendem
adquirir bens duráveis ou semiduráveis entre abril e junho deste ano recuou 0,8 ponto
porcentual na comparação com o mesmo período de 2010. Os dados fazem parte da
pesquisa de intenção de compra no varejo divulgada hoje pelo Programa de
Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA) e
Felisoni Associados. Entre os 500 entrevistados, 73,8% informaram que devem ir às
compras neste segundo trimestre, ante 74,6% do mesmo intervalo do ano passado.
Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, porém, houve alta de dois pontos
porcentuais. Segundo comunicado do Provar, o aumento da intenção de compra no
segundo trimestre, em relação aos três primeiros meses deste ano, ocorre pelas datas
sazonais, como Dia das Mães e Dia dos Namorados.
Entre os principais produtos que devem ser adquiridos nas redes de varejo nestas datas
estão bens duráveis como telefonia e celular e eletroeletrônicos. O levantamento
ocorreu entre 14 e 25 de março deste ano, com moradores da cidade de São Paulo.
As categorias que apresentaram as maiores retrações na intenção de compra no
segundo trimestre em comparação ao mesmo período de 2010 foram cama, mesa e
banho (-30,8%); linha branca (-28,3%); automóveis (-11,4%); material de construção (-
6,3%) e cine e foto (-4,8%). Já as categorias que apresentaram aumento nas intenções
de compra em relação ao segundo trimestre do ano passado foram: eletroportáteis
(20,8%); eletroeletrônicos (5,3%); telefonia e celulares (4,9%); e móveis (4,3%).
O levantamento também consultou a intenção dos consumidores em comprar na
internet neste segundo trimestre, em parceria com a empresa de monitoramento de
comércio eletrônico e-bit. Segundo a pesquisa, dos 5.803 internautas consultados no
Estado de São Paulo, 85% informaram que podem adquirir bens por meio da internet.
O porcentual é superior ao observado no segundo trimestre do ano passado (80,7%),
mas abaixo do registrado no primeiro trimestre deste ano (90%).
http://g1.globo.com/especiais/dia-das-ma...a-fgv.html
Citar:Segundo o levantamento, feito em mais de dois mil domicílios de sete capitais, entre os dias 1 e 20 de abril, 14,4%http://www.cidadeverde.com/comercio-pelo...2011-77108
dos entrevistados informaram que pretendem ampliar as despesas com presentes. No ano passado, somente 9,7%
dos pesquisados estavam dispostos a aumentar o gasto
[...]De acordo com outra pesquisa da FGV sobre produtos e serviços mais procurados para o Dia das Mães, a
variação média de preços de itens relacionados à data está abaixo da média da inflação do período. A elevação
média de preços de dez produtos e serviços procurados como presentes para as mães acumulou taxa 4,12% em
12 meses até abril. No mesmo período, a inflação média medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil
(IPC-BR) foi de 5,72%.
Citar:Comerciantes trabalham com a expectativa de vender 10% a mais, em 2011, do que o volume comercializado no ano passado pelo dias das mães. A data, comemorada sempre no segundo domingo do mês de maio, é considerada a 2ª mais importante para o comércio no Brasil.seria bom o pessoal montar um grafico com as datas mais rentaveis e curiosamente que elas envolvem tcharam.... MULHERES!
Segundo pesquisa do Fecomércio, somente o natal ultrapassa o volume de vendas registrado no período. Os principais setores beneficiados com a data são o de vestuário, de eletrodomésticos e de perfumes.
Estudo mostra ainda que os brasileiros pretendem gastar entre R$ 30 e R$ 70 com o presente para as mães.
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TRABALHO
http://www.observatoriodegenero.gov.br/m...nece-menor
Citar:O estudo chamado “Tempo de Mulher”, realizado pelo Data Popular, revela que a renda das
mulheres brasileiras passou de R$412,4 bilhões, em 2002, para R$693,5 bilhões este ano,
representando um aumento de 68%. O aumento na renda masculina, no mesmo período, foi de
43,1%; apesar do menor ritmo de crescimento, os salários das mulheres continuam 30% menores.
O Anuário das Mulheres Brasileiras, lançado no último mês pela SPM/PR e Dieese, também
chamou a atenção para o contra-senso dessa diferença na remuneração das mulheres, já que
elas representam a maior parte da população economicamente ativa (PEA) com nível superior
(53,6%).
