14-08-2013, 07:58 AM
Achei a notícia curiosa, porque tecnicamente falando pode-se pedir o divórcio porque não se deseja mais ficar casado - e só.
Hoje em dia não é preciso alegar um motivo específico, nem acusar o cônjuge de alguma falha no seu comportamento.
Mas, voltando aos 50 tons, acho que sei por que as XX não estão reclamando do livro.
É que toda a 1a parte, de submissão etc etc é só o chamariz. Mexeu com a imaginação das donas de casa, mas a história tem uma virada.
Como comentei em outro tópico, com o tempo o protagonista se submete emocionalmente à mocinha - ele descobre que está apaixonado por ela, a pede em casamento e tem filhos com ela.
E ele chega mesmo a perguntar-se explicitamente: agora quem é o dominado?
Perceberam? Um cafa destacado e praticamente insuperável nesse destaque tornou-se um romanticuzinho submisso: a consumação derradeira da hipergamia suprema. Esse foi o motivo último do sucesso com o público destinatário da trilogia.
Hoje em dia não é preciso alegar um motivo específico, nem acusar o cônjuge de alguma falha no seu comportamento.
Mas, voltando aos 50 tons, acho que sei por que as XX não estão reclamando do livro.
É que toda a 1a parte, de submissão etc etc é só o chamariz. Mexeu com a imaginação das donas de casa, mas a história tem uma virada.
Como comentei em outro tópico, com o tempo o protagonista se submete emocionalmente à mocinha - ele descobre que está apaixonado por ela, a pede em casamento e tem filhos com ela.
E ele chega mesmo a perguntar-se explicitamente: agora quem é o dominado?
Perceberam? Um cafa destacado e praticamente insuperável nesse destaque tornou-se um romanticuzinho submisso: a consumação derradeira da hipergamia suprema. Esse foi o motivo último do sucesso com o público destinatário da trilogia.

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