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Fórum do Búfalo Desenvolvimento Pessoal Outros Direito - A carreira juridica no Brasil
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Direito - A carreira juridica no Brasil
Offline Roland
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#141
01-05-2016, 05:19 PM
Esse pessoal que entrou agora no Direito não sabe onde está se metendo. Estão comprando o sonho dourado, mas a realidade não tarda a chegar.

Só estou por largar a advocacia e passar em um concurso. Definitivamente não vai pra frente; não aqui.
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Offline Aquiles
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#142
01-05-2016, 05:49 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 01-05-2016, 06:45 PM por Aquiles.)
Eu já sou formado mas futuramente estou pensando em fazer direito.

- edit. se compensar, claro.



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(16-12-2015, 01:57 AM)Basileus Basileon Escreveu:
(14-12-2015, 09:59 AM)John Escreveu: Estou pensando em investir no livro do William Douglas, Como passar em provas e concursos.
Para o pessoal que já leu/teve contato com o livro, vocês acham que vale a pena, devido ao valor do livro? {120 reais}
Existe a versão resumida, que é substancialmente menor que a original {ou deve ser né, pelo preço, 29 reais}, aconselhariam a compra dessa menor?

OBS: Estou perguntando em dois tópicos, nesse e no tópico de Recomendação de Livros.

Não conhecia o autor ou a obra, então fui dar uma olhada nas resenhas, vi que estava classificado como "auto-ajuda", e que se destina a apresentar métodos funcionais para estudo voltado para concursos, não?

No meu ver, acho pouco valioso esse tipo de material. Tais métodos são extremamente individuais. Ainda que, eventualmente, autores venham a apresentar o mecanismo de estudo deles, ou realizem um compilado de métodos de aprovação, uma vez que cada um tem um jeito de estudar e levar as coisas. No caso você teria que se adaptar a um método diferente do seu, que não te garante certeza de aprovação, é só uma sugestão.
É como se fosse uma espécie de "ajuda", e isso você encontra por aí, seja na Internet ou com conhecidos (pessoas próximas que conseguiram lograr êxito, e que servem de parâmetro para medir o sucesso).

É mais fácil você criar a sua disciplina, do que tentar seguir a dos outros. Ademais, e se não passar seguindo o método de terceiros? Não é ruim? Melhor passar ou não passar, seguindo os nossos próprios métodos, pois aí você avalia quais são as suas fraquezas e pontos positivos.

Acho melhor investir o dinheiro em um cursinho bom e em materiais didáticos de ótima qualidade e que tragam exércios, gabaritos, métodos de resolução de questões e por aí vai, até porque é mais produtivo e agrega mais nos seus estudos. Lembrando que vários concursos pelo país fazem questões montadas em grandes Manuais, como por exemplo nos concursos com questões criminais ou da área do Direito Penal, em que é de praxe aparecer conteúdo extraído do Bittencourt.

Eu comprei uma vez um livro desse tipo (de outro autor/editora/mas para concurso). O material era completamente mirabolante e detalhista, ele até desenhava tabelas com horários para dias de semana com disciplinas a serem estudadas, e aquilo ali não servia para mim, porque a minha disciplina é ser mais flexível quanto a horário, estudo e aprofundamento da matéria.

Não questiono a qualidade dessa obra, ou do autor, até porque não os conheço. Questiono apenas esse tipo de literatura, pois acho que cada um tem que correr atrás e estudar, decorar, ler, interpretar e conhecer, afinal isso é muito mais prático, assim como não existe uma fórmula mágica para o sucesso, mas sim a tentativa e erro, superação e aprendizado, força de vontade e investimento.
Até porque ninguém vai ser avaliado em uma prova ou concurso, pelo método de estudo ou tempo investido, mas sim pelo acerto ou erro. É por isso que essas provas possuem um questionário de percepção do conteúdo proposto.

E quem não tem nenhum modelo ou pessoa próxima que tenha obtido sucesso na prática para se aconselhar? Nada foge a possibilidade de buscar um livro ou outra fonte que o auxilie nesse processo inclusive aprendizagem, portanto a meu ver, válido

Claro que tem muita baboseira no mercado, aproveitadores, mas vale a máxima de distinguir o joio do trigo.

William Douglas é referência na área. Já li seu livro, tem dicas sim, é mais um geral, nada muito aprofundado, mas pega todos os aspectos, sendo mais voltado para área do direito, porque tem capítulos sobre oratória, apresentação pessoal, jurisprudência, etc. mas serve para qualquer área.

É bem didático e prazeroso de ler. Se quiser fugir um pouco mais do título autoajuda foque na versão prática e resumida - dizem que não perde em nada. Muitos serão pontos comuns e coisas que você já sabe porém alguma coisa você poderá absorver de útil.
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Offline John
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#143
01-05-2016, 07:35 PM
(01-05-2016, 05:49 PM)Aquiles Escreveu: Eu já sou formado mas futuramente estou pensando em fazer direito.

- edit. se compensar, claro.



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(16-12-2015, 01:57 AM)Basileus Basileon Escreveu:
(14-12-2015, 09:59 AM)John Escreveu: Estou pensando em investir no livro do William Douglas, Como passar em provas e concursos.
Para o pessoal que já leu/teve contato com o livro, vocês acham que vale a pena, devido ao valor do livro? {120 reais}
Existe a versão resumida, que é substancialmente menor que a original {ou deve ser né, pelo preço, 29 reais}, aconselhariam a compra dessa menor?

OBS: Estou perguntando em dois tópicos, nesse e no tópico de Recomendação de Livros.

Não conhecia o autor ou a obra, então fui dar uma olhada nas resenhas, vi que estava classificado como "auto-ajuda", e que se destina a apresentar métodos funcionais para estudo voltado para concursos, não?

No meu ver, acho pouco valioso esse tipo de material. Tais métodos são extremamente individuais. Ainda que, eventualmente, autores venham a apresentar o mecanismo de estudo deles, ou realizem um compilado de métodos de aprovação, uma vez que cada um tem um jeito de estudar e levar as coisas. No caso você teria que se adaptar a um método diferente do seu, que não te garante certeza de aprovação, é só uma sugestão.
É como se fosse uma espécie de "ajuda", e isso você encontra por aí, seja na Internet ou com conhecidos (pessoas próximas que conseguiram lograr êxito, e que servem de parâmetro para medir o sucesso).

É mais fácil você criar a sua disciplina, do que tentar seguir a dos outros. Ademais, e se não passar seguindo o método de terceiros? Não é ruim? Melhor passar ou não passar, seguindo os nossos próprios métodos, pois aí você avalia quais são as suas fraquezas e pontos positivos.