A pesquisa, que entrevistou 3 mil mulheres em 26 estados do País e partiu de dados da PNAD e
do Dieese, constatou a diferença da renda entre os gêneros nas principais capitais. Em São
Paulo, no ano de 2010, os homens ganharam R$8,94 por hora, enquanto as mulheres receberam
R$6,72. Em Salvador, os homens receberam R$6,50 e as mulheres, R$5,54 por hora.[quote]
http://oglobo.globo.com/economia/boachan...011215.asp
[quote]aumento da escolaridade também pode ser verificado em outros níveis. Em
2003, em média, 44,7% das mulheres desocupadas tinham onze anos ou mais de
estudo. Em 2009, essa proporção ultrapassou significativamente a metade da
população (59,8%). Verificou-se que a população feminina desocupada é
proporcionalmente mais escolarizada que a população feminina acima de 10
anos. Enquanto, em média, 81,2% da população feminina desocupada tinham
oito anos ou mais de escolaridade, na população em idade ativa este
percentual era de 61,1%.
Já a parcela de mulheres ocupadas com nível superior completo era de 19,6%,
também superior ao dos homens (14,2%).Com ensino médio completo (com onze
anos ou mais de estudo), eram 61,2% das trabalhadoras, enquanto que para os
homens, a parcela é de 53,2%. Por outro lado, nos grupos de menor
escolaridade, a participação dos homens era superior a das mulheres.
35,5% das mulheres tinham carteira de trabalho assinada
O estudo do IBGE acrescenta, no entanto, que, em 2009, aproximadamente
35,5% das mulheres estavam inseridas no mercado de trabalho como
empregadas com carteira de trabalho assinada, percentual inferior ao
observado na distribuição masculina (43,9%). As mulheres empregadas sem
carteira e trabalhando por conta própria correspondiam a 30,9%. Entre os
homens, este percentual era de 40%. Já o percentual de mulheres
empregadoras era de 3,6%, pouco mais da metade do percentual verificado na
população masculina (7,0%).
Mulheres trabalham 38,9 horas semanais em média
Apesar de desde 2003 ter ocorrido uma redução de aproximadamente 36minutos na diferença entre a média de horas trabalhadas por homens e
mulheres, no ano passado as mulheres continuaram trabalhando, em média,
menos que os homens. Cabe esclarecer que essa queda foi ocasionada pela
redução na média de horas trabalhadas pelos homens. As mulheres, em 2009,
trabalharam em média 38,9 horas, 4,6 horas a menos que os homens.
As mulheres trabalhavam menos que os homens em todos os grupamentos de
atividade. Com a exceção das mulheres ocupadas em \"Outros Serviços\", as
demais atividades apresentaram aumento da média de horas trabalhadas para
as mulheres. No grupamento \"Administração Pública\", as mulheres trabalharam,
em média, 36,4 horas semanais.
Em 2009, as mulheres com 8 a 10 anos de estudo foram as que declararam
trabalhar mais horas semanais (39,4 horas). No entanto, aquelas com 11 anos ou
mais de estudo foram as que apresentaram a menor diferença na média de
horas trabalhadas em relação aos homens, 3,6 horas. Em 2003, esta diferença
era de 4,4 horas.
As mulheres com um até três anos de estudo foram as que apresentaram a
maior diferença (7,2 horas) na média de horas trabalhadas, quando comparadas
aos homens. Tal realidade é similar à verificada em 2003, quando a diferença
era de 7,3 horas.
O número de horas trabalhadas pelas mulheres que possuíam curso superior
completo somente ultrapassava ao das que tinham até três anos de estudos.
Já as mulheres com 11 anos ou mais de estudo foram as únicas a aumentar a
média de horas trabalhadas semanalmente, em todo o mercado de trabalho: de
38,8 horas em 2003 para 39,1 horas em 2009.
Cresceu o percentual de mulheres adultas querendo trabalhar
A população feminina desocupada (1,057 milhão de mulheres, em 2009) está
muito concentrada no grupo etário entre 25 e 49 anos de idade. Em 2003, as
mulheres nesta faixa etária correspondiam a 49,3% da população feminina
desocupada. Em 2009, elas já eram mais da metade: 54,2%.
