28-09-2013, 11:30 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 28-09-2013, 11:33 PM por Velho.)
Deixo a semente do projeto. Semana que vem atualizo o tópico com mais 3 capítulos.
1. A ilogicidade
Orgulho e cobiça orienta o sexo feminino de modo absoluto. Tentar forçá-las por meio da argumentação a reconhecerem seus erros, a tomarem decisões lógicas, a serem transparentes, surte o efeito oposto e violenta suas naturezas, obrigando-as a se defenderem.
Por mais evidente que seja a falta de lógica interna em uma mentira mal contada, tal fato jamais será admitido e os recursos melodramáticos para convencimento prevalecerão, transformando a discussão em um pandemônio infernal de idéias confusas e sentimentos insanos.
A mente passional não possui quase nenhuma objetividade que permita à pessoa abordar a si própria em uma auto-análise reflexiva.
Ela mesclará, de forma caótica, múltiplos assuntos desconexos, tratando passional e superficialmente todos os pontos dialogados, não permitindo a compreensão em profundidade de nenhum.
Cem por cento narcisistas, essas pessoas são incapazes de se enxergarem tal como são.
2. As simulações de desentendimento
Um ardil feminino comum e muito eficiente para escapar aos nossos "encurralamentos" psicológicos consiste em se fazerem de desentendidas perante o que lhes dizemos ao mesmo tempo em que tentam incendiar mais a discussão pela via emocional.
Como a compreensão do outro se faz necessária para que uma discussão prossiga, resulta que deste modo ficamos imobilizados na tola tentativa de fazê-las entender nosso ponto de vista.
É uma tentativa tola pelo simples fato de que a recusa em demonstrar entendimento já existe previamente e é o próprio cerne da estratégia de manipulação.
Discutir ou conflitar com mulheres é sempre uma perda: se as vencemos, isso será uma humilhação para nós por ser um ato de covardia; se formos derrotados, será uma humilhação ainda maior.
Uma possível solução para esses casos de desentendimento fingido consiste em simplesmente ignorarmos o ponto de vista feminino e expormos nossas idéias de forma unilateral.
Em outras palavras: vencemos a discussão quando não discutimos. Se houver necessidade de informar algo importante e desagradável devemos fazê-lo de forma imperativa, ignorando as tentativas de polemização.
Novamente, encontramos aqui razões para sermos indiferentes em relação ao que pensam e para não nos apaixonarmos.
Sendo desapaixonados, seremos indiferentes. Sendo indiferentes, nossa paciência se multiplicará ao infinito e não teremos medo de criar uma situação definitiva.
3. A transferência das decisões
Ambiguidade. Elas nunca querem optar de modo definitivo entre dois caminhos, preferindo oscilar entre ambos para desfrutar dos benefícios de cada um ao mesmo tempo em que tentam se esquivar das consequências desagradáveis que são inerentes aos mesmos.
A solução para esses casos é esta: criar uma situação definitiva que as obrigue a revelar de forma inequívoca o que sentem e o quanto nos valorizam.
Tentar forçá-las por meio de discussões a se definirem é uma perda de tempo. O correto é encontrar uma decisão correta de nossa parte cujo resultado inevitavelmente as coloque em uma situação definitiva, sem saída, obrigando-as a se definirem mesmo que não queiram.
Em seguida, devemos comunicar tal decisão de forma unilateral, recusando totalmente a discussão.
O SOFRIMENTO AMOROSO DO HOMEM - VOLUME III
A Guerra da Paixão
Por Nessahan Alita
A Guerra da Paixão
Por Nessahan Alita
Introdução
Aquele que "corre atrás" da incoerência feminina para tentar revertê-la à força já
está acorrentado sem o perceber
.Aquele que "corre atrás" da incoerência feminina para tentar revertê-la à força já
está acorrentado sem o perceber
1. A ilogicidade
Orgulho e cobiça orienta o sexo feminino de modo absoluto. Tentar forçá-las por meio da argumentação a reconhecerem seus erros, a tomarem decisões lógicas, a serem transparentes, surte o efeito oposto e violenta suas naturezas, obrigando-as a se defenderem.
Por mais evidente que seja a falta de lógica interna em uma mentira mal contada, tal fato jamais será admitido e os recursos melodramáticos para convencimento prevalecerão, transformando a discussão em um pandemônio infernal de idéias confusas e sentimentos insanos.
A mente passional não possui quase nenhuma objetividade que permita à pessoa abordar a si própria em uma auto-análise reflexiva.
Ela mesclará, de forma caótica, múltiplos assuntos desconexos, tratando passional e superficialmente todos os pontos dialogados, não permitindo a compreensão em profundidade de nenhum.
Cem por cento narcisistas, essas pessoas são incapazes de se enxergarem tal como são.
2. As simulações de desentendimento
Um ardil feminino comum e muito eficiente para escapar aos nossos "encurralamentos" psicológicos consiste em se fazerem de desentendidas perante o que lhes dizemos ao mesmo tempo em que tentam incendiar mais a discussão pela via emocional.
Como a compreensão do outro se faz necessária para que uma discussão prossiga, resulta que deste modo ficamos imobilizados na tola tentativa de fazê-las entender nosso ponto de vista.
É uma tentativa tola pelo simples fato de que a recusa em demonstrar entendimento já existe previamente e é o próprio cerne da estratégia de manipulação.
Discutir ou conflitar com mulheres é sempre uma perda: se as vencemos, isso será uma humilhação para nós por ser um ato de covardia; se formos derrotados, será uma humilhação ainda maior.
Uma possível solução para esses casos de desentendimento fingido consiste em simplesmente ignorarmos o ponto de vista feminino e expormos nossas idéias de forma unilateral.
Em outras palavras: vencemos a discussão quando não discutimos. Se houver necessidade de informar algo importante e desagradável devemos fazê-lo de forma imperativa, ignorando as tentativas de polemização.
Novamente, encontramos aqui razões para sermos indiferentes em relação ao que pensam e para não nos apaixonarmos.
Sendo desapaixonados, seremos indiferentes. Sendo indiferentes, nossa paciência se multiplicará ao infinito e não teremos medo de criar uma situação definitiva.
3. A transferência das decisões
Ambiguidade. Elas nunca querem optar de modo definitivo entre dois caminhos, preferindo oscilar entre ambos para desfrutar dos benefícios de cada um ao mesmo tempo em que tentam se esquivar das consequências desagradáveis que são inerentes aos mesmos.
A solução para esses casos é esta: criar uma situação definitiva que as obrigue a revelar de forma inequívoca o que sentem e o quanto nos valorizam.
Tentar forçá-las por meio de discussões a se definirem é uma perda de tempo. O correto é encontrar uma decisão correta de nossa parte cujo resultado inevitavelmente as coloque em uma situação definitiva, sem saída, obrigando-as a se definirem mesmo que não queiram.
Em seguida, devemos comunicar tal decisão de forma unilateral, recusando totalmente a discussão.
"Esto vir"

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