Acho melhor investir o dinheiro em um cursinho bom e em materiais didáticos de ótima qualidade e que tragam exércios, gabaritos, métodos de resolução de questões e por aí vai, até porque é mais produtivo e agrega mais nos seus estudos. Lembrando que vários concursos pelo país fazem questões montadas em grandes Manuais, como por exemplo nos concursos com questões criminais ou da área do Direito Penal, em que é de praxe aparecer conteúdo extraído do Bittencourt.

Eu comprei uma vez um livro desse tipo (de outro autor/editora/mas para concurso). O material era completamente mirabolante e detalhista, ele até desenhava tabelas com horários para dias de semana com disciplinas a serem estudadas, e aquilo ali não servia para mim, porque a minha disciplina é ser mais flexível quanto a horário, estudo e aprofundamento da matéria.

Não questiono a qualidade dessa obra, ou do autor, até porque não os conheço. Questiono apenas esse tipo de literatura, pois acho que cada um tem que correr atrás e estudar, decorar, ler, interpretar e conhecer, afinal isso é muito mais prático, assim como não existe uma fórmula mágica para o sucesso, mas sim a tentativa e erro, superação e aprendizado, força de vontade e investimento.
Até porque ninguém vai ser avaliado em uma prova ou concurso, pelo método de estudo ou tempo investido, mas sim pelo acerto ou erro. É por isso que essas provas possuem um questionário de percepção do conteúdo proposto.

E quem não tem nenhum modelo ou pessoa próxima que tenha obtido sucesso na prática para se aconselhar? Nada foge a possibilidade de buscar um livro ou outra fonte que o auxilie nesse processo inclusive aprendizagem, portanto a meu ver, válido

Claro que tem muita baboseira no mercado, aproveitadores, mas vale a máxima de distinguir o joio do trigo.

William Douglas é referência na área. Já li seu livro, tem dicas sim, é mais um geral, nada muito aprofundado, mas pega todos os aspectos, sendo mais voltado para área do direito, porque tem capítulos sobre oratória, apresentação pessoal, jurisprudência, etc. mas serve para qualquer área.

É bem didático e prazeroso de ler. Se quiser fugir um pouco mais do título autoajuda foque na versão prática e resumida - dizem que não perde em nada. Muitos serão pontos comuns e coisas que você já sabe porém alguma coisa você poderá absorver de útil.

Tenho a versão concisa do livro dele. Vale a pena, pelo preço e por algumas dicas que foram interessantes sim.
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Offline AKRAME
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#144
01-05-2016, 08:44 PM
Hoje para quem quer militar ou seja se profissionalizar na área do direito...
Tem que ralar muito... ha espaço ,mas é extremamente competitivo e a competição é brutal...
Se puderem gastar um dinheiro nesse livro, leia antes de começar na área e para os que estão estudando é leitura obrigatória...
Acredito que 90 % dos que lerem não entrara no Direito......
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[Imagem: 23454.jpg]

Os outros 10% estarão forjado para a área....
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Offline Remy LeBeau
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#145
01-05-2016, 09:03 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 01-05-2016, 09:08 PM por Remy LeBeau.)
(01-05-2016, 05:49 PM)Aquiles Escreveu: Eu já sou formado mas futuramente estou pensando em fazer direito.

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(16-12-2015, 01:57 AM)Basileus Basileon Escreveu:
(14-12-2015, 09:59 AM)John Escreveu: Estou pensando em investir no livro do William Douglas, Como passar em provas e concursos.
Para o pessoal que já leu/teve contato com o livro, vocês acham que vale a pena, devido ao valor do livro? {120 reais}
Existe a versão resumida, que é substancialmente menor que a original {ou deve ser né, pelo preço, 29 reais}, aconselhariam a compra dessa menor?

OBS: Estou perguntando em dois tópicos, nesse e no tópico de Recomendação de Livros.

Não conhecia o autor ou a obra, então fui dar uma olhada nas resenhas, vi que estava classificado como "auto-ajuda", e que se destina a apresentar métodos funcionais para estudo voltado para concursos, não?

No meu ver, acho pouco valioso esse tipo de material. Tais métodos são extremamente individuais. Ainda que, eventualmente, autores venham a apresentar o mecanismo de estudo deles, ou realizem um compilado de métodos de aprovação, uma vez que cada um tem um jeito de estudar e levar as coisas. No caso você teria que se adaptar a um método diferente do seu, que não te garante certeza de aprovação, é só uma sugestão.
É como se fosse uma espécie de "ajuda", e isso você encontra por aí, seja na Internet ou com conhecidos (pessoas próximas que conseguiram lograr êxito, e que servem de parâmetro para medir o sucesso).

É mais fácil você criar a sua disciplina, do que tentar seguir a dos outros. Ademais, e se não passar seguindo o método de terceiros? Não é ruim? Melhor passar ou não passar, seguindo os nossos próprios métodos, pois aí você avalia quais são as suas fraquezas e pontos positivos.

Acho melhor investir o dinheiro em um cursinho bom e em materiais didáticos de ótima qualidade e que tragam exércios, gabaritos, métodos de resolução de questões e por aí vai, até porque é mais produtivo e agrega mais nos seus estudos. Lembrando que vários concursos pelo país fazem questões montadas em grandes Manuais, como por exemplo nos concursos com questões criminais ou da área do Direito Penal, em que é de praxe aparecer conteúdo extraído do Bittencourt.

Eu comprei uma vez um livro desse tipo (de outro autor/editora/mas para concurso). O material era completamente mirabolante e detalhista, ele até desenhava tabelas com horários para dias de semana com disciplinas a serem estudadas, e aquilo ali não servia para mim, porque a minha disciplina é ser mais flexível quanto a horário, estudo e aprofundamento da matéria.

Não questiono a qualidade dessa obra, ou do autor, até porque não os conheço. Questiono apenas esse tipo de literatura, pois acho que cada um tem que correr atrás e estudar, decorar, ler, interpretar e conhecer, afinal isso é muito mais prático, assim como não existe uma fórmula mágica para o sucesso, mas sim a tentativa e erro, superação e aprendizado, força de vontade e investimento.
Até porque ninguém vai ser avaliado em uma prova ou concurso, pelo método de estudo ou tempo investido, mas sim pelo acerto ou erro. É por isso que essas provas possuem um questionário de percepção do conteúdo proposto.

E quem não tem nenhum modelo ou pessoa próxima que tenha obtido sucesso na prática para se aconselhar? Nada foge a possibilidade de buscar um livro ou outra fonte que o auxilie nesse processo inclusive aprendizagem, portanto a meu ver, válido

Claro que tem muita baboseira no mercado, aproveitadores, mas vale a máxima de distinguir o joio do trigo.

William Douglas é referência na área. Já li seu livro, tem dicas sim, é mais um geral, nada muito aprofundado, mas pega todos os aspectos, sendo mais voltado para área do direito, porque tem capítulos sobre oratória, apresentação pessoal, jurisprudência, etc. mas serve para qualquer área.