Massa de renda das mulheres subiu 68,2%
http://diariodonordeste.globo.com/materi...go=1025970
Citar:A massa de renda da mulher brasileira cresceu 68,2%
entre 2002 e 2011, passando de R$ 412,4 bilhões para
R$ 693,5 bilhões. A variação é 25,1 ponto percentual
superior à expansão de 43,1% obtida no mesmo
período pelo rendimento masculino. Na liderança, as
mulheres da classe C, considerada nova classe média
no País, respondem por quase metade ou 47,1% da
renda feminina do País. Os dados são da pesquisa
\"Tempo de Mulher\", do Instituto Data Popular,
divulgada na última terça-feira. O levantamento,
desenvolvido com base na Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, entrevistou três
mil mulheres em 26 estados do Brasil no segundo
trimestre de 2011.
Além da expressiva participação das trabalhadoras da
classe C na massa de renda feminina do País, o
estudo revela que as faixas com mais destaque logo
depois são as classes A e B, com 22,2% e 20,7% dos
ganhos, respectivamente. A massa de renda das
mulheres da classe D corresponde a 9,6% do total. Na
classe E, apenas 0,5%.
Escolaridade influencia
Para o sócio-diretor do Data Popular Renato Meirelles,
a maior participação da força de trabalho feminina da
classe C no total do rendimento da mulher brasileira
está associada a elevação da escolaridade. \"As
mulheres ganham, a cada dia, mais espaço no
mercado. Isso é sinal de dedicação aos estudos.
Aquelas que pertencem à classe C, por exemplo,
investem muito mais na formação intelectual do que os
homens. É claro que investir na Educação abre muitas
portas\", explica Meirelles, segundo quem a economia
aquecida também tem contribuído.
No comparativo com o público masculino, a pesquisa
evidencia que apesar de a renda da mulher ter crescido
percentualmente mais do que o rendimento dos
homens ao longo dos nove anos em questão, ela se
mantém inferior aos ganhos dos trabalhadores do sexo
masculino nas capitais brasileiras.
[...]
Volume
693 bilhões de reais é a massa de renda da mulher brasileira em 2011. Em 2002, era de R$ 412,4 bilhões
http://vilamulher.terra.com.br/mulheres-...7-884.html
Citar:[...]Segundo informações do Data Popular, não foi
apenas o percentual de satisfação que mudou. O
número de mulheres que contribuem com a renda
familiar também. \"As mulheres da classe C passaram
a contribuir mais com o total da renda familiar. Para
se ter uma ideia, a cada R$ 100 obtidos na classe A,
cerca de R$ 25 são de contribuição feminina. Já na
classe C, o valor da colaboração das mulheres é de R$ 41. Ou seja, a mulher da classe C ficou
mais poderosa\", afirma Meirelles, que pela pesquisa também comprovou que os homens não têm
noção das angústias, anseios e o pensamento da nova mulher.
\"Na avaliação do público masculino, as mulheres são as que mandam mais\", conclui. O
levantamento analisou a opinião de mulheres nos 26 estados, no segundo trimestre deste ano.
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SAUDE
http://drauzio.mediaibox.com.br/ExibirCo...olescencia
Citar:Dra. Alexandrina Meleiro é médica do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.
Drauzio – Por que o suicídio é mais prevalente entre os homens se a depressão é mais prevalente entre
as mulheres?
Alexandrina Meleiro – O homem, em geral, tem mais dificuldade para procurar ajuda, é mais agressivo
e usa métodos mais letais. A mulher tenta mais o suicídio, mas acaba conseguindo ser ajudada porque os
métodos empregados são menos letais.
Por isso, é fundamental dar importância à depressão masculina. Muitas vezes, os homens recorrem ao uso
de álcool e de outras drogas para aplacar os sintomas e agravam ainda mais o quadro. Neles, a depressão
associada ao alcoolismo e ao suicídio assume proporções assustadoras
Drauzio – Existem outros fatores de risco para o suicídio?
Alexandrina Meleiro – Existem fatores de risco e de proteção. São fatores de proteção, por exemplo, ter
religião, participar de grupos sociais e esportivos, ter amigos, filhos, ser casado. Já entre os fatores de
risco destacam-se: ser homem, ter uma doença mental ou física e não contar com suporte social-familiar.
