08-06-2017, 08:56 AM
Aproveitando a maré baixa no fórum - humildemente farei aqui minhas reflexões.
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Escrevo este tópico com objetivo de não apenas relatar, mas criar uma espécie de registro cronológico com reflexões e insights, afim de não permitir que as experiências, erros e acertos caiam no esquecimento e venham a ser repetidos. Desisti de escrever apenas um relato em respeito aos membros que possuem histórias muito mais difíceis de vida e superação, logo, qualquer tentativa de minha parte de "relatar" algo seria pura presunção.
Continua
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Escrevo este tópico com objetivo de não apenas relatar, mas criar uma espécie de registro cronológico com reflexões e insights, afim de não permitir que as experiências, erros e acertos caiam no esquecimento e venham a ser repetidos. Desisti de escrever apenas um relato em respeito aos membros que possuem histórias muito mais difíceis de vida e superação, logo, qualquer tentativa de minha parte de "relatar" algo seria pura presunção.
Vamos aos fatos.
Ainda sou relativamente jovem, logo na primeira decepção com namorico tive o privilégio de conhecer a Real e os tão distintos fóruns (idos de 2012), mas este tópico não se trata de mulher.
Sempre fui muito estudioso (vulgo CDF) e me destaquei nas escolas públicas que estudei, inclusive perdi uma bolsa de estudos em um colégio particular devido ao contato com os vagabundos de rede pública que me induziam a conversas durante a aula, etc. Aos 14 anos meu pai me instruiu a fazer o vestibular para um curso tecnico em uma instituição federal na minha cidade. Ele pagou (com muito suor e sacrifício) um cursinho preparatório, que foi onde notei que o ensino público era um lixo, pois sofri para acompanhar os playboyzinhos oriundos de escolas particulares. Até então "mulher" não era problema, e mesmo com muito esforço, horas de ônibus, caminhadas e zero dinheiro, fome por não poder comprar lanche, acabei passando no curso, que foi o maior orgulho que já dei pro meu velho.
Durante o curso (que era integrado com ensino médio), admito que deixei o orgulho subir a cabeça, me senti prepotente, e não me dediquei realmente ao curso. Comparecia as aulas, prestava o mínimo de atenção e estudava paras provas na véspera. Graças a minha boa memória, consegui me formar com um coeficiente final de 7,5 pontos, não é tão ruim, mas hoje me dou conta que grande parte do conhecimento se perdeu em minha memória (descobri o motivo ao pesquisar sobre o método de Pier Luigi) e hoje me sinto profundamente arrependido. Fica o ensinamento: Valorize o estudo, se dedique, faça exercícios, seja um estudante e não somente um aluno.Continua

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