É bem didático e prazeroso de ler. Se quiser fugir um pouco mais do título autoajuda foque na versão prática e resumida - dizem que não perde em nada. Muitos serão pontos comuns e coisas que você já sabe porém alguma coisa você poderá absorver de útil.

Eu acho que é praticamente impossível um cara (por mais analfabeto funcional que ele seja) se formar hoje em uma graduação (seja ela qual for, pública ou privada) sem ter um método de estudo, nem que seja decoreba (que é método) ou ler algo antes da prova (também é método). Ainda que o método seja bem genérico (como os exemplos que eu passei), ou algo muito pessoal que a própria pessoa tenha inventado. Então, ou ela passa no concurso pelo método dela ou seguindo o de outro.
Sobre ter alguém próximo como exemplo, isso é bem vantajoso, porque não é um concurseiro qualquer competindo pela vaga com os mesmos sonhos. É alguém que deu certo, serve para compartilhar exemplos de sucesso, servir de parâmetro ou se espelhar. Reconheço que não são todos que tem isso, mas aí é networking. Entra como um plus.

Não estou falando por me promover, até porque sou burro pra caralho. Mas da graduação, até a minha formatura, eu fiz 5 concursos distintos, passei em 3 e tomei posse em 2 (um de E.M e outro para bacharel), passei pelo meu método de estudo e investimentos pessoais nisso. Então não é algo impossível, e outros, aqui e lá fora, também passaram nas mesmas condições. Ademais, conheço vários exemplos ainda mais mirabolantes, de gente que passou na 438974379843 vez; de primeira; chutando metade da prova e por aí vai...
Concurso não é só dedicação pessoal. É investimento de tempo, é investimento de dinheiro, privações, sorte e astúcia. Tudo isso aí. Ninguém passa em um concurso no Brasil (pelo menos até aonde eu vi) no estilo low profile, tipo só vendo vídeo-aula, por exemplo. "Ahhh mas baixa o e-book", e no final o indivíduo gasta Internet, luz, pen-drive, equipamento... Então tem que conjugar esses fatores e ir atrás.

Outra coisa. Eu já fui aluno de cursinho, e já dei aula em cursinho. 1 hora lá dentro, interagindo, falando com as pessoas e observando, tu já sabe quem:
1) Só não passa se não quer;
2) Vai brigar lá em cima para passar, porque tem condições, e
3) Quem não vai passar lá e só tá perdendo tempo e dinheiro, e, normalmente enchendo o saco.

Já vi gente com esses tipos de livros, lendo e estudando eles em conjunto com os materiais obrigatórios para o concurso. Com toda a sinceridade, e o confrade é livre para acreditar ou não, ninguém passou. Como já falei, não imagino que os autores sejam ruins, mas aquilo me intrigou, e eu falei lá qual era a minha conclusão disso:
Esse tipo de material apresenta um método (seja ele o do autor, ou um compilado). Quem lê ele, procura um método novo, ou adaptar o seu. Quem recorre a isso para passar em um concurso, na verdade está estudando sem um método. Porque para passar em um concurso, o cara tem que ter um planejamento pessoal, ou seja, JÁ ESTAR COM O SEU MÉTODO DE ESTUDO RIGOROSAMENTE PRONTO. E o cara quer adaptar/criar/modificar o método, ENQUANTO ESTUDA PARA O CONCURSO. Pra estudar para concurso, tem que estar tudo pronto (livros, cursos, materiais, método e etc), não dá para criar e adaptar isso no meio. O planejamento tem que vir antes.
Se for o caso de, por exemplo, um aluno de graduação que comprou isso, para formar o método dele, para um concurso que ele fará lá na frente, após a graduação e após os 3 anos de prática obrigatória. Ok, é um investimento que ele faz lá no futuro, e ele já chega para estudar com todo um planejamento devidamente montado, é só praticar e devorar livros.

Existem ainda peculiariedades nos concursos jurídicos. Cito como exemplo, uma prova para promotor do Ministério Público da Bahia de uns 4 ou 5 anos atrás. Uma questão de Direito Penal inteira foi montada com uma página de um Manual de Direito Penal de um determinado autor. Todas as opções eram trechos do livro (algumas modificadas e outras não), e o interessado na vaga tinha que acertar qual a tese e opinião do autor. Para não citar "impossível", era absurdamente difícil acertar a questão sem ter lido e assimilado a obra. Detalhe que ela não era requisito no edital, mas um conteúdo programático dentro da área do Direito Penal.

Agora, como alguém vai ter êxito, estudando isso ao mesmo tempo que tentar formular um regime de estudos? Não dá, é impossível.

Ademais, os concursos jurídicos são montados entre as mais variadas leis e áreas do Direito. Ainda que alguém queira mexer só com um ramo, ele tem que estudar todos os outros. Na graduação o aluno já manja quais são as áreas de afinidade e quais as mais difíceis. Se o cara pega um edital, e manja 80% do conteúdo programático, e sente dificuldade nos outros 20%, pode ir tranquilo nos 80 e dá a vida nos 20. Agora, como uma obra vai ter essa percepção individual de alguém que está lendo? Entende? O método de estudo, ainda que absorvido de um livro desses, continua a sofrer adaptações pessoais de acordo com a capacidade do cara.

Se alguém compra uma obra dessa com uma percepção errada de como utilizá-la, vai virar um peso de papel caro, até que o cara se programe para estudar. E o tempo e dinheiro que já deveriam estar aplicados no estudo, acabam negligenciados e deteriorados.

Pra arrematar. O cara pode escrever um tratado sobre oratória, dar dicas, exemplos, contar causos e conselhos. Se o concorrente é travado, não tem traquejo, inteligência emocional mínima, tímido e tem baixa auto-estima (se sente intimidado no ambiente), são só palavras vagas que não vão para frente. Como eu brinco. Entre um livro de auto-ajuda que tenha a proposta de superar a timidez (por exemplo), e criar coragem e treinar no espelho e falar com as pessoas, fico com a segunda opção por uma questão de sensibilidade e tato (eu fui lá, tentei, quebrei a cara, aprendi na carne, peguei bagagem e experiência). Não é uma outra pessoa tentando me ensinar e me contar a experiência.
Mas vai de cada um de acordo com as necessidades individuais.

Planejamento se resolve individualmente e com boa vontade. Não lendo uma obra e comprando a ideia dela. Se o cara superou essa fase, já tem bagagem e experiência, ela até entra para ajudar, mas resolver não resolve.
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Offline John
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#146
01-05-2016, 09:51 PM
Interessante seu relato, Basileus.

Estou na metade da graduação ainda e confesso que fiquei curioso sobre aonde me encaixaria nessa classificação que você fez, e tomara que eu esteja (ou atualmente ou em um futuro não tão distante) entre as opções 1 e 2.