Estudo mostra que meninas estão começando a
desenvolver os seios precocemente, com 7 e 8
anos
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/...350600.asp
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OUTROS
Total de divórcios no Estado de SP sobe
109% em 2010
http://www.estadao.com.br/noticias/geral...4816,0.htm
Citar:O número de divórcios no Estado de São Paulo mais que dobrou no ano passado em
relação a 2009. Foram registrados nos cartórios de notas 9.317 divórcios em 2010, ante
4.459 do ano anterior, o que representa um aumento de 109%. Para a seção paulista do
Colégio Notarial do Brasil (CNB-SP), a alta no total de processos decorre da Emenda
Constitucional 66, que entrou em vigor em julho do ano passado e extinguiu os prazos
necessários para o divórcio. Tanto que o número de separações caiu de 4.224 para 2.728.
O número de divórcios em São Paulo tem aumentado progressivamente desde 2007,
quando uma outra lei, a 11.441/07, desburocratizou o procedimento. A partir de então,
os casais que não possuem filhos menores ou incapazes estão desobrigados de recorrer
ao Judiciário para a realização do processo. A regra permitiu a realização de divórcios
consensuais em cartório.
http://www.estadao.com.br/noticias/cidad...8862,0.htm
Citar:SÃO PAULO - No primeiro semestre deste ano, os cartórios de notas do Estado de São
Paulo realizaram 6.721 divórcios, o que representa um aumento de 286% se comparado
ao mesmo período do ano passado, quando foram realizados 2.348 atos. O balanço foi
divulgado nesta segunda-feira, 15, pelo Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo
(CNB-SP).
Estudo do BID relaciona novelas a divórcios no Brasil
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporter...l_np.shtml
Citar:Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de
instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres
divorciadas cresce com a escolaridade.
O enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores
tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem
significativa das personagens femininas não reflete os papéis
tradicionais de comportamento reservados às mulheres na
sociedade.
Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre
1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens
femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus
parceiros.
Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no
Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso,
segundo os pesquisadores, torna o país um “caso
interessante de estudo”.
Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de
3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002.
“A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a
funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma
crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos
aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas
nas áreas municipais brasileiras”, diz a pesquisa.
Educaçao
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/0...35u46.jhtm
Citar:Os meninos têm notas melhores quando estudam em colégios só para meninos------------------------------------------------------
comparados aos que frequentam escolas mistas, onde as garotas normalmente os
superam, mostrou uma pesquisa recente feita na Nova Zelândia.
O estudo, da Universidade de Otago, comparou o desempenho escolar de mais
de 900 meninos e meninas no Ensino Médio de escolas mistas e separadas na
Nova Zelândia.
Quando os estudantes estavam em escolas separadas pelo sexo, a tendência sutil
era de que os meninos tivessem um desempenho melhor do que o das meninas.
Em escolas mistas, no entanto, havia uma clara tendência de que as garotas
superassem os meninos, em um padrão consistente pelo menos até os 25 anos.
\"Essas descobertas são coerentes com o argumento de que escolas separadas
por gênero reduzem ou eliminam a diferença entre meninos e meninas nos
resultados escolares\", disse Sheree Gibb, da equipe de pesquisas.
O estudo foi publicado pela revista Australian Journal of Education.
ORÇAMENTO feminazi
![[Imagem: orcamentopnpmorgaos.jpg]](http://img560.imageshack.us/img560/3693/orcamentopnpmorgaos.jpg)
It's so unreal...
i had to fall to lose it all
but in the end it doesnot even matter
I've become so numb
I can't feel you there
Keep that in mind I designed this rhyme
To remind myself how
I've tried so hard...
Things aren't the way they were before
You wouldn't even recognize me anymore
You wouldn't even recognize me anymore
You wouldn't even recognize me anymore...
i had to fall to lose it all
but in the end it doesnot even matter
I've become so numb
I can't feel you there
Keep that in mind I designed this rhyme
To remind myself how
I've tried so hard...
Things aren't the way they were before
You wouldn't even recognize me anymore
You wouldn't even recognize me anymore
You wouldn't even recognize me anymore...

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

