11-01-2012, 09:07 PM
Olá confrades,
Primeiramente, caso não seja o lugar correto para publicar este tópico, peço que algum moderador o coloque no seu devido lugar. Sou um dos refugiados do HH e ainda não peguei as manhas do Fórum do Búfalo. Enfim...
Hoje tive uma reunião fora da cidade onde trabalho, no interior de SP, reunião que pode selar meu futuro profissional este ano. Fui ouvir uma proposta para trabalhar em uma das mais respeitadas assessorias economicas do País, o que, claro, me forçou a manter meu celular desligado ao longo do dia.
Chegando em casa vi cerca de QUARENTA ligações perdidas, todas da residência da minha avó materna, que mora em Campinas. Na hora gelei, pensando que teria acontecido algo a ela, ou a minha mãe. Engano meu, porém não menos triste.
Meu tio-bisavô, tio materno do meu avô materno, membro mais velho da minha família, faleceu esta manhã, em São Paulo. Ele tinha 88 anos e foi diagnosticado com câncer no começo do ano, provavelmente já em estado avançado.
Ele era casado à mais de 60 anos, e a esposa dele está internada há quase dois anos em uma clínica particular de São Paulo, pois sofre do Mal de Alzaimer. Ela não reconhece mais ninguém e por isso nem sabe o que aconteceu ao meu tio.
Não nego confrades. Foi um verdadeiro murro no peito. Apesar da distância física, sempre lembro das conversas que tive com meu tio, seja por telefone ou pessoalmente. Ele, filho de italianos emigrados, venceu na vida ao educar os filhos com respeito, integridade e apego aos valores tradicionais. Foi padrinho de casamento dos meus avós e, décadas depois, dos meus pais.
Fazia alguns meses que não nos falavamos, o que aumenta o sentimento de dor. Alivia saber que ao menos ele não sofreu muito e pode descansar.
Saudações, confrades!
Primeiramente, caso não seja o lugar correto para publicar este tópico, peço que algum moderador o coloque no seu devido lugar. Sou um dos refugiados do HH e ainda não peguei as manhas do Fórum do Búfalo. Enfim...
Hoje tive uma reunião fora da cidade onde trabalho, no interior de SP, reunião que pode selar meu futuro profissional este ano. Fui ouvir uma proposta para trabalhar em uma das mais respeitadas assessorias economicas do País, o que, claro, me forçou a manter meu celular desligado ao longo do dia.
Chegando em casa vi cerca de QUARENTA ligações perdidas, todas da residência da minha avó materna, que mora em Campinas. Na hora gelei, pensando que teria acontecido algo a ela, ou a minha mãe. Engano meu, porém não menos triste.
Meu tio-bisavô, tio materno do meu avô materno, membro mais velho da minha família, faleceu esta manhã, em São Paulo. Ele tinha 88 anos e foi diagnosticado com câncer no começo do ano, provavelmente já em estado avançado.
Ele era casado à mais de 60 anos, e a esposa dele está internada há quase dois anos em uma clínica particular de São Paulo, pois sofre do Mal de Alzaimer. Ela não reconhece mais ninguém e por isso nem sabe o que aconteceu ao meu tio.
Não nego confrades. Foi um verdadeiro murro no peito. Apesar da distância física, sempre lembro das conversas que tive com meu tio, seja por telefone ou pessoalmente. Ele, filho de italianos emigrados, venceu na vida ao educar os filhos com respeito, integridade e apego aos valores tradicionais. Foi padrinho de casamento dos meus avós e, décadas depois, dos meus pais.
Fazia alguns meses que não nos falavamos, o que aumenta o sentimento de dor. Alivia saber que ao menos ele não sofreu muito e pode descansar.
Saudações, confrades!
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