Se você pudesse escrever mais sobre o assunto (perfil dos estudantes aprovados, dos reprovados, mundo do concurso, cursinhos, etc), ficaria muito agradecido.
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Offline Roland
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#147
01-05-2016, 10:35 PM
O relato e as considerações do Basileus são bastante relevantes.

A propósito, o edital pra Promotor aqui no RS é uma monstruosidade, tem pelo menos 8 páginas de matérias, que somam ao total umas 20 disciplinas, muitas das quais não tive durante a faculdade, como Direito Eleitoral. Tenho estudado por ele, porque penso que, assim, me preparo para qualquer outro que aparecer (com exceção de juiz federal).

Certo é que concurso é dedicação, sacrifício e alguma sorte também.
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Offline AKRAME
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#148
01-05-2016, 11:00 PM
O Basileu matou a pau...
O negócio é B.H.C
Bunda -cadeira-Hora ...
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Offline Remy LeBeau
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#149
02-05-2016, 06:55 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 02-05-2016, 07:22 AM por Remy LeBeau.)
Agradeço aos elogios, confrades.
Gostaria novamente de reiterar que não estou desmerecendo esse tipo de leitura, ou desmerecendo quem as utiliza. O que eu chamo a atenção, e critico, é para a forma que ela é utilizada, e o excessivo valor que acabam dado para esse tipo de material. E fiz o mea culpa por também ter ido por esse caminho.
Uma vez perguntaram ao ex-jogador de futebol Vampeta qual era a opinião dele sobre as mandigas feitas no futebol. Ele respondeu que tudo que venha para somar, que não traga prejuízo ou faça mal, é válido. É o que eu penso. Se for um investimento para o concorrente montar o método de estudo dele, adaptá-lo e realizar um planejamento a médio-longo prazo para se aventurar no concurso, é sim um recurso válido e que ajuda. Agora, se o cara apostar as fichas nisso, tentar seguir tudo ao pé da letra e não tiver um preparação pretérita, não dá, não teria como.

Esse trecho que eu sublinhei aqui, é o concorrente fazer uma boa faculdade (não vadiar), conhecer a si próprio (vantagens e desvantagens), saber explorar as próprias vantagens e compensar as desvantagens, organização, planejamento e coragem. Se tudo isso aqui for substituído pelo livro, não vai vingar. Agora, se o livro vier para somar essas características, aí eu acredito que as chances aumentam.
Basicamente, é ser pragmático. A maioria bate na trave aqui, porque o pragmatismo não faz parte da cultura do brasileiro. Não basta sonhar e ter vontade de correr atrás, o indivíduo precisa transformar aquilo em uma meta, estabelecer planos, levantar objetivos e enfrentá-los. Criar um método de alcançar esse sonho e materializá-lo, mas a maioria prefere teorizar a situação e procrastina.

(01-05-2016, 09:51 PM)John Escreveu: Interessante seu relato, Basileus.

Estou na metade da graduação ainda e confesso que fiquei curioso sobre aonde me encaixaria nessa classificação que você fez, e tomara que eu esteja (ou atualmente ou em um futuro não tão distante) entre as opções 1 e 2.

Se você pudesse escrever mais sobre o assunto (perfil dos estudantes aprovados, dos reprovados, mundo do concurso, cursinhos, etc), ficaria muito agradecido.
Vou colocar a resposta no spoiler para não ficar um troço grande demais.
Show ContentSpoiler:
Aí é uma análise pessoal, hehehe. Mas se estiver fazendo aquela gordurinha, e planejando o futuro, no mínimo estaria na opção 2. E acredite, são poucos na graduação que estão aqui. Aqueles discursos de virar promotor ou juiz? Vagos. É só sonho e aspiração, sem nenhum transpiração, em sua grande maioria.
Aqui vai um causo. Me lembro de um casal da faculdade. Estávamos no 4º ano, e acredite, o casal achava que para virar juiz ou promotor, bastava se formar e passar direto no concurso. Quando descobriram que era necessário 3 anos de prática como funça, ou advogado, ou estágio de pós, já era tarde demais.

O que eu poderia acrescer aqui do que já se discute sobre os concursos é:
1) Dos aprovados, a maioria do perfil apresenta alto poder aquisitivo. Consequentemente possuem acesso as obras mais robustas e recentes, além da possibilidade de investimento nos cursinhos, que não são tão baratos. Ademais, joga favoravelmente aqui uma reserva financeira. Normalmente a família (quase sempre da área), banca o concorrente para que ele se dedique SÓ aos estudos, enquanto outros trabalham E estudam.
Não é um critério matemático, mas do que eu já vi. De cada 10 aprovados, 8 tem alto poder aquisitivo, desses 8, pelo menos uns 7 a família já é da área jurídica. Aí aquele networking do aprovado, já vem de "berço".
O perfil do aprovado eu respondo ao longo do texto, pode confiar, hehehe;

2) Dos reprovados, o que me chama a atenção é o emocional e a ausência do planejamento. A questão do planejamento eu já abordei ali antes, a pessoa não consegue formular um método, objetivos e metas para atingir o sonho dela. Normalmente o cara só abaixa a cabeça e estuda, fica um pouco bitolado e não consegue emplacar. Ótimo que ela esteja estudando, mas ela tem que saber estudar. O investimento (esforço e tempo) é feito todo errado, porque a pessoa não se conhece. Ela quer dividir igualitariamente o tempo para cada matéria, e não sabe explorar as vantagens de dominar determinado ramo e área, para focar com mais afinco em uma dificuldade. Em resumo, até pode ser inteligente e obstinado, mas a pessoa não sabe o que fazer para tirar vantagem disso.
Na faculdade existem matérias que gostamos e aprendemos com facilidade, certo? Existem aquelas que estudamos só para as provas e não assimilamos, certo? E tem aquelas que são fodas de aprender, certo?

Um pragmático faz um planejamento de estudo só com base nisso, e consegue render até mais do que aqueles que possuem facilidade de aprender e excelente memorização. Ele alivia a carga nas matérias que são fáceis; conserva esforço para aprender o que não sabe; e estuda de forma moderada aquilo que ele não fixou. Já aqueles com mais facilidade, são tentandos a aplicar o mesmo esforço sobre essas matérias, sobrecarregando a si próprio, gastando tempo com algo que ele domina e não rendendo sobre aquilo que interessa.

Veja, o conteúdo é igual para todos. A, B e C vão estudar as mesmas figuras. O que diferencia um candidato de outro é COMO ele vai estudar aqui. A maioria quer se jogar em cima da maior quantidade possível de conteúdo, mas não sabe nem como fazer para aprender e assimilar a matéria.

Sobre o emocional, é uma análise pessoal. Eu não vejo o concurso como uma competição de candidatos, mas sim como um teste individual, mais ou menos como o vestibular. Passa aquele que está preparado, que atende os requisitos mínimos. O concurso não é uma "arena de batalha" em que os caras vão sair na porrada, e aquele que aguentar de pé vence. Digo isso porque vejo POLARIZAÇÕES entre os concorrentes.
1) Tem gente que quer fazer amizade com todos e agradar a todos;
2) Tem gente que só falta sair na mão com o outro candidato.
Também falo isso porque já fui aluno de cursinho que fazia os alunos cantarem gritos de guerra. Coisas do tipo eram alunos do curso A, vão passar no concurso, são picas da galáxia e coisa e tal. Precisa disso? Ao meu ver não. O candidato tem que estar tranquilo e favorável consigo próprio, focado em si, e foda-se outros cursinhos e concorrentes. Esse clima belicioso atrapalha com a paz de espírito e a mente de qualquer um, além de ser desnecessário...

O que acontece é que as pessoas perdem o foco de si e sua individualidade, e começam a se preocupar com o outro. "Fulano vai bem nessa matéria, preciso estudar mais ela, ou ele pontua bastante aqui”; "Fulano não manja dessa aqui, não preciso me preocupar muito com ela então, porque ele não me alcança". Entende? O cara tira o foco dele, coloca nos outros, modifica e altera o ritmo e o método por causa de terceiros, porque ele se sente ameaçado pela suposta "competição", não consegue agir com frieza e manter a calma. O estudo deixa de ser individual, mas a passa a seguir a ótica do "concorrente", que é outra pessoa, com outras vantagens e desvantagens.

Não precisa bancar o antissocial. Se cercar de pessoas certas que ESTIMULAM POSITIVAMENTE a persistir no estudo, a lutar pelos sonhos e a manter o seu ritmo e método já ajuda bastante a criar um clima tranquilo.

3) Sobre o concurso já antecipei ali a minha visão, mas só acrescenteria que é algo individual. Não existe "competição", existe uma prova que mede o conhecimento e o candidato que está com ele. Ele tem que "provar" que possui o conhecimento, para ele provar, ele precisa ter o conhecimento, e ele terá o conhecimento através do método dele de estudo.
O conhecimento (a resposta certa), é a mesma para todos ali. Cada um chegará nela através do método individual de estudo, é aqui que o cara tem que estar focado, em render o máximo sem praticar a auto-sabotagem.
Eu diria que o conhecimento exigido de um candidato para passar, pode ser dividido em 70% faculdade e 30% estudo para o concurso. É na faculdade que o cara se conhece. Descobre potenciais e dificuldades. Se ele come bola aqui, está levantando uma barreira que jogará contra na hora que entrar para estudar para o concurso, porque vai comprometer o investimento do estudo (tempo e esforço) para corrigir essa deficiência.

Outra concepção individual sobre concurso que eu tenho, e que pode soar contraditório com o que estou dizendo, é que não acho ele justo. Explico a seguir:
Se o mundo dos concursos fosse justo, essa justiça seria aplicada para todos os concorrentes. Mas infelizmente existirão dissonâncias. Se ele fosse justo, os obstinados passariam e os vagabundos ficariam para trás, mas não é bem assim. Existirão irregularidades, situações inexplicáveis, corrupção, fraude e por aí vai. Portanto, adianta gastar tempo e esforço criando conjecturas sobre este procedimento? Adianta se preocupar mais com outro concorrente do que consigo próprio? Adianta ficar de vitimização? Novamente, é tirar o foco de si e colocá-lo sobre coisas que não favorecem o estudo.
O concurso é justo para o candidato só, não para todos que concorrem nele. Ele vai ser justo com quem está compromissado consigo próprio e dando a vida ali. Quem está se auto-enganando e de zueira, não vai passar. O concurso é um espelho do candidato, se ele é um bosta, a nota vai ser aquilo, se ele botou o coração na ponta da chuteira, ao menos, e eu repito AO MENOS, o cara cai atirando. Ao menos tentou, puxou o revólver e atirou, pode ter caído, mas lutou. Muitos acabam abatidos com a arma no coldre e fria, e esses são os preguiçosos e medrosos que são o grosso das "casualidades" dos rankings.

4) Sobre cursinho. Serve causos?
Já vi um cara que estava fazendo cursinho PELA PRIMEIRA VEZ, fazendo promessa de que se não passasse iria se matar;
Naquele ritmo da polarização, vi casais se formarem e se desfazerem. Vi pessoas saírem na porrada em sala de aula, porque estavam competindo nos simulados (faltando pelo menos 1 mês para a prova) por causa do stress.

O cara que entrou no cursinho, não tem que entrar lá pra estudar. Tem que ir pro cursinho já estudando, e para complementar o conteúdo que ele já tem, e já no ritmo de preparação, aplicando irrestritamente o método dele. De volta, se ele vai lá para aprender a matéria, para começar a estudar ou para tentar desenvolver o método de estudo, lamento dizer mas já está em extrema desvantagem. E ELE se colocou nesse cenário ruim.

Pra arrematar, porque eu sei que exagerei, rs.
Algumas questões pessoais como o estudo são tratadas internamente, através do auto-conhecimento e da iniciativa da pessoa em criar a consciência, e a coragem, de investir em si própria, administrar isso e ir tocando. Se projetar essas mudanças para um livro ou para terceiros, olha, eu lamento dizer, mas creio que não dá certo.

(01-05-2016, 10:35 PM)Roland Escreveu: O relato e as considerações do Basileus são bastante relevantes.

A propósito, o edital pra Promotor aqui no RS é uma monstruosidade, tem pelo menos 8 páginas de matérias, que somam ao total umas 20 disciplinas, muitas das quais não tive durante a faculdade, como Direito Eleitoral. Tenho estudado por ele, porque penso que, assim, me preparo para qualquer outro que aparecer (com exceção de juiz federal).

Certo é que concurso é dedicação, sacrifício e alguma sorte também.
Uma vez pintou por aqui uma oportunidade de participar de um curso nessa área. De imediato eu fiquei tentado, porque seria uma oportunidade de qualificar o currículo, e também de não entrar liso nessa área, mas com uma bagagem acadêmica. Entretanto, antes de me empolgar, decidi fazer uma pesquisa desse ramo aqui na minha área e encontrei algumas considerações pertinentes.

É um mercado bem fechado, específico e difícil de se aventurar. A maior parte dos cursos que são montados nessa área, são voltados para aqueles que objetivam aprender a área e utilizar o conhecimento para concursos. Por que? Só entra nessa área quem tem networking e Q.I com partido político ou político. Caso contrário, o esforço para atuar é pesado, para pegar ali casos pequenos de políticos de bairro. O filé mignon tá nos partidos políticos, sejam eles grandes, médios ou pequenos, a remuneração é boa.
Aí eu desanimei, porque cai naquela, o cara começa a "pagar" (indiretamente) para trabalhar na área, e acaba só se estressando.

Compensa aprender sobre Direito Eleitoral com um método de estudo próprio, com livros e material, de baixo custo para "quem sabe um dia se precisar". E guardar grana e tempo para pós ou cursos em áreas mais rentáveis, e fáceis de materializar em grana, de acordo com a realidade do advogado.
Como a advocacia respira por aparelhos, às vezes se o cara se aventura em uma área distante da realidade e faz um investimento pesado nela, dando um passo maior que a perna, depois para arrumar é um pepino, ou, muitas vezes um investimento completamente perdido e inútil, fora um passivo pesado.

(01-05-2016, 11:00 PM)AKRAME Escreveu: O Basileu matou a pau...
O negócio é B.H.C
Bunda -cadeira-Hora ...
Sim, confrade, nada substitui o método clássico da velha guarda. Mas esses artigos da modernidade não são vilões, o que fode é que a maioria usa isso para se distrair ou se alienar das coisas. Dá para estudar fazendo uso de e-books, fazendo uso rápido do control+f para puxar uma informação relevante, acompanhar vídeo-aulas e pesquisar materiais acadêmicos sobre determinados assuntos, mas os caras preferem usar isso para se sabotar, não é? Aí complica. Eles podem ajudar ou ser vilões, depende de quem usa e como usa.
Eu tinha sérias restrições em usar, na sala de aula, notebooks. Focava no caderno e nos livros. Até que no último ano, por causa da monografia, passei a utilizar o notebook direto. Foi absurdo o aumento de rendimento que eu tive, focando apenas para trabalho e estudo. Mas é aquilo, eu fiquei de extrema vacilação e demorei para perceber isso, saindo atrasado.
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#150
02-05-2016, 06:07 PM
Valeu pela resposta, Basileus.

Acho que entendi a mensagem, passando pela questão do autoconhecimento, do planejamento, inteligência emocional, foco e prudência. Quanto ao regime de dedicação após a graduação, não sei ainda se vou ingressar logo em um curso preparatório, ou uma pós(Ex: EMERJ aqui no RJ) ou apostar na residência jurídica, que a PGE e a Defensoria oferecem. Tenho tempo rs, vou me tentar extrair o máximo da graduação e evoluir como estudante e ser humano também. Lado financeiro pesa, não sei como a situação estará por exemplo em 2020, mas com certeza darei meu jeito.

Prezo muito pela qualidade de vida(bem-estar, saúde mental e física, visão holística da vida, espiritualidade, etc) e creio que vou balancear minha vida de estudante com todas as outras áreas, de forma que a coisa funcione com fluência. Vou aproveitar algumas lições que o vestibular demonstrou sobre mim e sobre o processo envolvido.

http://www.conjur.com.br/2016-mai-30/gui...heceu-isso

Nucci falando sobre prostituição.
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02-06-2016, 10:06 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 02-06-2016, 10:08 PM por Marcílio.)
(02-06-2016, 06:34 PM)John Escreveu: http://www.conjur.com.br/2016-mai-30/gui...heceu-isso

Nucci falando sobre prostituição.

Fiquei na dúvida, pois ele disse que por causa do conservadorismo religioso é que a prostituição é proibida, sendo que ele cita logo os EUA e esquece de citar a França, que recentemente proibiu a prostituição na suposta luta contra a objetificação da mulher, bandeira essa do marxismo cultural expresso nas feministas.

E como não poderia deixar de ser, a culpa é da sociedade patriarcal, conservadora e religiosa...

Isso é porque o Nucci é considerado conservador no direito penal por ser mão pesada por não ter uma doutrina tão favorável ao preso e não ser muito entusiasta do garantismo penal.


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(02-05-2016, 06:07 PM)John Escreveu: Valeu pela resposta, Basileus.

Acho que entendi a mensagem, passando pela questão do autoconhecimento, do planejamento, inteligência emocional, foco e prudência. Quanto ao regime de dedicação após a graduação, não sei ainda se vou ingressar logo em um curso preparatório, ou uma pós(Ex: EMERJ aqui no RJ) ou apostar na residência jurídica, que a PGE e a Defensoria oferecem. Tenho tempo rs, vou me tentar extrair o máximo da graduação e evoluir como estudante e ser humano também. Lado financeiro pesa, não sei como a situação estará por exemplo em 2020, mas com certeza darei meu jeito.

Prezo muito pela qualidade de vida(bem-estar, saúde mental e física, visão holística da vida, espiritualidade, etc) e creio que vou balancear minha vida de estudante com todas as outras áreas, de forma que a coisa funcione com fluência. Vou aproveitar algumas lições que o vestibular demonstrou sobre mim e sobre o processo envolvido.
Emerj e FEMPERJ deve ser bom a nível de pós graduação lato sensu, pelo que ouvi falar. Se bem que se eu tivesse dinheiro, faria uma pós na FGV, Ibmec, PUC rio ou UCAM. Mas tem ótimos professores saindo de outras faculdades como a Universidade Gama Filho e etc.

O problema aí do Rio pelo que parece ė o mercado empresarial, pois pelo que eu conheço de longe o Estado aí é quebrado e um dos que mais tem tara ideológica esquerdistas.

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(02-06-2016, 10:22 PM)Mondragon Escreveu:
(02-05-2016, 06:07 PM)John Escreveu: Valeu pela resposta, Basileus.

Acho que entendi a mensagem, passando pela questão do autoconhecimento, do planejamento, inteligência emocional, foco e prudência. Quanto ao regime de dedicação após a graduação, não sei ainda se vou ingressar logo em um curso preparatório, ou uma pós(Ex: EMERJ aqui no RJ) ou apostar na residência jurídica, que a PGE e a Defensoria oferecem. Tenho tempo rs, vou me tentar extrair o máximo da graduação e evoluir como estudante e ser humano também. Lado financeiro pesa, não sei como a situação estará por exemplo em 2020, mas com certeza darei meu jeito.

Prezo muito pela qualidade de vida(bem-estar, saúde mental e física, visão holística da vida, espiritualidade, etc) e creio que vou balancear minha vida de estudante com todas as outras áreas, de forma que a coisa funcione com fluência. Vou aproveitar algumas lições que o vestibular demonstrou sobre mim e sobre o processo envolvido.
Emerj e FEMPERJ deve ser bom a nível de pós graduação lato sensu, pelo que ouvi falar. Se bem que se eu tivesse dinheiro, faria uma pós na FGV, Ibmec, PUC rio ou UCAM. Mas tem ótimos professores saindo de outras faculdades como a Universidade Gama Filho e etc.

O problema aí do Rio pelo que parece ė o mercado empresarial, pois pelo que eu conheço de longe o Estado aí é quebrado e um dos que mais tem tara ideológica esquerdistas.

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A EMERJ é elogiada por todos aqui. Tem um processo seletivo considerado difícil, e uma vez lá dentro, o esquema é bem rígido de avaliações, presença, provas toda semana, etc...

Quanto a FGV, também dispensa comentários. Se eu fizesse alguma particular e tivesse dinheiro suficiente, com certeza ela seria minha primeira opção. Tanto graduação como pós.

Já me "blindei" quanto a isso de esquerdismo, é preciso ser até um pouco "político" na hora de conversar sobre o assunto com a galera aqui. Saber até que ponto pode expor sua opinião, e quando deve ficar mais recatado e apenas ouvir.

Coletivos feministas e lgbt tem aos montes, e cada vez mais vejo a galera daqui "polarizando" do jeito deles. Já vi diversas mulheres falando que homens não podem discutir feminazismo nunca, falando tipo "Quem é você pra entrar nesse mérito?", e elas mesmo criticando homens que DEFENDEM o feminazismo, só pelo fato de serem homens.

Mas existem muitas opções sim, não é só doutrina marxista no rio não. Tem que procurar com calma, ms vc acha gente de qualidade e instituições sérias sim.
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04-06-2016, 03:37 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 04-06-2016, 03:39 PM por Marcílio.)
(04-06-2016, 01:49 PM)John Escreveu:
(02-06-2016, 10:22 PM)Mondragon Escreveu:
(02-05-2016, 06:07 PM)John Escreveu: Valeu pela resposta, Basileus.

Acho que entendi a mensagem, passando pela questão do autoconhecimento, do planejamento, inteligência emocional, foco e prudência. Quanto ao regime de dedicação após a graduação, não sei ainda se vou ingressar logo em um curso preparatório, ou uma pós(Ex: EMERJ aqui no RJ) ou apostar na residência jurídica, que a PGE e a Defensoria oferecem. Tenho tempo rs, vou me tentar extrair o máximo da graduação e evoluir como estudante e ser humano também. Lado financeiro pesa, não sei como a situação estará por exemplo em 2020, mas com certeza darei meu jeito.

Prezo muito pela qualidade de vida(bem-estar, saúde mental e física, visão holística da vida, espiritualidade, etc) e creio que vou balancear minha vida de estudante com todas as outras áreas, de forma que a coisa funcione com fluência. Vou aproveitar algumas lições que o vestibular demonstrou sobre mim e sobre o processo envolvido.
Emerj e FEMPERJ deve ser bom a nível de pós graduação lato sensu, pelo que ouvi falar. Se bem que se eu tivesse dinheiro, faria uma pós na FGV, Ibmec, PUC rio ou UCAM. Mas tem ótimos professores saindo de outras faculdades como a Universidade Gama Filho e etc.

O problema aí do Rio pelo que parece ė o mercado empresarial, pois pelo que eu conheço de longe o Estado aí é quebrado e um dos que mais tem tara ideológica esquerdistas.

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A EMERJ é elogiada por todos aqui. Tem um processo seletivo considerado difícil, e uma vez lá dentro, o esquema é bem rígido de avaliações, presença, provas toda semana, etc...

Quanto a FGV, também dispensa comentários. Se eu fizesse alguma particular e tivesse dinheiro suficiente, com certeza ela seria minha primeira opção. Tanto graduação como pós.

Já me "blindei" quanto a isso de esquerdismo, é preciso ser até um pouco "político" na hora de conversar sobre o assunto com a galera aqui. Saber até que ponto pode expor sua opinião, e quando deve ficar mais recatado e apenas ouvir.

Coletivos feministas e lgbt tem aos montes, e cada vez mais vejo a galera daqui "polarizando" do jeito deles. Já vi diversas mulheres falando que homens não podem discutir feminazismo nunca, falando tipo "Quem é você pra entrar nesse mérito?", e elas mesmo criticando homens que DEFENDEM o feminazismo, só pelo fato de serem homens.

Mas existem muitas opções sim, não é só doutrina marxista no rio não. Tem que procurar com calma, ms vc acha gente de qualidade e instituições sérias sim.

Nem precisei muito longe, bastou colocar pós graduação na EMERJ no google e me vem isso:

Emerj terá curso de pós-graduação em Gênero e Direito a partir de março
04/02/2016


http://www.ibdfam.org.br/noticias/na-midia/11101

Também se pudesse faria graduação nas instituições mais voltadas para mercado empresarial , como a FGV ou Ibmec, pois eventual saída do país seria mais fácil manter-se trabalhando na área jurídica, porém em um segmento internacional. Mas nada do que uma boa especialização e estudos não resolva.

Já sobre esquerdismo, nem sou eu que falo. É todo mundo. O próprio Felipe Moura Brasil disse que a OAB RJ é uma das mais esquerdistas do país. Constantino escreveu um livro de esquerda caviar se baseando no Rio. Os professores de direito contra os impeachment de Dilma que se apresentaram na comissão dos deputados e dos senadores são de duas instituições daí. Fora o grau de esquerdismos e milhões de doutrinas esquerdistas que eu sai daí.

A princípio pensava que era só esquerdismo mesmo. Mas depois de entender sobre a relação Liberalismo - Esquerdismo e Esquerdismo - Liberalismo, entendi porque ora alguns professores daí saiem de um classificação esquerdista para adentrar em uma liberal (aqueles que simplesmente serviram de Joaninha para Vespa do Marxismo Cultural).

Mas é lógico, fazendo uma boa peneirada, tem excelente professores e livros aí, a exemplo como Diogo Moreira Neto, Jesse Torres, Flavio Galdino, Gustavo Binembojm e etc.
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(04-06-2016, 03:37 PM)Mondragon Escreveu:
(04-06-2016, 01:49 PM)John Escreveu:
(02-06-2016, 10:22 PM)Mondragon Escreveu: Emerj e FEMPERJ deve ser bom a nível de pós graduação lato sensu, pelo que ouvi falar. Se bem que se eu tivesse dinheiro, faria uma pós na FGV, Ibmec, PUC rio ou UCAM. Mas tem ótimos professores saindo de outras faculdades como a Universidade Gama Filho e etc.

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Quanto a FGV, também dispensa comentários. Se eu fizesse alguma particular e tivesse dinheiro suficiente, com certeza ela seria minha primeira opção. Tanto graduação como pós.

Já me "blindei" quanto a isso de esquerdismo, é preciso ser até um pouco "político" na hora de conversar sobre o assunto com a galera aqui. Saber até que ponto pode expor sua opinião, e quando deve ficar mais recatado e apenas ouvir.

Coletivos feministas e lgbt tem aos montes, e cada vez mais vejo a galera daqui "polarizando" do jeito deles. Já vi diversas mulheres falando que homens não podem discutir feminazismo nunca, falando tipo "Quem é você pra entrar nesse mérito?", e elas mesmo criticando homens que DEFENDEM o feminazismo, só pelo fato de serem homens.

Mas existem muitas opções sim, não é só doutrina marxista no rio não. Tem que procurar com calma, ms vc acha gente de qualidade e instituições sérias sim.

Nem precisei muito longe, bastou colocar pós graduação na EMERJ no google e me vem isso:

Emerj terá curso de pós-graduação em Gênero e Direito a partir de março
04/02/2016


http://www.ibdfam.org.br/noticias/na-midia/11101

Também se pudesse faria graduação nas instituições mais voltadas para mercado empresarial , como a FGV ou Ibmec, pois eventual saída do país seria mais fácil manter-se trabalhando na área jurídica, porém em um segmento internacional. Mas nada do que uma boa especialização e estudos não resolva.

Já sobre esquerdismo, nem sou eu que falo. É todo mundo. O próprio Felipe Moura Brasil disse que a OAB RJ é uma das mais esquerdistas do país. Constantino escreveu um livro de esquerda caviar se baseando no Rio. Os professores de direito contra os impeachment de Dilma que se apresentaram na comissão dos deputados e dos senadores são de duas instituições daí. Fora o grau de esquerdismos e milhões de doutrinas esquerdistas que eu sai daí.

A princípio pensava que era só esquerdismo mesmo. Mas depois de entender sobre a relação Liberalismo - Esquerdismo e Esquerdismo - Liberalismo, entendi porque ora alguns professores daí saiem de um classificação esquerdista para adentrar em uma liberal (aqueles que simplesmente serviram de Joaninha para Vespa do Marxismo Cultural).

Mas é lógico, fazendo uma boa peneirada, tem excelente professores e livros aí, a exemplo como Diogo Moreira Neto, Jesse Torres, Flavio Galdino, Gustavo Binembojm e etc.

Mesmo assim, é uma excelente instituição de ensino, principalmente no que tange a preparação para o concurso da magistratura.

OAB vai propor cota para transexual em concurso público no Rio

http://blog.portalexamedeordem.com.br/oa...ico-no-rio

http://blogs.oglobo.globo.com/gente-boa/...=O%20Globo
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05-08-2016, 04:39 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 05-08-2016, 04:44 AM por Marcílio.)
Pra galerinha que é tarada por estudos libertários hehe, segue um link com mais de 400 videos de longa duração sobre estudos de economia, análise econômica do direito e alguns temas sobre direito.

Quase não existe nada parecido no Brasil ( oh!!!! novidade no cemitério de ideias mortas...), no máximo existem umas discussões esparsas como análise de custo de direito e alguns reflexos da análise econômica do direito em alguns ramos, como o direito administrativo.

http://newmedia.ufm.edu/gsm/index.php?ti...CHO&titulo=

Tá em lingua espanhola, os estudos são da América Latina, mas dá pra ver que o material tem qualidade excelente.

É assustador ver países mais pobres do que nós tão avançados em certos estudos, enquanto que aqui, meu deus do céu, nunca vi tanto boicote de literatura que não seja do feitio da esquerda.

Como eu disse antes, já se nota algumas mudanças em algumas áreas do direito, não vai demorar muito pra essas ideias chegar com força total por aqui.
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06-08-2016, 08:21 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 06-08-2016, 08:27 PM por John.)
http://www.submarino.com.br/produto/1164...kQodCEsAfQ


Estou atrás de um pdf desse livro. Alguém já leu?

Talvez seja uma mistura de motivacional+ técnicas de estudo, mas ainda sim pode agregar.
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(06-08-2016, 08:21 PM)John Escreveu: http://www.submarino.com.br/produto/1164...kQodCEsAfQ


Estou atrás de um pdf desse livro. Alguém já leu?

Talvez seja uma mistura de motivacional+ técnicas de estudo, mas ainda sim pode agregar.

Eu iria de William Douglas - Como estudar para concurso, ou Alexandre Meireles Como Estudar para concurso.

Ambos tem vários e vários videos no youtube.

Vale muito a pena.
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08-08-2016, 10:21 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 08-08-2016, 10:28 AM por Roland.)
Aos colegas do Direito, uma indagação:

Sabemos que, para habilitação em alguns concursos públicos (juiz, promotor), é preciso comprovar três anos de atividade jurídica. O Estatuto da OAB prevê que são atividades privativas da advocacia a postulação a órgão do Judiciário e aos juizados especiais.

O problema é que, de acordo com a lei 9.099/95, é facultativa a participação de advogado em causas dos juizados especiais de valor até 20 salários mínimos.

Pergunto: processos assim, de até 20 salários no JEC, em que o sujeito tenha atuado como advogado (mesmo que a participação seja facultativa pela lei), valem para comprovar prática jurídica em concursos? Pesquisei muito mas não obtive resposta satisfatória.

Edit: penso que quem pode o mais, pode o menos. Sendo assim, se posso contar como prática jurídica causas acima de 20 salários, as abaixo desse valor também devem ser consideradas. Mas quero a opinião dos colegas.
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08-08-2016, 10:55 AM
(08-08-2016, 10:21 AM)Roland Escreveu:
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Aos colegas do Direito, uma indagação:

Sabemos que, para habilitação em alguns concursos públicos (juiz, promotor), é preciso comprovar três anos de atividade jurídica. O Estatuto da OAB prevê que são atividades privativas da advocacia a postulação a órgão do Judiciário e aos juizados especiais.

O problema é que, de acordo com a lei 9.099/95, é facultativa a participação de advogado em causas dos juizados especiais de valor até 20 salários mínimos.

Pergunto: processos assim, de até 20 salários no JEC, em que o sujeito tenha atuado como advogado (mesmo que a participação seja facultativa pela lei), valem para comprovar prática jurídica em concursos? Pesquisei muito mas não obtive resposta satisfatória.

Edit: penso que quem pode o mais, pode o menos. Sendo assim, se posso contar como prática jurídica causas acima de 20 salários, as abaixo desse valor também devem ser consideradas. Mas quero a opinião dos colegas.


Dúvida interessante, esta.

Confrade, claro que cada edital vai especificar mais detalhadamente os requisitos necessários para a contagem deste prazo de três anos de prática jurídica. Nos últimos editais que pesquisei, dos concursos para o TJSP, o TJDFT, o TJSE e o TJRJ, em todos eles o único critério que constava era: apresentação de certidão que comprove os 3 (três) anos de atividade jurídica até a data da inscrição definitiva, exercida a partir da conclusão do curso de Direito, na forma definida no artigo 93, I, da Constituição Federal e na Resolução nº 75/2009, do CNJ.

Ou seja, não há nenhum óbice a que os processos no JEC contem como prática jurídica.

Então eu concordo que é possível sim considerar as atuações no JEC, mesmo em causas cuja atuação do advogado não seja obrigatória, como prática jurídica para fins de aprovação em concurso público.

Embora esta questão seja realmente obscura e já passou do tempo de aclarar estes critérios de forma expressa.
"Trata de saborear a vida; e fica sabendo, que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la." - Trecho de Memórias Póstumas de Brás Cubas
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